CLIPPING 02 DE SETEMBRO
CLIPPING
Publicado: 18/09/2012 | 10:01
CLIPPING 18 DE SETEMBRO
CLIPPING 18 DE SETEMBROSECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA CSPB
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SINDJUS-MA
CSPB ajuiza nova Ação de Inconstitucionalidade no STF contra o desvio ilegal de função no TJMA
16/09
A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) ajuizou na última quinta-feira, 13, a Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN nº 4853, no Supremo Tribunal Federal (STF), contra norma do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, que autoriza o desvio ilegal de função de servidores.
Dessa vez, o dispositivo atacado é o Inciso VIII do Artigo 94 do Código de Divisão e Organização Judiciária do Estado Maranhão, que obriga os servidores efetivos ocupantes do cargo de oficial de justiça a desempenharem funções de auxiliar administrativo das Secretarias Judiciais, quando não estiverem desenvolvendo as atribuições inerentes ao cargo. A Adin 4853 terá como relatora a ministra Rosa Weber.
Na visão da CSPB, o desvio ilegal de função está configurado no dispositivo ora questionado junto ao Supremo Tribunal Federal por ofender os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade na administração pública, além de ensejar possíveis situações de assédio moral, tendo em vista o constrangimento a que os servidores vítimas dessa situação estarão sujeitos, caso não se submetam a essa situação.
Além disso, destaque-se ainda que tais servidores não recebem qualquer adicional pelo desempenho dessas funções estranhas ao cargo de oficial de justiça, o que pode configurar também uma situação de enriquecimento ilícito do Estado.
ADI 4746
No início deste ano, a CSPB ajuizou a ADIN 4746 contra dispositivo que autoriza o desvio de função dos servidores efetivos do Poder Judiciário do Estado do Maranhã, como condição para recebimento da Gratificação por Atividade Judiciária – GAJ.
“Entendemos que o único requisito a ser exigido para recebimento da GAJ deve ser a jornada de trabalho extraordinário e não a concordância com o desvio ilegal de função. Isso é uma aberração jurídica, que esperamos seja corrigida o mais brevemente possível pela Suprema Corte”, declarou Anibal Lins, presidente do Sindicato dos Servidores da Justiaç do Maranhão (SINDJUS-MA) e Vice-Presidente da CSPB.
O Ministro Celso de Mello, relator da ADIN 4746 no Supremo Tribunal Federal, determinou que o Governo do Estado e a Assembléia Legislativa do Maranhão fossem intimados a prestar informações no prazo de dez dias sobre as alegações constantes na inicial.
O prazo para manifestação por parte das Autoridades Públicas Maranhenses se esgotou na quarta-feira, 12/09. Mas as informações não foram prestadas ao STF. Com isso, os autos da ADIN 4746 voltaram conclusos para decisão liminar por parte do ministro relator Celso de Mello.
“Caso o STF entenda agora que não há inconstitucionalidade no desvio de função ao qual os servidores do TJMA têm sido submetidos para recebimento da GAJ, o SINDJUS-MA cobrará de pronto todos os adicionais devidos à classe por força dessa situação”, informou Anibal Lins.
Valor Econômico
Furnas vai reduzir em 35% o quadro de funcionários
18/09
Furnas está trabalhando para reduzir em 35% o quadro de funcionários da companhia, dos 6.401 empregados que existiam no início de 2011 para 4.174 até o fim de 2018. Com a iniciativa, que tem como objetivo otimizar custos e ganhar eficiência, a empresa planeja diminuir em 22% os gastos anuais com pessoal, material, serviços e outros (PMSO) até 2018, passando de R$ 1,98 bilhão, previstos para serem empenhados este ano, para R$ 1,54 bilhão em 2018.
A meta faz parte de uma série de medidas adotadas pela empresa, desde fevereiro do ano passado, para melhorar a eficiência operacional. "Furnas não estava preparada, como ainda não está, para o modelo que se instalou no país há muitos anos", disse o presidente da empresa, Flavio Decat, fazendo referência ao marco regulatório do setor, adotado em 2004. O executivo ressaltou que enquanto a receita operacional líquida (ROL) da empresa cresceu 7%, entre 2004 e 2011, de R$ 6,7 bilhões para R$ 7,1 bilhões, as despesas com PMSO aumentaram cerca de 50%, no mesmo período, de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,7 bilhão.
Decat participou ontem de cerimônia na sede de Furnas, no Rio, para anunciar um projeto de reestruturação organizacional, batizado de PRO-Furnas. O novo programa será conduzido pela consultoria internacional Roland Berger Strategy Consultants, que fará um diagnóstico com plano de ações, com apoio de US$ 500 mil do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O convênio vai vigorar por um ano e a nova estrutura começa a ser implantada até março.
Para atingir a redução de 35% da força de trabalho, a companhia está atuando em duas frentes. Uma delas é o Plano de Readequação do Quadro de Funcionários (Preq), que prevê o desligamento voluntário de funcionários até julho de 2013 e novas admissões por meio de concurso público, o que trará redução de 28% do efetivo. Além disso, acordos com a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) e o Ministério Público do Trabalho encerraram pendência judicial com a mão de obra terceirizada. Os acordos permitem a saída dos cerca de 1.300 funcionários terceirizados, de forma escalonada.
Decat também afirmou que os cerca de 450 gerentes da companhia tornaram-se interinos. Segundo o executivo, 70% deles são aposentados ou aposentáveis e 30% já aderiram ao plano de aposentadoria incentivada. Outra meta da companhia é o crescimento dos atuais 25% da margem Ebitda para 70% nos próximos quatro anos. "Esse número [25%] é ineficiente", afirmou.
O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, presente no evento, destacou que outras empresas do grupo também estão passando por uma reestruturação, que poderão ser anunciadas em breve. Segundo ele, as melhorias são ainda mais urgentes depois que o governo anunciou o pacote de redução das tarifas de energia. "Pode ser que essas medidas tão necessárias [pacote de energia anunciado] possam ser uma espécie de limão amargo para nós [companhias do setor elétrico]", disse Carvalho Neto. "Mas eu acho que vamos transformar esse limão amargo em uma limonada ou em uma caipirinha muito saborosa", completou.
Correio Braziliense
Que aula?
Professores divididos no retorno das universidades
18/09
Professores de 43 universidades federais suspendem greve, depois de três meses parados, mas seguem divididos sobre a reposição das aulas.
Apesar do fim da paralisação, representantes dos docentes ainda divergem sobre o acordo assinado com o governo. Depois de mais de três meses paradas, as instituições federais têm até sexta-feira para definir o processo de reposição das aulas
Docentes de 43 instituições federais de ensino retornarão às salas de aula entre hoje e sexta-feira. A suspensão unificada da greve, em todo o país, foi comunicada pelo Comando de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes (Andes), após assembleias gerais com a categoria. O processo de reposição das aulas ainda está sendo decidido separadamente por cada universidade para atender às exigências do Ministério da Educação — que determina que o calendário escolar semestral deve ter 100 dias letivos.
Em nota, no início da noite de ontem, o Ministério da Educação informou que "com o final da greve, admitido pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, aguarda que as instituições de ensino superior federais definam e encaminhem o plano de recuperação dos dias parados". O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, se encontra hoje com representantes dos reitores para definir a aplicação do novo calendário. "O ministério acompanha a volta das atividades acadêmicas e vai fiscalizar a reposição das aulas", informou a nota.
Mesmo com o fim da paralisação, o debate entre Andes, Proifes Federação, representante de parte dos professores universitários, e governo, está longe de acabar. O Andes combate e exige mudanças profundas no PL 4.368/12, assinado entre o Proifes e o Ministério do Planejamento, em 3 de agosto, alegando que o acordo salarial sequer atende as necessidades da classe e piora ainda mais as distorções no plano de carreira. Já o Proifes defende o documento de forma contundente e garante que a maioria está satisfeita. A troca de acusações foi constante ao longo da greve que começou em 17 de maio. As divergências, inclusive, vão determinar as ações das partes daqui para frente. "Os professores voltam muito indignados. Vamos tentar alguns avanços no Parlamento. Queremos mudança no texto", destacou Marinalva Oliveira, presidente do Andes. "Esse é o melhor acordo desde o Plano Real", retrucou Eduardo Rolim, presidente do Proifes.
Após 89 dias sem aulas, alunos voltaram à normalidade na Universidade de Brasília. Calendário já foi definido
Negociações
Marinalva explica que a paralisação ocorreu porque o governo não avançou nas negociações desde 2010. "Só recebeu os professores uma vez: em 14 de julho desse ano e assinou acordo com uma entidade que não representa a categoria", disse, ao salientar que estão comprovadas em dossiê as precárias condições de trabalho. Ela assinalou que o Artigo 12, do PL 4.368, enviado ao Congresso, em 31 de agosto, tem inúmeras incorreções. Uma delas é a frase que diz que os professores poderão progredir, sem estabelecer como. "Um absurdo. É como se estivéssemos assinando um cheque em branco."
Outra questão levantada pela presidente do Andes é o percentual de aumento fora dos vencimentos básicos (VB). "Como o reajuste pela gratificação, não o levaremos na totalidade no momento da aposentadoria", reclamou. Contrariando, Rolim afirmou que não existe mais a tal da gratificação desde março de 2012. Segundo ele, desde então, vigora a retribuição por titulação (RT) e que o VB é igual para todos. "Estão renegando o acordo que eles mesmos assinaram, à época, e que permite que o aumento ocorra nas duas parcelas remuneratórias", contestou.
Rolim garantiu que há tempos acabou a diferença entre ativos e aposentados e fará todo o esforço para que o Congresso aprove o documento, inserindo pequenos detalhes. Mantendo, porém, os reajustes de 13% a 32%, em 2013; 19% a 36%, em 2014; e 25% a 44%, em 2015. "Em termos de reajuste, foi o melhor de todos. Estudos mostram que o VB, em 2015, será o melhor em 20 anos", enfatizou. Ele admite que a proposta do governo "não é perfeita", mas a possível dentro do ambiente de negociações. "Contempla, sim, as reivindicações, tanto que a greve de várias instituições acabou, quando percebemos que mantém o poder de compra até 2015. É por isso que vou intensificar o trabalho com o Congresso, para mostrar que o acordo é bom".
Opiniões contrárias
O presidente do Proifes Federação combateu todos os argumentos da presidente do Andes e argumentou que ela não teve sucesso na suspensão unificada da greve, já que os 10 sindicatos que representam um conjunto de 70 mil câmpus concordaram em retornar ao trabalho tão logo a proposta com o Ministério do Planejamento foi assinada. Fez também questão de ressaltar que, depois que orçamento vai para o Congresso, não é possível modificar itens que se refiram a aumento de custos. Irritada, Marinalva retrucou que conhece os trâmites, mas que o projeto de carreira pode, em caso de mudanças, entrar no orçamento de 2014. Marinalva contou que "foram estabelecidas várias ações, pelo Andes, para enfrentar os ataques à educação pública federal que estão materializados no PL 4.368/12".
O Proifes está trabalhando em conjunto com o governo. Participa hoje de reunião com o Ministério da Educação com o objetivo de criar grupos de trabalho tripartites (docentes, reitores e governo) para debater questões pendentes na carreira, discutir expansão de universidades e institutos federais e programas de capacitação. Os grupos de trabalho se encontrarão de 18 a 24 de setembro.
Polêmica
O Projeto de Lei 4.368/12 trata da estruturação do plano de carreiras e cargos dos professores de instituições de ensino federal subordinadas ou vinculadas aos ministérios da Educação e da Defesa. Inclui o magistério de ensino superior, básico, técnico e tecnológico. Desde sua criação, em meio à greve dos docentes, criou polêmica e dividiu a categoria. Aplaudido pelo Proifes-Federação, que articulou o formato com o governo, foi rechaçado totalmente pelo Andes, que representa a maior parte dos docentes do país. A matéria foi encaminhada pelo Executivo à Câmara dos Deputados e seguirá os trâmites normais pelas comissões da Casa.
Correio Braziliense
Bancários param hoje em todo o país
18/09
Os bancários entram hoje em greve por tempo indeterminado em todo o país. Representantes de funcionários de160 instituições financeiras, incluindo as seis maiores do país, decidiram cruzar os braços após rejeição por unanimidade da proposta de aumento salarial de 6% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última quarta-feira. A categoria, que reúne trabalhadores da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil, HSBC, Itaú-Unibanco, Santander e Bradesco, entre outros, pleiteia reajuste salarial de 10,25%.
Quem precisar recorrer aos serviços bancários nos próximos dias terá de ter paciência e atenção para não perder os prazos de vencimento das contas. Uma alternativa é utilizar pontos alternativos (leia quadro ao lado), como casas lotéricas, caixas eletrônicos, redes comerciais credenciadas ou a internet, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entidade que representa os bancos do ponto de vista institucional.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf ), Carlos Cordeiro, destacou que a proposta dos patrões está muito aquém do esperado pelos 130 sindicatos associados à entidade. "Por mais um ano tivemos de recorrer à paralisação das atividades, pois não tivemos avanço nas negociações", disse. A pauta de reivindicações dos trabalhadores inclui a exigência de melhores condições de trabalho, o que, segundo a Contraf, poderá permitir a redução da rotatividade de profissionais.
Devedores duvidosos
Os sindicalistas queixam-se também de que os bancos decidiram lançar R$ 39,15 bilhões em provisões para devedores duvidosos (PDD) durante os primeiros seis meses deste ano. O valor, bem superior ao do mesmo período no ano passado, reduziu o lucro dos seis maiores bancos, que fechou o semestre em R$ 25,2 bilhões — valor ainda assim superior ao do mesmo período de 2011. Essa medida é necessária segundo as instituições financeiras para garantir solidez. Os trabalhadores se queixam, porém, da queda na participação nos lucros e resultados (PLR).
Segundo o diretor da Contraf Ademir Wiederkehr, o aumento do provisionamento foi excessivo. Ele questiona o peso do crescimento da inadimplência de clientes, um dos argumentos utilizados pelos bancos para a precaução. "A inadimplência cresceu apenas 0,7 ponto percentual no semestre em relação ao mesmo período do ano passado. O que eles (bancos) fizeram foi um truque contábil, que prejudica os trabalhadores e acionistas", atacou. A Contraf reclama também da forma como a PLR é calculada, por ser excessivamente complexa e sem padrão entre instituições. Os bancários exigem uma regra única, estipulada nas assembleias: três salários mais R$ 4.961 fixos por ano.
Wiederkehr critica o fato de a proposta de reajuste apresentada pela Fenaban compensar apenas a perda inflacionária do período. Ele disse também que o Comando Nacional de Greve pretende garantir que o piso salarial passe a ser R$ 2.416."O trabalho realizado pelos funcionários gera bilhões de reais para as instituições financeiras. Nós ficamos com as menores parcelas disso", afirmou.
Os consumidores devem ficar atentos quanto aos locais para realização de operações bancárias a fim de não pagar multas e juros pela falta de atendimento nas agências durante a greve.
Correio Braziliense
PF mantém manifestações
18/09
No 42º dia de greve, os policiais federais fizeram uma manifestação ontem de manhã na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em frente ao Conic, de 7h a 10h30. Agentes, escrivães e papiloscopistas exibiram faixas com a frase "S.O.S para a Polícia Federal". Eles comemoraram novas adesões ao movimento. Desde o final da semana passada, pararam vários setores da Diretoria de Inteligência Policial (DIP), da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) e da Diretoria de Logística (DLOG).
Segundo o presidente do Sindicato da PF em Brasília, Jonas Leal, mais 15 policiais se juntaram à paralisação ontem. "O corte de ponto teve o efeito contrário do que o governo imaginava: ajudou o movimento ao invés de esvaziá-lo. Muitos tiveram desconto de salários sem nunca ter entrado em greve", explicou. Aparentemente por equívoco, policiais em férias ou de folga, ao consultarem o contracheque prévio, constataram que receberiam menos em outubro.
A Superintendência da Polícia Federal, por meio da assessoria de imprensa, informou que o sistema de ponto eletrônico depende de decisão da chefia imediata. Em caso de erro comprovado, o policial que se sentir lesado deve procurar o setor de recursos humanos e pedir a correção.
De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink, em cada cidade adota-se um sistema para indicar a adesão ao movimento. Em algumas, os servidores escrevem a palavra "greve" na folha de ponto. Em outros, ela não é assinada
» Alcance
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Wink, mais de 70% dos cerca de 10 mil policiais em todo o Brasil estão de braços cruzados. Grande parte das operações foi adiada. "Praticamente, só os delegados estão trabalhando. Mas eles dependem de nós. Vários serviços de escuta, por exemplo, que precisam de renovação a cada 15 dias, não estão sendo realizados. Daqui para frente, só a determinação de 30% do efetivo em atividade será obedecida", ressaltou Wink.
Correio Braziliense
Prejuízo até 2014 na UnB
18/09
Os 89 dias que a Universidade de Brasília (UnB) ficou parada gerou um impacto no calendário estudantil que só se normalizará em 2014. O primeiro semestre de 2012, por exemplo, terminará em 10 de outubro. Já o segundo, começa em 29 de outubro e segue até 8 de março do ano que vem, com pausa para o recesso de Natal de ano-novo. As aulas do primeiro semestre de 2013, que deveriam começar em março, começarão apenas em primeiro de abril. E o segundo semestre do próximo ano vai de 19 de agosto a 20 de dezembro.
O novo calendário obedece a exigência de 200 dias letivos e dá aos estudantes, professores e servidores três semanas de férias. A decisão abrange todos os cursos de graduação, pós-graduação, a distância e outros. De acordo com o decano de Ensino e Graduação, José Américo Soares Garcia, o que será feito é tentar amenizar os impactos da paralisação. "Não tem greve sem prejuízo para a instituição e para os alunos. O encurtamento das férias já é um ponto negativo, mas nosso trabalho está sendo reduzir esses transtornos. Vamos repor as aulas com qualidade sem prejudicar os estudantes", garante.
O acordo para o retorno dos professores às salas de aulas foi firmado em 17 de agosto e três dias depois as aulas voltaram. Uma divergência entre o comando da greve e os professores fez com que, em alguns casos, as disciplinas só fossem retomadas em 27 de agosto, quando não havia mais dúvidas sobre o fim da paralisação.
AGÊNCIA CÂMARA
Cobrança de contribuição sindical de servidor poderá ser suspensa
17/09
A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 675/12, do deputado Policarpo (PT-DF), que suspende a eficácia da instrução normativa (1/08) do Ministério do Trabalho que determina a cobrança da contribuição sindical dos servidores e empregados públicos.
Segundo o parlamentar, a edição da instrução representou uma ação indevida do ministério, por se tratar de um assunto da alçada do Legislativo. Policarpo argumenta que, por ser classificada como tributo, a contribuição sindical depende de lei para ser instituída e cobrada, “além de ter de respeitar os princípios constitucionais da anterioridade e da noventena para sua exigência, bem como a irretroatividade em relação a fatos geradores já ocorridos”.
O deputado acrescenta que há a necessidade de edição de lei para aumento de alíquota, base de cálculo, definição de contribuintes e nenhum desses requisitos foram respeitados pelo Ministro do Trabalho.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (inclusive quanto ao mérito) antes de ir a Plenário.
AGÊNCIA CÂMARA
Proposta reajusta salário do Procurador-Geral da República em 7,12%
17/09
A Câmara analisa o Projeto de Lei 4358/12, de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), que aumenta em 7,12% a remuneração (subsídio) a ser paga ao Procurador-Geral da República. Pelo texto, o reajuste valerá a partir de 1º de janeiro de 2013.
O impacto orçamentário estimado para o reajuste é de cerca de R$ 327,6 milhões. Já o objetivo da proposta, segundo a PGR, é a recuperação da perda inflacionária registrada ao longo dos últimos três anos (2009-2011).
Pelo texto, o atual projeto não deverá prejudicar a tramitação dos PLs 7.753/10 e 2198/11, que também tratam de reajuste salarial para o órgão.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 7753/10.
AGÊNCIA CÂMARA
Projeto cria funções e cargos comissionados no Supremo Tribunal Federal
17/09
A Câmara analisa o Projeto de Lei 4359/12, do Supremo Tribunal Federal, que cria 54 funções e três cargos comissionados no quadro funcional do tribunal.
Pela proposta, serão criadas 52 funções comissionadas de nível FC-2; duas funções comissionadas FC-4; e três cargos em comissão de nível CJ-1. As despesas decorrentes da aplicação da proposta, estimadas em R$ 1,182 milhão, serão pagas pelos recursos destinados ao STF no Orçamento Geral da União.
O presidente do STF, ministro Carlos Ayres Britto, disse que o Supremo tem 1.135 servidores, sendo que 37,35% têm função comissionada. Segundo ele, esse percentual é “uma das menores relações dentro do Poder Judiciário da União”.
“Em face da carência de funções, atualmente há substitutos sem nenhuma função comissionada correspondente”, acrescentou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FESEMPRE
EM ARAXÁ, CANDIDATOS TAMBÉM APRESENTARÃO PROPOSTAS PARA OS SERVIDORES
17/09
Durante a reunião, ficou definido entre as partes que as propostas referentes aos servidores e à máquina administrativa seriam retiradas do documento oficial no site do TRE-MG e entregues ao SINPLALTO.
Sempre pró-ativo, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Araxá e Região também promoverá seu dabeto, no esforço para viabilizar maior interação entre os candidatos e a categoria.
Os representantes de cada coligação majoritária estiveram presentes na sede do Sindicato para oficializar seus compromissos com os servidores e definir os critérios de divulgação das propostas e mensagens dos candidatos a prefeito e vice de cada chapa.
O encontro reuniu o presidente em exercício do SINPLALTO, José Oswaldo da Silveira; Emílio Fernandes de Paula Castilho, representante da coligação Unidos Podemos Mais, dos candidatos Aracely de Paula e Lídia Jordão; Carlos Orlandi de Paiva, representante da coligação Sou Mais Araxá, dos candidatos Toninho Barbosão e Lenice Medina; José Maria Ramos e Pedro Luis Alves, representando a coligação Araxá em Boas Mãos, dos candidatos Jeová Moreira e Edna de Castro; e o candidato a prefeito do Partido da Mobilização Nacional (PMN), Ronito dos Reis, que também representou sua vice na chapa majoritária, Giselda Leal.
Segundo as regras igualitárias definidas pelo SINPLALTO, cada candidato terá que encaminhar as proposta e mensagens direcionadas ao funcionalismo público um dia antes da sua data de divulgação no site do SINPLALTO (http://www.sinplalto.com.br), que se dará em 15 dias.
De acordo com o sorteio realizado na presença de todos os representantes das coligações, nesta terça-feira (18), Aracely de Paula divulga sua proposta; na quarta (19), é a vez de Toninho Barbosão; na quinta (20), será Ronito dos Reis; e na sexta (21), Jeová Moreira.
Para as mensagens das candidatas a vice, o sorteio definiu: na terça-feira (25) Lídia Jordão; na quarta (26) Giselda Leal; na quinta (27) Edna de Castro e na sexta (28) Lenice Medina.
Data Histórica
Segundo o presidente em exercício do SINPLALTO, a ata da reunião será registrada na Justiça Eleitoral. “O Sindicato queria realizar um debate com todos os candidatos, mas infelizmente não foi possível. Mesmo assim, elaboramos uma fórmula para que os servidores possam conhecer as propostas de cada candidato para a categoria. Vamos utilizar nosso site, que tem tido um acesso muito grande do funcionalismo público, para que a categoria possa analisar qual é a melhor. O importante é que o Sindicato participa efetivamente da disputa eleitoral e firma o compromisso em ata de todos os candidatos. É a oportunidade para os servidores conhecerem um pouco mais as propostas dos candidatos, para que o Sindicato possa cobrar do futuro prefeito", destaca José Oswaldo.
JORNAL DE BRASÍLIA
PONTO DO SERVIDOR