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Professores e servidores técnico-administrativos das universidades federais terão reajuste no salário a partir do salário de 1º de agosto. Para os docentes, o aumento chega a 143,52%. O percentual depende do nível e da classe que cada servidor ocupa na estrutura do plano de carreira. Já os salários-base dos técnicos serão reajustados de 16,49% a 29,53%.SERVIDORES DE UNIVERSIDADES FEDERAIS TERÃO REAJUSTE
Professores e servidores técnico-administrativos das universidades federais terão reajuste no salário a partir do salário de 1º de agosto. Para os docentes, o aumento chega a 143,52%. O percentual depende do nível e da classe que cada servidor ocupa na estrutura do plano de carreira. Já os salários-base dos técnicos serão reajustados de 16,49% a 29,53%.
Professores da Rede Municipal de Ensino de Garanhuns-PE, tem piso salarial estabelecido pela prefeitura, que também formata o Plano de Cargos e Salários (PCC). O diretor da CSPB, Luciano de Albuquerque Florêncio (na foto com o prefeito Luiz Carlos), atuou diretamente nas negociações. PREFEITURA DE GARANHUNS ANUNCIA PISO SALARIAL E PCC DOS PROFESSORES
Professores da Rede Municipal de Ensino de Garanhuns-PE, tem piso salarial estabelecido pela prefeitura, que também formata o Plano de Cargos e Salários (PCC). O diretor da CSPB, Luciano de Albuquerque Florêncio (na foto com o prefeito Luiz Carlos), atuou diretamente nas negociações.
Depois de ter saído do coma induzido no último dia 5, não foram surtidas melhoras no quadro clínico do diretor da CSPB, Raimundo Nonato Cruz, o sindicalista está hospitalizado desde o dia 20 de dezembro e no último final de semana uma isquemia cerebral colocou o quadro clínico ainda mais delicado.ESTADO DE SAÚDE DO DIRETOR RAIMUNDO NONATO SE AGRAVA
Depois de ter saído do coma induzido no último dia 5, não foram surtidas melhoras no quadro clínico do diretor da CSPB, Raimundo Nonato Cruz, o sindicalista está hospitalizado desde o dia 20 de dezembro e no último final de semana uma isquemia cerebral colocou o quadro clínico ainda mais delicado.MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO POR SINDICATO IMPEDE VOTAÇÃO DO ORÇAMENTO ESTADO DE SP
Sindicato União, filiado à Federação Brasileira das Entidades Sindicais de Servidores no Judiciário – FEBRAJ, impede, através de liminar, votação do Orçamento Geral do Estado de São Paulo para 2010.
Em virtude do dia do servidor público, o presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, decreta feriado para seus funcionários.
CSPB não terá expediente neste 28 de outubro
Em virtude do dia do servidor público, o presidente da CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, decreta feriado para seus funcionários.
Os protestos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizados hoje, que cobram do Governo Federal a realização da reforma agrária e o fortalecimento dos assentamentos, aconteceram em 12 estados do País.
De acordo com o MST, os manifestantes ocuparam sedes do Ministério da Fazenda em quatro Estados e superintendências do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em três.
O MST exige o descontingenciamento de R$ 800 milhões do orçamento do Incra para este ano e aplicação na desapropriação e obtenção de terras para a reforma agrária, além de investimentos em assentamentos.
Em Brasília, mais de três mil trabalhadores rurais do MST e da Via Campesina ocuparam o Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios.
Representações do ministério também foram ocupadas em Belém, onde 850 trabalhadores do MST ocuparam uma delegacia da pasta depois de sete dias de marcha de 200 quilômetros, do município de Irituia até a capital paraense; e em Curitiba, onde cerca de 400 ocuparam uma representação no centro da cidade.
Ainda na capital do Paraná, estão acampados em frente ao Incra mais de cem trabalhadores rurais.
Cerca de 1.200 trabalhadores de diversos movimentos sociais do campo atuantes no Mato Grosso ocuparam o prédio da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda, em Cuiabá.
Protestos em frente a representações da Fazenda ocorreram também em Porto Alegre e Florianópolis.
Na capital gaúcha, cerca de mil trabalhadores da Via Campesina montaram um acampamento no pátio do Ministério da Fazenda.
Já em Florianópolis, 400 trabalhadores do MST fizeram protesto em frente a uma delegacia da pasta.
Em São Paulo, os mil manifestantes do MST que chegaram ontem à cidade após uma marcha de 100 quilômetros, de Campinas à capital do estado, fizeram um protesto em frente à delegacia do Ministério da Fazenda para denunciar a política econômica do Governo Federal, que, segundo eles, impede a realização da reforma agrária.
Os sem-terra também organizaram uma marcha no Mato Grosso do Sul. Divididos em duas colunas, 850 manifestantes devem chegar na sexta-feira (14) à capital Campo Grande.
Com o lema "Terra, Trabalho e Soberania", a 6ª Marcha Estadual alerta sobre necessidade da reforma agrária para a construção de uma alternativa à crise econômica.
Nordeste
Cerca de 400 integrantes do MST ocuparam hoje a superintendência do Incra em Salvador, em protesto contra os cortes do orçamento da reforma agrária e em defesa do assentamento das 28 mil famílias acampadas em toda Bahia.
No Ceará, cerca de 1.500 mil pessoas estão mobilizadas e ocuparam a sede do Incra na capital.
No município de Caucaia, foi ocupada uma fazenda, que segundo eles, seria improdutiva.
Os sem-terra também protestaram em órgãos públicos em diversos municípios cearenses.
Em Petrolina, no sertão pernambucano, cerca de 150 famílias do MST ocuparam a sede do Incra para fortalecer as reivindicações da marcha estadual.
No primeiro dia da caminhada, 2.500 trabalhadores rurais sem-terra percorreram os 12 quilômetros que separam a cidade de Pombos do município de Vitória de Santo Antão.
Na chegada, eles organizaram panfletagem e uma exposição de fotos dos 25 anos do movimento.
Ainda nesta terça-feira (11), 600 agricultores de várias regiões de Alagoas se reuniram para mobilizações da jornada nacional de lutas em Maceió. (Fonte: Agência Estado)
Sem-terra protestam por reforma agrária em 12 estados do País
Os protestos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizados hoje, que cobram do Governo Federal a realização da reforma agrária e o fortalecimento dos assentamentos, aconteceram em 12 estados do País.
De acordo com o MST, os manifestantes ocuparam sedes do Ministério da Fazenda em quatro Estados e superintendências do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em três.
O MST exige o descontingenciamento de R$ 800 milhões do orçamento do Incra para este ano e aplicação na desapropriação e obtenção de terras para a reforma agrária, além de investimentos em assentamentos.
Em Brasília, mais de três mil trabalhadores rurais do MST e da Via Campesina ocuparam o Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios.
Representações do ministério também foram ocupadas em Belém, onde 850 trabalhadores do MST ocuparam uma delegacia da pasta depois de sete dias de marcha de 200 quilômetros, do município de Irituia até a capital paraense; e em Curitiba, onde cerca de 400 ocuparam uma representação no centro da cidade.
Ainda na capital do Paraná, estão acampados em frente ao Incra mais de cem trabalhadores rurais.
Cerca de 1.200 trabalhadores de diversos movimentos sociais do campo atuantes no Mato Grosso ocuparam o prédio da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda, em Cuiabá.
Protestos em frente a representações da Fazenda ocorreram também em Porto Alegre e Florianópolis.
Na capital gaúcha, cerca de mil trabalhadores da Via Campesina montaram um acampamento no pátio do Ministério da Fazenda.
Já em Florianópolis, 400 trabalhadores do MST fizeram protesto em frente a uma delegacia da pasta.
Em São Paulo, os mil manifestantes do MST que chegaram ontem à cidade após uma marcha de 100 quilômetros, de Campinas à capital do estado, fizeram um protesto em frente à delegacia do Ministério da Fazenda para denunciar a política econômica do Governo Federal, que, segundo eles, impede a realização da reforma agrária.
Os sem-terra também organizaram uma marcha no Mato Grosso do Sul. Divididos em duas colunas, 850 manifestantes devem chegar na sexta-feira (14) à capital Campo Grande.
Com o lema "Terra, Trabalho e Soberania", a 6ª Marcha Estadual alerta sobre necessidade da reforma agrária para a construção de uma alternativa à crise econômica.
Nordeste
Cerca de 400 integrantes do MST ocuparam hoje a superintendência do Incra em Salvador, em protesto contra os cortes do orçamento da reforma agrária e em defesa do assentamento das 28 mil famílias acampadas em toda Bahia.
No Ceará, cerca de 1.500 mil pessoas estão mobilizadas e ocuparam a sede do Incra na capital.
No município de Caucaia, foi ocupada uma fazenda, que segundo eles, seria improdutiva.
Os sem-terra também protestaram em órgãos públicos em diversos municípios cearenses.
Em Petrolina, no sertão pernambucano, cerca de 150 famílias do MST ocuparam a sede do Incra para fortalecer as reivindicações da marcha estadual.
No primeiro dia da caminhada, 2.500 trabalhadores rurais sem-terra percorreram os 12 quilômetros que separam a cidade de Pombos do município de Vitória de Santo Antão.
Na chegada, eles organizaram panfletagem e uma exposição de fotos dos 25 anos do movimento.
Ainda nesta terça-feira (11), 600 agricultores de várias regiões de Alagoas se reuniram para mobilizações da jornada nacional de lutas em Maceió. (Fonte: Agência Estado)
Em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pela rejeição da ação ajuizada pelo partido Democratas (DEM) que questiona o sistema de cotas raciais instituído pela Universidade de Brasília (UnB).
Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa "em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade".
Gurgel ressaltou ainda que o racismo continua marcante nas relações sociais brasileiras.
A exclusão do negro na sociedade justificaria as medidas que o favorecem.
"Tratar as pessoas como iguais pressupõe muitas vezes favorecer, através de políticas públicas àquelas em situação de maior vulnerabilidade social", afirmou Gurgel.
"Esse argumento não tem em vista o passado, como o da justiça compensatória, mas sim a construção de um futuro mais equitativo", acrescentou.
No parecer, Gurgel citou que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, sendo que 32 delas prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros.
Tais políticas no ensino superior, para o procurador, "quebram estereótipos negativos que definem a pessoa negra como predestinada a exercer papéis subalternos na sociedade".
O procurador-geral ainda ressaltou que a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF "atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade", além de gerar graves efeitos sobre as políticas de ação afirmativa promovidas por outras universidades.
Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegaram que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo. (Fonte: Agência Brasil)
Cotas: Procuradoria da República rejeita questionamento do Democratas
Em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se pela rejeição da ação ajuizada pelo partido Democratas (DEM) que questiona o sistema de cotas raciais instituído pela Universidade de Brasília (UnB).
Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa "em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade".
Gurgel ressaltou ainda que o racismo continua marcante nas relações sociais brasileiras.
A exclusão do negro na sociedade justificaria as medidas que o favorecem.
"Tratar as pessoas como iguais pressupõe muitas vezes favorecer, através de políticas públicas àquelas em situação de maior vulnerabilidade social", afirmou Gurgel.
"Esse argumento não tem em vista o passado, como o da justiça compensatória, mas sim a construção de um futuro mais equitativo", acrescentou.
No parecer, Gurgel citou que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, sendo que 32 delas prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros.
Tais políticas no ensino superior, para o procurador, "quebram estereótipos negativos que definem a pessoa negra como predestinada a exercer papéis subalternos na sociedade".
O procurador-geral ainda ressaltou que a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF "atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade", além de gerar graves efeitos sobre as políticas de ação afirmativa promovidas por outras universidades.
Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegaram que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo. (Fonte: Agência Brasil)
Salário mínimo, fator previdenciário, sustentação dos sindicatos e terceirização precisam ter desfecho positivo ainda este ano e devem ser tratados como prioritários na agenda dos trabalhadores
Marcos Verlaine*
Os temas elencados acima são prioritários na agenda dos trabalhadores.
Em 2010 haverá eleições e nada garante ao movimento sindical que se não tiverem desfecho positivo ainda este ano será possível em qualquer cenário manter a agenda em curso num rumo adequado para o movimento sindical.
Salário mínimo
Caso não seja transformado em lei, o projeto de aumento real do mínimo, não existe nenhuma garantia que o Governo Federal terá condições de continuar, por meio de medida provisória, com a política de valorização do salário mínimo.
A Câmara precisa votar a emenda do senador Paulo Paim (PT/RS) ao PL 1/07 o mais rápido possível, sob pena de colocar em risco o ganho real para o salário mínimo.
O presidente da República, apesar de o Congresso não ter aprovado o projeto, editou MPs nos anos de 2008 e 2009 assegurando reajuste e aumento real com base nos parâmetros fixados na política de recuperação do piso salarial do País.
Para os próximos dois anos, entretanto, o Governo Federal terá dificuldades, sem uma lei em vigor sobre o tema, de continuar, por meio de MP, com a política de valorização do salário mínimo, por dois relevantes motivos.
O primeiro motivo, em relação a 2010, é de natureza política.
O aumento real do salário mínimo para 2010, respeitada as diretrizes do projeto, deverá ser fixado com base no PIB de dois anos anteriores, portanto, de 2008, o maior PIB dos últimos 20 anos, que será anunciado no final de 2009, um ano de inflação baixa e PIB muito baixo ou até negativo.
O segundo motivo, este relativo a 2011, seria de natureza político-eleitoral.
Teria o presidente da República, nos últimos dias de seu mandato, condições políticas de editar uma MP concedendo aumento real para o salário mínimo, cuja vigência coincidiria com a posse de seu sucessor?
Fator previdenciário
O tema está sob impasse na Câmara. O Governo não aceita simplesmente extinguir o fator. Os trabalhadores apóiam o projeto do senador Paulo Paim (PT/RS), que quer acabar com o fator.
O relator, deputado Pepe Vargas (PT/RS) apresentou uma solução que não contempla os trabalhadores, o fator 85/95.
Desse modo, é preciso urgentemente construir uma proposta negociada.
Sustentação financeira dos sindicatos
A contribuição negocial volta à agenda política. A Adin (ação direta de inconstitucionalidade) do DEM, que questiona o repassa às centrais de recursos da contribuição sindical acendeu a luz amarela.
Com início da discussão pelo Supremo, cuja votação parcial está em três votos contra o repasse e dois a favor, impõe ao movimento sindical construir alternativas para o caso de o STF acatar a ação do Democratas.
Desse modo, o Ministério do Trabalho tende a acelerar a elaboração, com as centrais, de proposta que resolva finalmente este impasse sobre a sustentação financeira das entidades sindicais de trabalhadores.
Há ainda o projeto de lei (PLS 248/06) do senador Paulo Paim (PT/RS), que regulamenta a taxa assistencial, cobrada em razão das negociações coletivas de trabalho.
Parcela expressiva do movimento sindical quer resolver este imbróglio, com objetivo de superar o impasse que envolve a cobrança pelos sindicatos e a postura do Ministério Público do Trabalho, que a considera ilegal, sobretudo para os trabalhadores não sindicalizados.
Terceirização
Este também é um tema caro ao movimento sindical, pois a terceirização nos moldes em que vem sendo praticada no País significa relações precárias de trabalho, salários aviltados e impossibilidade de aposentadoria.
Desse modo, as centrais defendem o arquivamento do PL 4.302/98, do ex-presidente FHC, por meio da mensagem presidencial 393/03, enviada por Lula ao Congresso, bem como a rejeição do PL 4.330/04, do deputado Sandro Mabel (PR/GO), e, em seguida, a construção negociada pelo Governo, empresários e trabalhadores de uma proposta que regulamente essa modalidade de trabalho em condições mais humanas e sem desvantagens para os trabalhadores.
Com exceção do projeto de lei que trata da regulamentação da taxa assistencial, todos os demais compõem a "pauta trabalhista" apresentada pelas centrais ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP) em maio.
2º semestre: a agenda que interessa aos trabalhadores
Salário mínimo, fator previdenciário, sustentação dos sindicatos e terceirização precisam ter desfecho positivo ainda este ano e devem ser tratados como prioritários na agenda dos trabalhadores
Marcos Verlaine*
Os temas elencados acima são prioritários na agenda dos trabalhadores.
Em 2010 haverá eleições e nada garante ao movimento sindical que se não tiverem desfecho positivo ainda este ano será possível em qualquer cenário manter a agenda em curso num rumo adequado para o movimento sindical.
Salário mínimo
Caso não seja transformado em lei, o projeto de aumento real do mínimo, não existe nenhuma garantia que o Governo Federal terá condições de continuar, por meio de medida provisória, com a política de valorização do salário mínimo.
A Câmara precisa votar a emenda do senador Paulo Paim (PT/RS) ao PL 1/07 o mais rápido possível, sob pena de colocar em risco o ganho real para o salário mínimo.
O presidente da República, apesar de o Congresso não ter aprovado o projeto, editou MPs nos anos de 2008 e 2009 assegurando reajuste e aumento real com base nos parâmetros fixados na política de recuperação do piso salarial do País.
Para os próximos dois anos, entretanto, o Governo Federal terá dificuldades, sem uma lei em vigor sobre o tema, de continuar, por meio de MP, com a política de valorização do salário mínimo, por dois relevantes motivos.
O primeiro motivo, em relação a 2010, é de natureza política.
O aumento real do salário mínimo para 2010, respeitada as diretrizes do projeto, deverá ser fixado com base no PIB de dois anos anteriores, portanto, de 2008, o maior PIB dos últimos 20 anos, que será anunciado no final de 2009, um ano de inflação baixa e PIB muito baixo ou até negativo.
O segundo motivo, este relativo a 2011, seria de natureza político-eleitoral.
Teria o presidente da República, nos últimos dias de seu mandato, condições políticas de editar uma MP concedendo aumento real para o salário mínimo, cuja vigência coincidiria com a posse de seu sucessor?
Fator previdenciário
O tema está sob impasse na Câmara. O Governo não aceita simplesmente extinguir o fator. Os trabalhadores apóiam o projeto do senador Paulo Paim (PT/RS), que quer acabar com o fator.
O relator, deputado Pepe Vargas (PT/RS) apresentou uma solução que não contempla os trabalhadores, o fator 85/95.
Desse modo, é preciso urgentemente construir uma proposta negociada.
Sustentação financeira dos sindicatos
A contribuição negocial volta à agenda política. A Adin (ação direta de inconstitucionalidade) do DEM, que questiona o repassa às centrais de recursos da contribuição sindical acendeu a luz amarela.
Com início da discussão pelo Supremo, cuja votação parcial está em três votos contra o repasse e dois a favor, impõe ao movimento sindical construir alternativas para o caso de o STF acatar a ação do Democratas.
Desse modo, o Ministério do Trabalho tende a acelerar a elaboração, com as centrais, de proposta que resolva finalmente este impasse sobre a sustentação financeira das entidades sindicais de trabalhadores.
Há ainda o projeto de lei (PLS 248/06) do senador Paulo Paim (PT/RS), que regulamenta a taxa assistencial, cobrada em razão das negociações coletivas de trabalho.
Parcela expressiva do movimento sindical quer resolver este imbróglio, com objetivo de superar o impasse que envolve a cobrança pelos sindicatos e a postura do Ministério Público do Trabalho, que a considera ilegal, sobretudo para os trabalhadores não sindicalizados.
Terceirização
Este também é um tema caro ao movimento sindical, pois a terceirização nos moldes em que vem sendo praticada no País significa relações precárias de trabalho, salários aviltados e impossibilidade de aposentadoria.
Desse modo, as centrais defendem o arquivamento do PL 4.302/98, do ex-presidente FHC, por meio da mensagem presidencial 393/03, enviada por Lula ao Congresso, bem como a rejeição do PL 4.330/04, do deputado Sandro Mabel (PR/GO), e, em seguida, a construção negociada pelo Governo, empresários e trabalhadores de uma proposta que regulamente essa modalidade de trabalho em condições mais humanas e sem desvantagens para os trabalhadores.
Com exceção do projeto de lei que trata da regulamentação da taxa assistencial, todos os demais compõem a "pauta trabalhista" apresentada pelas centrais ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP) em maio.
A crise econômica tem afetado dramaticamente nove em cada 10 empresas multinacionais, e seis em cada 10 tiveram seu faturamento e desempenho operacional contraídos.
E mesmo que o pior período da crise tenha passado, a esmagadora maioria das empresas ainda concentra esforços para sobreviver.
Existe ainda uma minoria que busca formas para aproveitar a conjuntura atual e agarrar novas oportunidades.
Estes resultados foram auferidos das respostas de 570 executivos de alto escalão de empresas multinacionais de todo o mundo, em pesquisa realizada no mês passado pela empresa de consultoria em serviços de controle, tributação e financeiros Ernst & Young, em relação às consequências da crise.
Mais da metade dos executivos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 1 bilhão.
Desperta interesse o fato de, ao serem questionados se o pior já passou, 42% responderem que os primeiros sinais de reaquecimento da economia mundial já são visíveis ou se tornarão visíveis perto do final deste ano.
Uma minoria de 21% declarou que não espera reaquecimento da economia mundial antes do segundo semestre do ano que vem.
Alguns setores da economia estão mais otimistas que outros - especificamente, os setores de telecomunicações, energia, petróleo e gás natural -, e outros esperam um período de crise prolongado, como nos setores de administração de capitais, imóveis e construção civil.
Os executivos europeus participantes da pesquisa foram mais pessimistas que os da Ásia e do continente americano.
Reação provisória
Um dirigente europeu da Ernst & Young comentou que "esta pesquisa não comprova somente as permanentes reações às mudanças que ocorreram nos últimos 12 meses, ela apresenta o quão diretas foram as mudanças por tão poucos previstas".
Mais de 3/4 dos executivos entrevistados se declararam surpresos tanto com a agressividade quanto com a velocidade da queda.
"Oportunidades em meio ao ambiente desfavorável: Acelerando as mudanças" são que 43% dos entrevistados responderam que seus modelos operacionais têm sido permanentemente mudado após os eventos dos últimos 18 meses.
Já 45% declararam que a reação à tais eventos foi provisória. E 56% dos executivos disseram que os processos de gerenciamento de risco foram permanentemente alterados em suas empresas, e para 33% a mudança foi provisória.
Para 45% dos executivos, o âmbito funcional que regulamenta a atividade empresarial de suas empresas foi alterado desde os alicerces.
Os entrevistados enfrentaram as demais mudanças de seu modelo funcional, como a volatilidade de preços, a lucratividade, a tensão da concorrência e a estabilidade econômica, como sendo de caráter provisório, e se verificou que pouco mais de 20% deles consideraram que as mudanças mencionadas são de caráter mais permanente.
Dado da Unctad
Outro dado importante sobre as multinacionais foi revelado pela Conferência de Desenvolvimento e Comércio da ONU (Unctad), que prevê uma queda de 50% nos fluxos de investimentos no mundo em 2009.
De olho no mercado interno brasileiro, multinacionais apontam o país como o quarto destino preferido para investimentos nos próximos dois anos entre todas as economias no mundo.
A constatação é da Mas uma leve retomada já seria registrada em 2010 e uma recuperação "substancial" dos investimentos ocorreria em 2011.
Os países que formam o Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - ocupam quatro dos cinco primeiros lugares preferidos para investimentos até 2011. A constatação é resultado de uma pesquisa realizada pelo órgão com mais de 240 multinacionais pelo mundo.
A liderança é do mercado chinês, com 56% das preferências das multinacionais, seguida pelos Estados Unidos.
A quebra de empresas americanas ainda atrairá investidores, inclusive de países emergentes, que buscarão adquiri-las por preços mais baixos diante da crise e dos processos de reestruturação. (Fonte: Monitor Mercantil, no Blog O outro lado da notícia)
Nove em cada 10 multinacionais foram afetadas pela crise internacional
A crise econômica tem afetado dramaticamente nove em cada 10 empresas multinacionais, e seis em cada 10 tiveram seu faturamento e desempenho operacional contraídos.
E mesmo que o pior período da crise tenha passado, a esmagadora maioria das empresas ainda concentra esforços para sobreviver.
Existe ainda uma minoria que busca formas para aproveitar a conjuntura atual e agarrar novas oportunidades.
Estes resultados foram auferidos das respostas de 570 executivos de alto escalão de empresas multinacionais de todo o mundo, em pesquisa realizada no mês passado pela empresa de consultoria em serviços de controle, tributação e financeiros Ernst & Young, em relação às consequências da crise.
Mais da metade dos executivos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 1 bilhão.
Desperta interesse o fato de, ao serem questionados se o pior já passou, 42% responderem que os primeiros sinais de reaquecimento da economia mundial já são visíveis ou se tornarão visíveis perto do final deste ano.
Uma minoria de 21% declarou que não espera reaquecimento da economia mundial antes do segundo semestre do ano que vem.
Alguns setores da economia estão mais otimistas que outros - especificamente, os setores de telecomunicações, energia, petróleo e gás natural -, e outros esperam um período de crise prolongado, como nos setores de administração de capitais, imóveis e construção civil.
Os executivos europeus participantes da pesquisa foram mais pessimistas que os da Ásia e do continente americano.
Reação provisória
Um dirigente europeu da Ernst & Young comentou que "esta pesquisa não comprova somente as permanentes reações às mudanças que ocorreram nos últimos 12 meses, ela apresenta o quão diretas foram as mudanças por tão poucos previstas".
Mais de 3/4 dos executivos entrevistados se declararam surpresos tanto com a agressividade quanto com a velocidade da queda.
"Oportunidades em meio ao ambiente desfavorável: Acelerando as mudanças" são que 43% dos entrevistados responderam que seus modelos operacionais têm sido permanentemente mudado após os eventos dos últimos 18 meses.
Já 45% declararam que a reação à tais eventos foi provisória. E 56% dos executivos disseram que os processos de gerenciamento de risco foram permanentemente alterados em suas empresas, e para 33% a mudança foi provisória.
Para 45% dos executivos, o âmbito funcional que regulamenta a atividade empresarial de suas empresas foi alterado desde os alicerces.
Os entrevistados enfrentaram as demais mudanças de seu modelo funcional, como a volatilidade de preços, a lucratividade, a tensão da concorrência e a estabilidade econômica, como sendo de caráter provisório, e se verificou que pouco mais de 20% deles consideraram que as mudanças mencionadas são de caráter mais permanente.
Dado da Unctad
Outro dado importante sobre as multinacionais foi revelado pela Conferência de Desenvolvimento e Comércio da ONU (Unctad), que prevê uma queda de 50% nos fluxos de investimentos no mundo em 2009.
De olho no mercado interno brasileiro, multinacionais apontam o país como o quarto destino preferido para investimentos nos próximos dois anos entre todas as economias no mundo.
A constatação é da Mas uma leve retomada já seria registrada em 2010 e uma recuperação "substancial" dos investimentos ocorreria em 2011.
Os países que formam o Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - ocupam quatro dos cinco primeiros lugares preferidos para investimentos até 2011. A constatação é resultado de uma pesquisa realizada pelo órgão com mais de 240 multinacionais pelo mundo.
A liderança é do mercado chinês, com 56% das preferências das multinacionais, seguida pelos Estados Unidos.
A quebra de empresas americanas ainda atrairá investidores, inclusive de países emergentes, que buscarão adquiri-las por preços mais baixos diante da crise e dos processos de reestruturação. (Fonte: Monitor Mercantil, no Blog O outro lado da notícia)
A confiança do consumidor apresentou melhora no segundo trimestre deste ano.
Segundo o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) divulgado, nesta quinta-feira (18), a confiança do consumidor subiu 3,7%, de 106,3 pontos no primeiro trimestre para 110,3 pontos no segundo. Mesmo com a alta, o índice ainda aponta uma retração de 4,6% frente ao indicador do terceiro trimestre do ano passado, quando os efeitos da crise internacional ainda não eram tão pronunciados sobre a economia brasileira. Em relação ao mesmo período do ano passado, a pesquisa realizada com 2.002 pessoas detectou que o acréscimo foi de 0,4%. Indicadores Todos os demais apresentaram acréscimo. Segundo a entidade, apesar da pequena queda no índice de renda, ele ainda manteve-se elevado, considerando-se a sua média histórica. O índice relativo à inflação teve alta de 11,2% em relação a março, e atingiu 115,9 pontos, depois de alcançar, no primeiro trimestre, o menor índice desde março de 2001 (104,2 pontos). Na comparação com julho de 2008, foi apontada variação positiva de 9,9%. O desemprego também apresentou melhora na comparação com março, com alta de 17%. No entanto, em relação ao segundo trimestre do ano passado, o índice segue 1,8% abaixo do registrado, com 118,4 pontos. O endividamento apresentou melhora tanto na comparação com março (3,4%), como na comparação com julho de 2008 (2%). Segundo a pesquisa, isso demonstra que há uma redução no endividamento dos consumidores. De acordo com a pesquisa, mesmo com essa melhora não dá para afirmar que há um crescimento de compras de bens de maior valor. (Fonte: InfoMoney)
Entre os indicadores que compõem o índice, na comparação com o trimestre anterior, apenas os de renda pessoal e situação financeira apresentaram recuo, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.
Confiança do consumidor cresce no segundo trimestre, revela CNI
A confiança do consumidor apresentou melhora no segundo trimestre deste ano.
Segundo o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) divulgado, nesta quinta-feira (18), a confiança do consumidor subiu 3,7%, de 106,3 pontos no primeiro trimestre para 110,3 pontos no segundo. Mesmo com a alta, o índice ainda aponta uma retração de 4,6% frente ao indicador do terceiro trimestre do ano passado, quando os efeitos da crise internacional ainda não eram tão pronunciados sobre a economia brasileira. Em relação ao mesmo período do ano passado, a pesquisa realizada com 2.002 pessoas detectou que o acréscimo foi de 0,4%. Indicadores Todos os demais apresentaram acréscimo. Segundo a entidade, apesar da pequena queda no índice de renda, ele ainda manteve-se elevado, considerando-se a sua média histórica. O índice relativo à inflação teve alta de 11,2% em relação a março, e atingiu 115,9 pontos, depois de alcançar, no primeiro trimestre, o menor índice desde março de 2001 (104,2 pontos). Na comparação com julho de 2008, foi apontada variação positiva de 9,9%. O desemprego também apresentou melhora na comparação com março, com alta de 17%. No entanto, em relação ao segundo trimestre do ano passado, o índice segue 1,8% abaixo do registrado, com 118,4 pontos. O endividamento apresentou melhora tanto na comparação com março (3,4%), como na comparação com julho de 2008 (2%). Segundo a pesquisa, isso demonstra que há uma redução no endividamento dos consumidores. De acordo com a pesquisa, mesmo com essa melhora não dá para afirmar que há um crescimento de compras de bens de maior valor. (Fonte: InfoMoney)
Entre os indicadores que compõem o índice, na comparação com o trimestre anterior, apenas os de renda pessoal e situação financeira apresentaram recuo, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.