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Publicado: 19/11/2007 | 10:30
O PMDB não tem nomes para indicar o sucessor de Renan
Gazeta Mercantil
Já é certa a renúncia do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) do cargo de presidente do Senado, mas o fato estava sendo encarado até agora como um boato espalhado pelos corredores do Congresso. Porém, o presidente interino do Senado, o petista Tião Viana (AC), dá como certa a saída de Calheiros. Para ele, o ideal é que o PMDB indique o novo presidente da Casa, mas já avisa: "parece que não existem muitos nomes".
Sobre Calheiros Viana é direto: "Penso que o entendimento será o da renúncia". A primeira pista foi o próprio senador petista quem deu há uma semana quando marcou o julgamento de Calheiros. "Agendei o julgamento dele para o dia 22, porque entendo que é no mínimo um ato de respeito meu com a condição que ele está vivendo. O senador Renan tem a licença vencida dia 26 e eu, portanto, não poderia adiar o julgamento para forçá-lo a renovar a licença. Teria que deixá-lo à vontade. Ele pode renunciar dia 21 ou dia 23, ou pode adotar outra medida, mas eu penso que o caminho natural é este", define.
Tião Viana não poupa palavras e objetividade para explicar o trâmite a ser seguido e qual deve ser o perfil do próximo presidente do Senado. "Nós vamos ter um mandato tampão de um ano para o próximo presidente e acho que ele deve ser fruto do PMDB", explica. O petista crava o nome de quem consolidaria a unidade partidária e elevaria as relações interpartidárias na Casa: o ex-presidente José Sarney. "Mas ele abdica dessa condição", avisa Viana, que acredita que o PMDB sofre com a "ausência dele (Sarney) e da facilidade de ter bons nomes".
Gazeta Mercantil
Já é certa a renúncia do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) do cargo de presidente do Senado, mas o fato estava sendo encarado até agora como um boato espalhado pelos corredores do Congresso. Porém, o presidente interino do Senado, o petista Tião Viana (AC), dá como certa a saída de Calheiros. Para ele, o ideal é que o PMDB indique o novo presidente da Casa, mas já avisa: "parece que não existem muitos nomes".
Sobre Calheiros Viana é direto: "Penso que o entendimento será o da renúncia". A primeira pista foi o próprio senador petista quem deu há uma semana quando marcou o julgamento de Calheiros. "Agendei o julgamento dele para o dia 22, porque entendo que é no mínimo um ato de respeito meu com a condição que ele está vivendo. O senador Renan tem a licença vencida dia 26 e eu, portanto, não poderia adiar o julgamento para forçá-lo a renovar a licença. Teria que deixá-lo à vontade. Ele pode renunciar dia 21 ou dia 23, ou pode adotar outra medida, mas eu penso que o caminho natural é este", define.
Tião Viana não poupa palavras e objetividade para explicar o trâmite a ser seguido e qual deve ser o perfil do próximo presidente do Senado. "Nós vamos ter um mandato tampão de um ano para o próximo presidente e acho que ele deve ser fruto do PMDB", explica. O petista crava o nome de quem consolidaria a unidade partidária e elevaria as relações interpartidárias na Casa: o ex-presidente José Sarney. "Mas ele abdica dessa condição", avisa Viana, que acredita que o PMDB sofre com a "ausência dele (Sarney) e da facilidade de ter bons nomes".