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Publicado: 22/11/2007 | 10:51
Sucessão longe do Planalto
Izabelle Torres
Correio Braziliense
Correio Braziliense
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deu ontem um banho de água fria nos planos do grupo de senadores que articulava a permanência do senador Tião Viana (PT-AC) à frente da Presidência do Senado.
Lula disse que o cargo deve continuar com o PMDB e que no caso de o presidente licenciado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidir renunciar, caberá ao seu partido discutir a sucessão internamente. “A Presidência do Senado é questão legislativa. Eu acho que, por direito, a candidatura tem que ser do PMDB. Mas a discussão sobre quem será o candidato cabe ao PMDB. O partido é que deve se reunir e discutir entre eles”, disse.
O presidente negou-se a comentar a relação que o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) mantém com o governo e preferiu não opinar sobre o fato de o senador potiguar ter dedicado os últimos dias a percorrer os corredores do Senado, na tentativa de minimizar a imagem de um parlamentar distante do Planalto (leia: Um freio em Garibaldi).
“Eu não sei quantos candidatos têm, não sei quantos vão sair. Em algum momento eles (senadores) irão tomar uma decisão. Qualquer que seja ela nós teremos que acatar. Eu não tenho discutido problemas do Senado”, absteve-se, alegando não possuir preferências por nomes dentro do PMDB.
Depois de defender que a cadeira de presidente deve ser ocupada por um peemedebista, Lula ressalvou que a saída do peemedebista do cargo ainda não é certa, visto que não houve renúncia oficial por parte do senador alagoano. “Por enquanto, o Renan é o presidente licenciado”, ressaltou.
Independentemente da licença de Renan, o PMDB já começou a corrida interna para a escolha do senador que ocupará o cargo de presidente. Além de Garibaldi Alves, também se articulam em busca de apoio os senadores Edison Lobão (PMDB-MA), Gerson Camata (PMDB-ES), Pedro Simon (PMDB-RS) e José Maranhão (PMDB-PB).
Izabelle Torres
Correio Braziliense
Correio Braziliense
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deu ontem um banho de água fria nos planos do grupo de senadores que articulava a permanência do senador Tião Viana (PT-AC) à frente da Presidência do Senado.
Lula disse que o cargo deve continuar com o PMDB e que no caso de o presidente licenciado, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidir renunciar, caberá ao seu partido discutir a sucessão internamente. “A Presidência do Senado é questão legislativa. Eu acho que, por direito, a candidatura tem que ser do PMDB. Mas a discussão sobre quem será o candidato cabe ao PMDB. O partido é que deve se reunir e discutir entre eles”, disse.
O presidente negou-se a comentar a relação que o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) mantém com o governo e preferiu não opinar sobre o fato de o senador potiguar ter dedicado os últimos dias a percorrer os corredores do Senado, na tentativa de minimizar a imagem de um parlamentar distante do Planalto (leia: Um freio em Garibaldi).
“Eu não sei quantos candidatos têm, não sei quantos vão sair. Em algum momento eles (senadores) irão tomar uma decisão. Qualquer que seja ela nós teremos que acatar. Eu não tenho discutido problemas do Senado”, absteve-se, alegando não possuir preferências por nomes dentro do PMDB.
Depois de defender que a cadeira de presidente deve ser ocupada por um peemedebista, Lula ressalvou que a saída do peemedebista do cargo ainda não é certa, visto que não houve renúncia oficial por parte do senador alagoano. “Por enquanto, o Renan é o presidente licenciado”, ressaltou.
Independentemente da licença de Renan, o PMDB já começou a corrida interna para a escolha do senador que ocupará o cargo de presidente. Além de Garibaldi Alves, também se articulam em busca de apoio os senadores Edison Lobão (PMDB-MA), Gerson Camata (PMDB-ES), Pedro Simon (PMDB-RS) e José Maranhão (PMDB-PB).