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O Sindicato dos Servidores Públicos Federais Civis no Estado do Amapá (Sindsep-Ap) anunciou uma paralisação de 24 horas em todos os órgãos públicos para esta terça-feira, 23. Segundo informações repassadas pela assessoria do Sindicato, o movimento será um primeiro sinal de protesto em defesa da pauta de reivindicações da categoria e contra a lentidão das negociações com o Governo Federal.
AP: SERVIDORES FEDERAIS VÃO PARAR POR 24 HORAS
O Sindicato dos Servidores Públicos Federais Civis no Estado do Amapá (Sindsep-Ap) anunciou uma paralisação de 24 horas em todos os órgãos públicos para esta terça-feira, 23. Segundo informações repassadas pela assessoria do Sindicato, o movimento será um primeiro sinal de protesto em defesa da pauta de reivindicações da categoria e contra a lentidão das negociações com o Governo Federal.
Uma reunião realizada entre o governador em exercício do Distrito Federal, Wilson Lima (PR), e representantes sindicais da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros definiu aumentos de 33% até 2012. A proposta depende agora da aprovação do Presidente da República.
DF: BOMBEIROS E POLICIAIS CIVIS E MILITARES PODEM GANHAR REAJUSTE DE 33%
Uma reunião realizada entre o governador em exercício do Distrito Federal, Wilson Lima (PR), e representantes sindicais da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros definiu aumentos de 33% até 2012. A proposta depende agora da aprovação do Presidente da República.
Entre os dias 25 e 29 de janeiro o Rio Grande do Sul recebe a décima edição do Fórum Social Mundial (FSM). O evento acontece em vários municípios, a Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul (FESSERGS), participa das discussões e eventos do Fórum.
RS: FESSERGS PARTICIPA DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
Entre os dias 25 e 29 de janeiro o Rio Grande do Sul recebe a décima edição do Fórum Social Mundial (FSM). O evento acontece em vários municípios, a Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul (FESSERGS), participa das discussões e eventos do Fórum.
Representantes da FESSERGS e de seus sindicatos filiados realizam nesta quinta-feira(26), visita aos deputados estaduais para pressionar que votem contra o Projeto de Emenda Constitucional(PEC 200) enviado à Assembleia e que pretende suprimir promoções, vantagens temporais e licenças-prêmio dos servidores.
RS: FESSERGS MOBILIZA SINDICATOS E GRUPO VAI À ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
Representantes da FESSERGS e de seus sindicatos filiados realizam nesta quinta-feira(26), visita aos deputados estaduais para pressionar que votem contra o Projeto de Emenda Constitucional(PEC 200) enviado à Assembleia e que pretende suprimir promoções, vantagens temporais e licenças-prêmio dos servidores.
SP: COMISSÃO APROVA EMENDAS QUE BENEFICIAM FUNCIONÁRIOS DO DER
Motivada após audiência pública, Comissão de Transportes e Co mu nicações da Assembléia Legislativa de SP, aprovou nesta semana, três emendas da comissão ao orçamento 2010 que beneficiam os funcionários do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
O papel do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) no desenvolvimento do estado de São Paulo foi debatido em audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo. Esteve presente o diretor da CSPB Lineu Mazano.
SP: AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE FUTURO DO DER
O papel do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) no desenvolvimento do estado de São Paulo foi debatido em audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo. Esteve presente o diretor da CSPB Lineu Mazano.
A CSPB protocolou no STF a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4302, para suspender os efeitos das Leis Estaduais nº 3309/06, 3398/07, 3686/09 e 3687/09, que alteraram indevidamente o Plano de Cargos dos servidores do Poder Judiciário do Mato Grosso do Sul. Entre as alterações está o aumento da carga horária de trabalho dos servidores em duas horas.
MS: CSPB PEDE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEIS ESTADUAIS QUE PREJUDICAM SERVIDORES
A CSPB protocolou no STF a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4302, para suspender os efeitos das Leis Estaduais nº 3309/06, 3398/07, 3686/09 e 3687/09, que alteraram indevidamente o Plano de Cargos dos servidores do Poder Judiciário do Mato Grosso do Sul. Entre as alterações está o aumento da carga horária de trabalho dos servidores em duas horas.
Foi dada a largada para mais uma campanha salarial dos metalúrgicos das montadoras no estado do Paraná.
Em assembléias realizadas hoje (11), os cerca de 10 mil trabalhadores da Volkswagen-Audi, Renault-Nissan e Volvo referendaram a pauta de reivindicações que havia sido discutida e aprovada em assembléia segunda-feira (10), na sede central do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC).
A categoria, que tem data-base em 1º de setembro, exige 10% de reajuste salarial, composto pela reposição de 100% das perdas da inflação, mais aumento real já em setembro; abono de R$ 2 mil em setembro para recompor a perda da massa salarial; elevação do piso salarial da categoria para R$ 1,5 mil.
Hoje, o piso na Volks é de R$ 1.250, e na Renault e na Volvo é de R$ 1.284,39.
Os trabalhadores decidiram ainda que as negociações desse ano serão feitas diretamente com as empresas, e não via sindicato patronal (Sinfavea).
Após ser aprovada em porta de fábrica, a pauta foi encaminhada à direção das montadoras.
"Esperamos elaborar um calendário de negociações para finalizá-las até 25 de agosto. Se não houver acordo definido até lá, partiremos para as mobilizações em porta de fábrica", afirma o presidente do SMC, Sérgio Butka.
Setor vive momento histórico
A firmeza de posição do líder sindical encontra respaldo nos números divulgados pelas próprias montadoras.
Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o primeiro semestre de 2009 foi o melhor em vendas da história da indústria automotiva nacional.
Só de janeiro a junho, foram vendidos 1,45 milhões de veículos no país, contra 1,41 milhões do mesmo período de 2008, ou seja, crescimento de 2,83% sobre o ano que já tinha sido recorde em vendas.
O setor foi beneficiado pela prorrogação do IPI zero até o final de setembro para automóveis e até dezembro para ônibus e caminhões.
Os números geraram euforia no representante das montadoras.
"Se continuarmos neste ritmo, devemos ter o melhor ano da história", afirmou o presidente da Anfavea, Jackson Schneider.
De janeiro a dezembro de 2008, um total de 2,820 milhões de veículos foram vendidos no País.
A Anfavea prevê que as vendas devem ultrapassar 3 milhões de unidades em 2009, alta de 6,4% em relação ao ano passado.
Butka falou também que o bom momento do setor é refletido nas horas extras que os metalúrgicos estão tendo que fazer e nas novas contratações.
"A Volks comprou todos os sábados dos trabalhadores até o final de novembro. A Renault contratou 600 novos funcionários. Tudo isso para darem conta da grande demanda de produção. Esse bom resultado vivido pelas empresas precisa ir também para o bolso do trabalhador", argumenta o líder sindical.
PR: metalúrgicos das montadoras iniciam campanha salarial 2009
Foi dada a largada para mais uma campanha salarial dos metalúrgicos das montadoras no estado do Paraná.
Em assembléias realizadas hoje (11), os cerca de 10 mil trabalhadores da Volkswagen-Audi, Renault-Nissan e Volvo referendaram a pauta de reivindicações que havia sido discutida e aprovada em assembléia segunda-feira (10), na sede central do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC).
A categoria, que tem data-base em 1º de setembro, exige 10% de reajuste salarial, composto pela reposição de 100% das perdas da inflação, mais aumento real já em setembro; abono de R$ 2 mil em setembro para recompor a perda da massa salarial; elevação do piso salarial da categoria para R$ 1,5 mil.
Hoje, o piso na Volks é de R$ 1.250, e na Renault e na Volvo é de R$ 1.284,39.
Os trabalhadores decidiram ainda que as negociações desse ano serão feitas diretamente com as empresas, e não via sindicato patronal (Sinfavea).
Após ser aprovada em porta de fábrica, a pauta foi encaminhada à direção das montadoras.
"Esperamos elaborar um calendário de negociações para finalizá-las até 25 de agosto. Se não houver acordo definido até lá, partiremos para as mobilizações em porta de fábrica", afirma o presidente do SMC, Sérgio Butka.
Setor vive momento histórico
A firmeza de posição do líder sindical encontra respaldo nos números divulgados pelas próprias montadoras.
Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o primeiro semestre de 2009 foi o melhor em vendas da história da indústria automotiva nacional.
Só de janeiro a junho, foram vendidos 1,45 milhões de veículos no país, contra 1,41 milhões do mesmo período de 2008, ou seja, crescimento de 2,83% sobre o ano que já tinha sido recorde em vendas.
O setor foi beneficiado pela prorrogação do IPI zero até o final de setembro para automóveis e até dezembro para ônibus e caminhões.
Os números geraram euforia no representante das montadoras.
"Se continuarmos neste ritmo, devemos ter o melhor ano da história", afirmou o presidente da Anfavea, Jackson Schneider.
De janeiro a dezembro de 2008, um total de 2,820 milhões de veículos foram vendidos no País.
A Anfavea prevê que as vendas devem ultrapassar 3 milhões de unidades em 2009, alta de 6,4% em relação ao ano passado.
Butka falou também que o bom momento do setor é refletido nas horas extras que os metalúrgicos estão tendo que fazer e nas novas contratações.
"A Volks comprou todos os sábados dos trabalhadores até o final de novembro. A Renault contratou 600 novos funcionários. Tudo isso para darem conta da grande demanda de produção. Esse bom resultado vivido pelas empresas precisa ir também para o bolso do trabalhador", argumenta o líder sindical.
A Universidade Federal do Ceará (UFC) vai oferecer, a partir de janeiro, o primeiro curso de jornalismo no Brasil voltado para militantes e assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
A ideia é fortalecer o mundo rural como território de vida em todas as suas dimensões - econômicas, sociais, ambientais, políticas, culturais e éticas.
Segundo a coordenadora de pós-graduação do curso de comunicação social da UFC, Márcia Vidal Nunes, o curso de jornalismo para o MST já foi aprovado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
O Pronera conduz a política de educação no campo do Governo e vem sendo desenvolvida desde 1998 em áreas de reforma agrária.
Além de jornalismo, os assentados do MST já contam com cursos de educação para jovens e adultos a partir dos 15 anos, com conteúdo programático do 1º ao 4º ano do ensino fundamental, e de escolarização, que compreende o nível médio.
No nível superior, são ofertados cursos de pedagogia da terra e a pós-graduação de residência agrária, com participação de graduados de ciências agrárias e de engenharia de pesca, além de técnicos ligados aos movimentos sociais.
O objetivo é qualificar profissionais para a atuação nos programas de assistência técnica, social e ambiental do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
De acordo com Márcia Vidal, serão ofertadas 60 vagas por ano, com prioridade aos militantes do movimento.
O curso de jornalismo do MST terá duração de quatro anos, e o acesso será feito por meio de vestibular. As aulas serão ministradas pelos professores do curso de comunicação social da UFC.
Além das disciplinas comuns ao curso de jornalismo, haverá matérias específicas direcionadas à questão agrária. Parte das aulas será na universidade e outra parte nas comunidades de assentados do MST. (Fontes: Vermelho e Jornal do Commercio)
CE: curso inédito de jornalismo do MST formará 60 alunos ao ano na UFC
A Universidade Federal do Ceará (UFC) vai oferecer, a partir de janeiro, o primeiro curso de jornalismo no Brasil voltado para militantes e assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
A ideia é fortalecer o mundo rural como território de vida em todas as suas dimensões - econômicas, sociais, ambientais, políticas, culturais e éticas.
Segundo a coordenadora de pós-graduação do curso de comunicação social da UFC, Márcia Vidal Nunes, o curso de jornalismo para o MST já foi aprovado pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
O Pronera conduz a política de educação no campo do Governo e vem sendo desenvolvida desde 1998 em áreas de reforma agrária.
Além de jornalismo, os assentados do MST já contam com cursos de educação para jovens e adultos a partir dos 15 anos, com conteúdo programático do 1º ao 4º ano do ensino fundamental, e de escolarização, que compreende o nível médio.
No nível superior, são ofertados cursos de pedagogia da terra e a pós-graduação de residência agrária, com participação de graduados de ciências agrárias e de engenharia de pesca, além de técnicos ligados aos movimentos sociais.
O objetivo é qualificar profissionais para a atuação nos programas de assistência técnica, social e ambiental do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
De acordo com Márcia Vidal, serão ofertadas 60 vagas por ano, com prioridade aos militantes do movimento.
O curso de jornalismo do MST terá duração de quatro anos, e o acesso será feito por meio de vestibular. As aulas serão ministradas pelos professores do curso de comunicação social da UFC.
Além das disciplinas comuns ao curso de jornalismo, haverá matérias específicas direcionadas à questão agrária. Parte das aulas será na universidade e outra parte nas comunidades de assentados do MST. (Fontes: Vermelho e Jornal do Commercio)
O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.
Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.
Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.
Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.
Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.
O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.
"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.
O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.
"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.
No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.
Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.
Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.
"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.
O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.
Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)
PE: sobrevivente de chacina conta como ocorreu crime em assentamento
O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.
Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.
Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.
Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.
Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.
O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.
"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.
O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.
"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.
No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.
Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.
Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.
"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.
O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.
Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)