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O Sindicato dos Engenheiros do estado de São Paulo (Seesp) realiza, entre 14 e 16 de abril, eleições para a diretoria que estará à frente da entidade no mandato 2010/2013. Apenas uma chapa foi inscrita, encabeçada pelo atual presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro.
A votação será realizada por meio da internet, com início à zero hora de terça-feira (14) e encerramento na quinta (16), às 19 horas. Os votos serão registrados pelos eleitores no site do Sindicato (www.seesp.org.br). O sistema de votação é seguro e permite ampla participação, já que o associado pode votar onde quer que esteja. Até 10 de abril, todos os filiados em condições de voto receberão uma correspondência com instruções e a senha para participação no processo. Voto na sede Nesse caso, é preciso estar munido de documento de identidade pessoal, além da senha enviada previamente pelo correio. (Fonte: Agência Sindical)
Somente no dia 16, será coloca disponível um equipamento habilitado a receber votos na sede do Sindicato, em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, Centro).
SP: engenheiros elegem nova diretoria do sindicato a partir do dia 14
O Sindicato dos Engenheiros do estado de São Paulo (Seesp) realiza, entre 14 e 16 de abril, eleições para a diretoria que estará à frente da entidade no mandato 2010/2013. Apenas uma chapa foi inscrita, encabeçada pelo atual presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro.
A votação será realizada por meio da internet, com início à zero hora de terça-feira (14) e encerramento na quinta (16), às 19 horas. Os votos serão registrados pelos eleitores no site do Sindicato (www.seesp.org.br). O sistema de votação é seguro e permite ampla participação, já que o associado pode votar onde quer que esteja. Até 10 de abril, todos os filiados em condições de voto receberão uma correspondência com instruções e a senha para participação no processo. Voto na sede Nesse caso, é preciso estar munido de documento de identidade pessoal, além da senha enviada previamente pelo correio. (Fonte: Agência Sindical)
Somente no dia 16, será coloca disponível um equipamento habilitado a receber votos na sede do Sindicato, em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista, Centro).
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
SP: Assembleia Legislativa aprova novo piso salarial; faixas até R$ 545
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
Foi suspenso o processo de demissão de 58 dos 84 empregados da Bekum do Brasil, fabricante de embalagens de plásticos, localizada na cidade de São Paulo.
Ao término dos 60 dias, caso mantenha a decisão de corte, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias imediatamente, além do acréscimo de um salário para cada funcionário. Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Edson Passos, o grupo que mantinha um acampamento no galpão da empresa desde o último dia 3 de março estava se retirando do local, na expectativa de cumprimento da medida judicial. A advogada Anneliese Moritiz, do escritório Felsberg & Associados, contratado para defender a empresa, disse que nesse prazo de 60 dias a Bekum do Brasil pretende negociar com o sindicato da categoria. Mas, segundo ela, qualquer decisão só poderá ser tomada mediante à aprovação dos credores. A advogada informou que os débitos somam entre RS$ 17 e RS 18 milhões, todos referentes às dívidas no mercado interno.
Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a empresa terá de conceder licença remunerada pelo prazo de 60 dias a todos os funcionários dispensados no último dia 20 de fevereiro.
Por ter entrado em processo de recuperação judicial, a Bekum mantinha a posição de não efetuar de imediato o pagamento das indenizações. A companhia é associada a uma empresa do setor, que tem sede em Berlim, na Alemanha.
"Vamos agora esperar a ação da empresa diante dessa medida favorável aos empregados", afirmou o líder sindical.
SP: Justiça manda empresa de embalagens a suspender demissões
Foi suspenso o processo de demissão de 58 dos 84 empregados da Bekum do Brasil, fabricante de embalagens de plásticos, localizada na cidade de São Paulo.
Ao término dos 60 dias, caso mantenha a decisão de corte, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias imediatamente, além do acréscimo de um salário para cada funcionário. Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Edson Passos, o grupo que mantinha um acampamento no galpão da empresa desde o último dia 3 de março estava se retirando do local, na expectativa de cumprimento da medida judicial. A advogada Anneliese Moritiz, do escritório Felsberg & Associados, contratado para defender a empresa, disse que nesse prazo de 60 dias a Bekum do Brasil pretende negociar com o sindicato da categoria. Mas, segundo ela, qualquer decisão só poderá ser tomada mediante à aprovação dos credores. A advogada informou que os débitos somam entre RS$ 17 e RS 18 milhões, todos referentes às dívidas no mercado interno.
Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), a empresa terá de conceder licença remunerada pelo prazo de 60 dias a todos os funcionários dispensados no último dia 20 de fevereiro.
Por ter entrado em processo de recuperação judicial, a Bekum mantinha a posição de não efetuar de imediato o pagamento das indenizações. A companhia é associada a uma empresa do setor, que tem sede em Berlim, na Alemanha.
"Vamos agora esperar a ação da empresa diante dessa medida favorável aos empregados", afirmou o líder sindical.
A Assembleia Legislativa aprovou, na última terça-feira (31), por unanimidade, em segunda discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião (PMDB) que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O texto segue, agora, para sanção presidencial.
O aumento nas seis faixas salariais - que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 - beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. "O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, sobretudo nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores", disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB). O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida - São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465. "O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida", argumentou o líder do Governo. Impacto "Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais", disse o economista Sandro Silva. O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. "Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná", explicou Silva. Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. "Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso estado", disse. O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. "Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná", falou Requião. (Fonte: AEN) Veja as seis faixas salariais do piso regional do Paraná: Piso 1 Piso 2 Piso 3 Piso 4 Piso 5 Piso 6
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
R$ 629,65 - técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
R$ 625,06 - trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
R$ 620,46 - trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
R$ 614,72 - trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
R$ 610,12 - trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
R$ 605,52 - trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
PR: deputados aprovam no estado maior do país
A Assembleia Legislativa aprovou, na última terça-feira (31), por unanimidade, em segunda discussão, projeto de lei enviado pelo governador Roberto Requião (PMDB) que reajusta em 14,9% o piso salarial regional do Paraná. O texto segue, agora, para sanção presidencial.
O aumento nas seis faixas salariais - que variam de R$ 605,52 a R$ 629,65 - beneficia diretamente 174 mil empregados domésticos, no comércio e em atividades rurais, entre outras categorias, e deve injetar R$ 754 milhões anuais na economia paranaense. "O piso salarial regional é um importante instrumento de distribuição de renda. Desde que foi implantado, em 2006, injetou em média R$ 500 milhões por ano na economia do Paraná. Isso é fundamental principalmente agora, em tempos de crise, para que se mantenha, sobretudo nos pequenos municípios, o poder de compra dos trabalhadores", disse o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB). O mínimo regional do Paraná continua o maior do País. É 12,5%, em média, mais alto que o dos três estados que também adotam a medida - São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Além disso, vale de 30,2% a 35,4% mais que o salário mínimo, R$ 465. "O piso regional e a política fiscal do Governo do Paraná impulsionaram a economia e sustentam o consumo de alimentos e de outros bens, como roupas, calçados e produtos de limpeza e de higiene pessoal, além de amortecer o impacto da crise tanto na produção como no emprego. O salário mínimo regional deu poder de compra para mais de um milhão de trabalhadores. Com mais dinheiro circulando, a economia se mantém fortalecida", argumentou o líder do Governo. Impacto "Os trabalhadores organizados em sindicatos terão no piso um importante instrumento para negociação dos seus salários nos dissídios coletivos. Essa projeção não conta ainda os trabalhadores informais. No total, o reajuste pode atender 468 mil trabalhadores formais", disse o economista Sandro Silva. O Dieese também mediu o potencial de impacto na renda dos trabalhadores e na economia do estado. Aos 174 mil trabalhadores atendidos diretamente, o reajuste representa R$ 282,4 milhões. Para os trabalhadores organizados em sindicatos cujos salários são indexados ao piso regional, a medida trará mais R$ 472 milhões por ano. "Somado, isso representa um potencial de impacto de R$ 754,4 milhões na economia do Paraná", explicou Silva. Para o governador Roberto Requião, o reajuste do salário regional contribui para a diminuição das desigualdades sociais, melhora a distribuição de renda e o acesso da população a bens de consumo essenciais. "Uma renda mais equalitária fortalece o mercado consumidor e estimula o aumento da produção real do Paraná, além de reduzir os efeitos da grave crise econômica internacional em nosso estado", disse. O piso também leva em conta, segundo o governador, o incremento da remuneração de admissão dos trabalhadores assalariados praticada no mercado de trabalho e a evolução da atividade econômica paranaense em 2008. "Pode-se considerar que um reajuste de 14,9% nos vários pisos salariais regionais vigentes no estado nos tornam atualizados em 2009, se comparados com o próprio mercado de trabalho, assim como alinhados ao ritmo de crescimento apresentado pela economia do Paraná", falou Requião. (Fonte: AEN) Veja as seis faixas salariais do piso regional do Paraná: Piso 1 Piso 2 Piso 3 Piso 4 Piso 5 Piso 6
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), além dos 174 mil trabalhadores de categorias não organizadas beneficiadas diretamente pelo reajuste, outros 284 mil trabalhadores formais também terão aumentos, já que recebem entre 1,3 e 1,6 do piso regional.
R$ 629,65 - técnicos de nível médio (Grande Grupo 3 da Classificação Brasileira de Ocupações).
R$ 625,06 - trabalhadores da produção de bens e serviços industriais (Grandes Grupos Ocupacionais 7 e 8 da CBO).
R$ 620,46 - trabalhadores de serviços administrativos (Grande Grupo Ocupacional 4 da CBO).
R$ 614,72 - trabalhadores de reparação e manutenção (Grande Grupo Ocupacional 9 da CBO).
R$ 610,12 - trabalhadores empregados em serviços, vendedores do comércio em lojas e mercados (Grande Grupo Ocupacional 5 da CBO).
R$ 605,52 - trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca (Grande Grupo Ocupacional 6 da CBO).
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
SP: Assembleia Legislativa aprova novo piso salarial; faixas até R$ 545
O projeto de lei, proposto pelo governo do estado, que institui reajuste ao Piso Salarial Regional foi aprovado, na última terça-feira (31), pela Assembleia Legislativa. Agora, a proposta segue para sanção do Executivo.
Pela proposta, as três faixas salariais devem passar dos atuais R$ 450, R$ 475 e R$ 505 para R$ 505, R$ 530 e R$ 545, respectivamente, variando 12,2%, 11,6% e 11,9%, nesta ordem. Beneficiados Para o governador do estado paulista, José Serra, o reajuste "é um avanço que beneficia, no mínimo, um milhão de pessoas", principalmente aquelas que envolvem "as categorias menos protegidas pela legislação, que têm sindicatos menores ou não têm sindicatos". O aumento levou em conta índices como o INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) e a variação do PIB (Produto Interno Bruto). Faixas No grupo 2 (R$ 530) encontram-se os carteiros, tintureiros, barbeiros, manicures e pedicures, pintores, encanadores, soldadores, garçons, cobradores de transportes coletivos, pedreiros, seguranças, entre outros. O terceiro grupo (R$ 545), por sua vez, abrange administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compra e venda, entre outros. (Fonte: InfoMoney)
De acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos, o aumento vem em função do quadro de desemprego.
Conforme divulgou o governo de São Paulo, a primeira faixa (R$ 505) teve reajuste maior porque nela estão incluídas as ocupações com menor remuneração e qualificação, como trabalhadores domésticos, agropecuários, auxiliares de serviços gerais de escritório e motoboys.
A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Pará (Fetagri) abriu, nesta quinta-feira (26), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o seu 7º Congresso estadual, com cerca de 300 trabalhadores rurais ligados aos 142 sindicatos de trabalhadores rurais filiados à entidade.
Nesta sexta-feira (27), a Fetagri lança a Campanha Estadual pelo limite da propriedade da terra, e campanha de combate à grilagem no campo. Entre os objetivos do 7° Congresso da Fetagri, destacam-se a análise de conjuntura política atual, com discussão sobre a política agrícola, agrária e ambiental do Brasil e no estado. Será debatido também a formação, organização sindical dos agricultores e assalariados rurais e o seu papel estratégico no contexto da sociedade rural. Assim como as políticas sociais, a questão da mulher e da juventude rural. Neste ano, a Fetagri/PA também comemora 40 anos de história, lutas, conquistas e aprendizados, com atuação na defesa e no direito ao acesso nas políticas públicas. Limite da propriedade da terra A campanha será iniciada com a coleta de um milhão de assinaturas com o objetivo de apresentar um projeto de lei com caráter popular no Congresso Nacional para garantir que toda e qualquer propriedade de terra no Brasil tenha um limite, impedindo com isto a concentração de terras e o crescimento do latifúndio no Brasil. Será lançada a campanha de combate à grilagem no campo, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre as fraudes nos cartórios. Ainda hoje, a partir das 19 horas, será feito o ato de comemoração dos 40 anos da Fetagri, quando será apresentado, pelo Instituto de Terras do Pará-Iterpa, a portaria de criação de sete assentamentos estaduais de reforma agrária nos municípios de Bujarú, Tailândia, Bom Jesus do Tocantins e Rondon do Pará beneficiando cerca de 500 famílias. (Fonte: Fetagri, no Diário do Pará)
A entidade lança, com base na campanha nacional, a campanha estadual pelo limite da propriedade da terra, em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Faz parte da luta da entidade pela regularização fundiária e reforma agrária.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no estado do Pará existe trinta milhões de hectares grilados.
PA: Fetagri completa 40 anos e promove 7º congresso estadual
A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Pará (Fetagri) abriu, nesta quinta-feira (26), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o seu 7º Congresso estadual, com cerca de 300 trabalhadores rurais ligados aos 142 sindicatos de trabalhadores rurais filiados à entidade.
Nesta sexta-feira (27), a Fetagri lança a Campanha Estadual pelo limite da propriedade da terra, e campanha de combate à grilagem no campo. Entre os objetivos do 7° Congresso da Fetagri, destacam-se a análise de conjuntura política atual, com discussão sobre a política agrícola, agrária e ambiental do Brasil e no estado. Será debatido também a formação, organização sindical dos agricultores e assalariados rurais e o seu papel estratégico no contexto da sociedade rural. Assim como as políticas sociais, a questão da mulher e da juventude rural. Neste ano, a Fetagri/PA também comemora 40 anos de história, lutas, conquistas e aprendizados, com atuação na defesa e no direito ao acesso nas políticas públicas. Limite da propriedade da terra A campanha será iniciada com a coleta de um milhão de assinaturas com o objetivo de apresentar um projeto de lei com caráter popular no Congresso Nacional para garantir que toda e qualquer propriedade de terra no Brasil tenha um limite, impedindo com isto a concentração de terras e o crescimento do latifúndio no Brasil. Será lançada a campanha de combate à grilagem no campo, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre as fraudes nos cartórios. Ainda hoje, a partir das 19 horas, será feito o ato de comemoração dos 40 anos da Fetagri, quando será apresentado, pelo Instituto de Terras do Pará-Iterpa, a portaria de criação de sete assentamentos estaduais de reforma agrária nos municípios de Bujarú, Tailândia, Bom Jesus do Tocantins e Rondon do Pará beneficiando cerca de 500 famílias. (Fonte: Fetagri, no Diário do Pará)
A entidade lança, com base na campanha nacional, a campanha estadual pelo limite da propriedade da terra, em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Faz parte da luta da entidade pela regularização fundiária e reforma agrária.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no estado do Pará existe trinta milhões de hectares grilados.
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
DF: entidades sindicais fundam Força Sindical em Brasília
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
Servidores públicos municipais entraram em greve, nesta segunda-feira (23), e ocuparam o pátio da Secretaria Municipal de Finanças, no Centro de Maceió. Liderados pelo sindicato da categoria, eles reivindicam reajuste salarial e a instituição de um Plano de Cargo e Carreira. A ocupação ocorreu logo após uma passeata dos servidores grevistas pelas ruas do centro.
Segundo o secretário de comunicação do prefeito Cícero Almeida (PP), Marcelo Firmino, a Procuradoria Geral do Município estuda entrar com uma ação na Justiça para pedir que seja decretada a ilegalidade da greve e garantir o funcionamento da Secretaria de Finanças. "Precisamos garantir o livre acesso dos servidores que quiserem trabalhar, além dos usuários que procuram a Secretaria", disse Firmino. Disparidade "O prefeito disse que o aumento não foi concedido por ele, que foi aprovado pela Câmara no final da gestão passada, mas nós não temos nada com isso, reivindicamos apenas um tratamento isonômico", afirmou o sindicalista. Em entrevista à imprensa, o prefeito negou que servidores estivessem sofrendo 'perseguição' em algumas secretarias para não aderirem à greve. Almeida disse que a prefeitura está com problemas na arrecadação de recursos, por isso não pode conceder 80% de reajuste salarial. Ele disse que no primeiro trimestre deste ano a arrecadação teve uma queda de 40% em relação a igual período do ano passado. "A nossa arrecadação, que era de R$ 30 milhões, caiu para R$ 8 ou R$ 9 milhões. Existe uma crise nacional, e é necessário que haja uma preocupação por parte de todos. Esperávamos dinheiro do Governo Federal que não chegou. Foi um tombo por cima do outro", argumentou o prefeito. "Por isso, estamos pensando em cortar despesas e onde pudermos cortar vamos cortar. A secretaria que tiver que fechar, vai fechar", afirmou Almeida, rebatendo as declarações de Lopes, de que cerca de 4 mil servidores teriam aderindo à paralisação por tempo indeterminado. Reunião "Os servidores entendem a situação que estamos vivendo", afirmou. Almeida desmentiu que teria proposto R$ 1 real de reajuste às categorias e a oferta teria despertado a indignação dos trabalhadores. "Isso não existe. Seria 'medíocre' da minha parte". O prefeito também revelou que haverá uma reunião 'decisiva' amanhã, quando serão discutidas as finanças do município e a possibilidade de um reajuste salarial para todos os servidores. "Não adianta a gente oferecer uma coisa e amanhã não poder pagar. Por isso, só vamos oferecer aquilo que podemos pagar", disse ele. (Fonte:Agência Estado)
O presidente do Sindicato de Servidores da Prefeitura (Sindpref), Sidney Lopes, disse que o prefeito apresentou uma proposta de reajuste de 5% para os servidores, mas reajustou o salário dele e dos secretários municipais em 80%, no início do ano.
Segundo o prefeito, a greve se restringe à categoria dos guardas municipais. "Só os guardas pararam e justo eles, que foram os servidores que mais se beneficiaram com o último reajuste. Os demais órgãos funcionam normalmente, todos estão trabalhando".
AL: servidores municipais entram em greve por salário e PCC
Servidores públicos municipais entraram em greve, nesta segunda-feira (23), e ocuparam o pátio da Secretaria Municipal de Finanças, no Centro de Maceió. Liderados pelo sindicato da categoria, eles reivindicam reajuste salarial e a instituição de um Plano de Cargo e Carreira. A ocupação ocorreu logo após uma passeata dos servidores grevistas pelas ruas do centro.
Segundo o secretário de comunicação do prefeito Cícero Almeida (PP), Marcelo Firmino, a Procuradoria Geral do Município estuda entrar com uma ação na Justiça para pedir que seja decretada a ilegalidade da greve e garantir o funcionamento da Secretaria de Finanças. "Precisamos garantir o livre acesso dos servidores que quiserem trabalhar, além dos usuários que procuram a Secretaria", disse Firmino. Disparidade "O prefeito disse que o aumento não foi concedido por ele, que foi aprovado pela Câmara no final da gestão passada, mas nós não temos nada com isso, reivindicamos apenas um tratamento isonômico", afirmou o sindicalista. Em entrevista à imprensa, o prefeito negou que servidores estivessem sofrendo 'perseguição' em algumas secretarias para não aderirem à greve. Almeida disse que a prefeitura está com problemas na arrecadação de recursos, por isso não pode conceder 80% de reajuste salarial. Ele disse que no primeiro trimestre deste ano a arrecadação teve uma queda de 40% em relação a igual período do ano passado. "A nossa arrecadação, que era de R$ 30 milhões, caiu para R$ 8 ou R$ 9 milhões. Existe uma crise nacional, e é necessário que haja uma preocupação por parte de todos. Esperávamos dinheiro do Governo Federal que não chegou. Foi um tombo por cima do outro", argumentou o prefeito. "Por isso, estamos pensando em cortar despesas e onde pudermos cortar vamos cortar. A secretaria que tiver que fechar, vai fechar", afirmou Almeida, rebatendo as declarações de Lopes, de que cerca de 4 mil servidores teriam aderindo à paralisação por tempo indeterminado. Reunião "Os servidores entendem a situação que estamos vivendo", afirmou. Almeida desmentiu que teria proposto R$ 1 real de reajuste às categorias e a oferta teria despertado a indignação dos trabalhadores. "Isso não existe. Seria 'medíocre' da minha parte". O prefeito também revelou que haverá uma reunião 'decisiva' amanhã, quando serão discutidas as finanças do município e a possibilidade de um reajuste salarial para todos os servidores. "Não adianta a gente oferecer uma coisa e amanhã não poder pagar. Por isso, só vamos oferecer aquilo que podemos pagar", disse ele. (Fonte:Agência Estado)
O presidente do Sindicato de Servidores da Prefeitura (Sindpref), Sidney Lopes, disse que o prefeito apresentou uma proposta de reajuste de 5% para os servidores, mas reajustou o salário dele e dos secretários municipais em 80%, no início do ano.
Segundo o prefeito, a greve se restringe à categoria dos guardas municipais. "Só os guardas pararam e justo eles, que foram os servidores que mais se beneficiaram com o último reajuste. Os demais órgãos funcionam normalmente, todos estão trabalhando".
Fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 280 trabalhadores em condições consideradas análogas à escravidão em fazenda de produção de biodiesel no Tocantins. Segundo eles, não havia condição adequada de alimentação e alojamento nem equipamentos de proteção.
O resgate é o maior do ano e é quase o dobro dos trabalhadores resgatados nos dois primeiros meses (149). A ação ocorreu em Caseara na semana passada e só foi divulgada nesta terça-feira (17). A fazenda é da empresa Saudibras. Segundo o ministério, dos 280, 153 trabalhadores não tinham carteira assinada. Os donos devem responder a ação civil pública. A Saudibras nega que houvesse trabalho análogo à escravidão e contesta o uso do termo "resgate" na operação. Também afirma que a propriedade foi vistoriada e nenhuma irregularidade foi encontrada. Segundo o advogado Ari José Santana, a comida tinha qualidade e os alojamentos eram de alvenaria. Ele diz que os trabalhadores não tinham carteira assinada porque haviam sido contratados dias antes, o que é permitido pela lei.
TO: Fiscais do Trabalho resgatam de 280 trabalhadores da escravidão
Fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 280 trabalhadores em condições consideradas análogas à escravidão em fazenda de produção de biodiesel no Tocantins. Segundo eles, não havia condição adequada de alimentação e alojamento nem equipamentos de proteção.
O resgate é o maior do ano e é quase o dobro dos trabalhadores resgatados nos dois primeiros meses (149). A ação ocorreu em Caseara na semana passada e só foi divulgada nesta terça-feira (17). A fazenda é da empresa Saudibras. Segundo o ministério, dos 280, 153 trabalhadores não tinham carteira assinada. Os donos devem responder a ação civil pública. A Saudibras nega que houvesse trabalho análogo à escravidão e contesta o uso do termo "resgate" na operação. Também afirma que a propriedade foi vistoriada e nenhuma irregularidade foi encontrada. Segundo o advogado Ari José Santana, a comida tinha qualidade e os alojamentos eram de alvenaria. Ele diz que os trabalhadores não tinham carteira assinada porque haviam sido contratados dias antes, o que é permitido pela lei.
O PT da Bahia aprovou resolução em que confirma o nome do atual governador do estado, Jaques Wagner, como candidato à reeleição no ano que vem. De acordo com o partido, o principal objetivo para 2010 será manter a aliança que levou Wagner à vitória em 2006.
Para isso, os petistas já iniciaram um tratamento diferenciado ao PMDB, que nas eleições municipais de 2008 venceu a disputa com o PT pela Prefeitura de Salvador, o que levou a alguns rompimentos.
Após a vitória do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), Wagner anunciou seu rompimento com o peemedebista, embora os partidos continuem aliados no Governo estadual.
A principal arma de sedução do PT ao PMDB será a vaga de senador na chapa de 2010, o que, para o presidente do diretório estadual da sigla, Lúcio Vieira Lima, ainda não representa que o acordo esteja fechado.
"O PT sinaliza com a vaga para o senado para o PMDB, mas ao mesmo tempo ele tem outros pré-candidatos ao Senado na chapa", afirma Lima, que é irmão do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
O ministro, por sua vez, tem o nome cotado para disputar a vaga no Governo caso a aliança com o PT não se consolide. Durante as eleições municipais, ele também "protagonizou" desentendimentos com Wagner, colocando os cargos do PMDB no Governo à disposição do petista.
"Caso o partido, majoritariamente, venha a decidir pela candidatura própria, teremos duas candidaturas sem nenhum problema, sem representar necessariamente um rompimento, como ocorreu em 2008", afirma o presidente do PMDB da Bahia.
Wagner já declarou sua intenção de se candidatar à reeleição e espera, inclusive, dissidências nos partidos de oposição para fortalecer sua candidatura. O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, recentemente anunciou sua desfiliação do PSDB para poder apoiar a reeleição do petista.
De olho no calendário
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles formalizará em setembro, no prazo-limite, sua já acertada filiação ao PP, partido pelo qual pretende disputar o Governo de Goiás.
No entender de aliados, não haverá problema em que ele, já com a ficha assinada, continue na presidência do Banco Central até a data da desincompatibilização. Há quem discorde. (Com agências)
BA: PT lança Wagner à reeleição e tenta aproximação com PMDB
O PT da Bahia aprovou resolução em que confirma o nome do atual governador do estado, Jaques Wagner, como candidato à reeleição no ano que vem. De acordo com o partido, o principal objetivo para 2010 será manter a aliança que levou Wagner à vitória em 2006.
Para isso, os petistas já iniciaram um tratamento diferenciado ao PMDB, que nas eleições municipais de 2008 venceu a disputa com o PT pela Prefeitura de Salvador, o que levou a alguns rompimentos.
Após a vitória do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), Wagner anunciou seu rompimento com o peemedebista, embora os partidos continuem aliados no Governo estadual.
A principal arma de sedução do PT ao PMDB será a vaga de senador na chapa de 2010, o que, para o presidente do diretório estadual da sigla, Lúcio Vieira Lima, ainda não representa que o acordo esteja fechado.
"O PT sinaliza com a vaga para o senado para o PMDB, mas ao mesmo tempo ele tem outros pré-candidatos ao Senado na chapa", afirma Lima, que é irmão do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
O ministro, por sua vez, tem o nome cotado para disputar a vaga no Governo caso a aliança com o PT não se consolide. Durante as eleições municipais, ele também "protagonizou" desentendimentos com Wagner, colocando os cargos do PMDB no Governo à disposição do petista.
"Caso o partido, majoritariamente, venha a decidir pela candidatura própria, teremos duas candidaturas sem nenhum problema, sem representar necessariamente um rompimento, como ocorreu em 2008", afirma o presidente do PMDB da Bahia.
Wagner já declarou sua intenção de se candidatar à reeleição e espera, inclusive, dissidências nos partidos de oposição para fortalecer sua candidatura. O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, recentemente anunciou sua desfiliação do PSDB para poder apoiar a reeleição do petista.
De olho no calendário
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles formalizará em setembro, no prazo-limite, sua já acertada filiação ao PP, partido pelo qual pretende disputar o Governo de Goiás.
No entender de aliados, não haverá problema em que ele, já com a ficha assinada, continue na presidência do Banco Central até a data da desincompatibilização. Há quem discorde. (Com agências)