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Publicado: 17/06/2009 | 09:40
Bancos demitiram e diminuíram salário médio no 1º tri, diz Contraf
De janeiro a março deste ano os bancos brasileiros fecharam 1.354 postos de trabalho, uma inversão de movimento em relação à expansão verificada no primeiro trimestre de 2008, quando o setor fechou o período com saldo positivo de 3.139 vagas abertas.
O dado consta de levantamento Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela Subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa mostra ainda que o salário médio do setor também diminuiu. Esse movimento se deve ao fato de as demissões terem ocorrido com mais frequência entre empregados com de alto escalão, com remuneração média de R$ 3.939,84. Em contrapartida, os contratados no período tinham remuneração média de R$ 1,794,46. Essa diferença, de 54,45%, é bem maior do que a verificada nos primeiros três meses de 2008, quando o diferencial de salário entre demitidos e contratados havia sido de 34,34%. Para a CUT, trata-se de uma prática injusta no setor, diante dos ganhos dos bancos no período. (Fonte: Valor Online)
De janeiro a março deste ano os bancos brasileiros fecharam 1.354 postos de trabalho, uma inversão de movimento em relação à expansão verificada no primeiro trimestre de 2008, quando o setor fechou o período com saldo positivo de 3.139 vagas abertas.
O dado consta de levantamento Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela Subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa mostra ainda que o salário médio do setor também diminuiu. Esse movimento se deve ao fato de as demissões terem ocorrido com mais frequência entre empregados com de alto escalão, com remuneração média de R$ 3.939,84. Em contrapartida, os contratados no período tinham remuneração média de R$ 1,794,46. Essa diferença, de 54,45%, é bem maior do que a verificada nos primeiros três meses de 2008, quando o diferencial de salário entre demitidos e contratados havia sido de 34,34%. Para a CUT, trata-se de uma prática injusta no setor, diante dos ganhos dos bancos no período. (Fonte: Valor Online)