A confiança do consumidor apresentou melhora no segundo trimestre deste ano.

Segundo o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) divulgado, nesta quinta-feira (18), a confiança do consumidor subiu 3,7%, de 106,3 pontos no primeiro trimestre para 110,3 pontos no segundo.

Mesmo com a alta, o índice ainda aponta uma retração de 4,6% frente ao indicador do terceiro trimestre do ano passado, quando os efeitos da crise internacional ainda não eram tão pronunciados sobre a economia brasileira.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a pesquisa realizada com 2.002 pessoas detectou que o acréscimo foi de 0,4%.

Indicadores Entre os indicadores que compõem o índice, na comparação com o trimestre anterior, apenas os de renda pessoal e situação financeira apresentaram recuo, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.

Todos os demais apresentaram acréscimo.

Segundo a entidade, apesar da pequena queda no índice de renda, ele ainda manteve-se elevado, considerando-se a sua média histórica.

O índice relativo à inflação teve alta de 11,2% em relação a março, e atingiu 115,9 pontos, depois de alcançar, no primeiro trimestre, o menor índice desde março de 2001 (104,2 pontos).

Na comparação com julho de 2008, foi apontada variação positiva de 9,9%.

O desemprego também apresentou melhora na comparação com março, com alta de 17%.

No entanto, em relação ao segundo trimestre do ano passado, o índice segue 1,8% abaixo do registrado, com 118,4 pontos.

O endividamento apresentou melhora tanto na comparação com março (3,4%), como na comparação com julho de 2008 (2%).

Segundo a pesquisa, isso demonstra que há uma redução no endividamento dos consumidores.

De acordo com a pesquisa, mesmo com essa melhora não dá para afirmar que há um crescimento de compras de bens de maior valor. (Fonte: InfoMoney)

 

" />
Notícias Publicado: 19/06/2009 | 10:35

Confiança do consumidor cresce no segundo trimestre, revela CNI

 A confiança do consumidor apresentou melhora no segundo trimestre deste ano.

Segundo o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) divulgado, nesta quinta-feira (18), a confiança do consumidor subiu 3,7%, de 106,3 pontos no primeiro trimestre para 110,3 pontos no segundo.

Mesmo com a alta, o índice ainda aponta uma retração de 4,6% frente ao indicador do terceiro trimestre do ano passado, quando os efeitos da crise internacional ainda não eram tão pronunciados sobre a economia brasileira.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a pesquisa realizada com 2.002 pessoas detectou que o acréscimo foi de 0,4%.

Indicadores
Entre os indicadores que compõem o índice, na comparação com o trimestre anterior, apenas os de renda pessoal e situação financeira apresentaram recuo, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.

Todos os demais apresentaram acréscimo.

Segundo a entidade, apesar da pequena queda no índice de renda, ele ainda manteve-se elevado, considerando-se a sua média histórica.

O índice relativo à inflação teve alta de 11,2% em relação a março, e atingiu 115,9 pontos, depois de alcançar, no primeiro trimestre, o menor índice desde março de 2001 (104,2 pontos).

Na comparação com julho de 2008, foi apontada variação positiva de 9,9%.

O desemprego também apresentou melhora na comparação com março, com alta de 17%.

No entanto, em relação ao segundo trimestre do ano passado, o índice segue 1,8% abaixo do registrado, com 118,4 pontos.

O endividamento apresentou melhora tanto na comparação com março (3,4%), como na comparação com julho de 2008 (2%).

Segundo a pesquisa, isso demonstra que há uma redução no endividamento dos consumidores.

De acordo com a pesquisa, mesmo com essa melhora não dá para afirmar que há um crescimento de compras de bens de maior valor. (Fonte: InfoMoney)


 

 A confiança do consumidor apresentou melhora no segundo trimestre deste ano.

Segundo o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) divulgado, nesta quinta-feira (18), a confiança do consumidor subiu 3,7%, de 106,3 pontos no primeiro trimestre para 110,3 pontos no segundo.

Mesmo com a alta, o índice ainda aponta uma retração de 4,6% frente ao indicador do terceiro trimestre do ano passado, quando os efeitos da crise internacional ainda não eram tão pronunciados sobre a economia brasileira.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a pesquisa realizada com 2.002 pessoas detectou que o acréscimo foi de 0,4%.

Indicadores
Entre os indicadores que compõem o índice, na comparação com o trimestre anterior, apenas os de renda pessoal e situação financeira apresentaram recuo, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.

Todos os demais apresentaram acréscimo.

Segundo a entidade, apesar da pequena queda no índice de renda, ele ainda manteve-se elevado, considerando-se a sua média histórica.

O índice relativo à inflação teve alta de 11,2% em relação a março, e atingiu 115,9 pontos, depois de alcançar, no primeiro trimestre, o menor índice desde março de 2001 (104,2 pontos).

Na comparação com julho de 2008, foi apontada variação positiva de 9,9%.

O desemprego também apresentou melhora na comparação com março, com alta de 17%.

No entanto, em relação ao segundo trimestre do ano passado, o índice segue 1,8% abaixo do registrado, com 118,4 pontos.

O endividamento apresentou melhora tanto na comparação com março (3,4%), como na comparação com julho de 2008 (2%).

Segundo a pesquisa, isso demonstra que há uma redução no endividamento dos consumidores.

De acordo com a pesquisa, mesmo com essa melhora não dá para afirmar que há um crescimento de compras de bens de maior valor. (Fonte: InfoMoney)