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Publicado: 23/11/2007 | 09:27
Cresce o emprego e desacelera o salário médio do trabalhador
Folha de S. Paulo
Apesar de os números do desemprego divulgados ontem pelo IBGE serem bastante otimistas, o mesmo não se pode dizer em relação aos salários.
O crescimento do rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu 1,2% em outubro em relação ao mesmo mês de 2006, depois de altas bem mais significativas no início do ano.
Nos meses de março até abril, o rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu a um ritmo médio de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, depois baixou para 2,5% em setembro e, agora, caiu ainda mais para 1,5%.
"Essa tendência é preocupante", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, professor da Unicamp e ex-secretário de Política Econômica da Fazenda.
Pelos números divulgados ontem pelo IBGE, a conclusão é que a economia está empregando mais no país, o que é extremamente animador, mas, ao mesmo tempo, com salários menores.
Uma das principais razões para essa queda no rendimento foi certamente o repique inflacionário de julho e agosto, provocado pela alta dos preços dos alimentos. A inflação consumiu uma parte dos ganhos reais das pessoas ocupadas.
Júlio Sérgio Gomes de Almeida acha que essa queda no rendimento não é fruto apenas da alta da inflação. A seu ver, a economia está contratando mais, porém com salários muito baixos, em setores como construção civil e serviços domésticos.
O economista desconfia de que a mão-de-obra contratada seja, em sua grande parte, não-qualificada, o que justifica os salários menores.
Para reforçar seu argumento, o consultor do Iedi diz que o crescimento do emprego na indústria está subindo pouco, apenas 0,9% em outubro. Já o número de pessoas ocupadas cresceu 2,9%.
"O número do crescimento do emprego na indústria é de chorar", diz o economista. "O problema é que a indústria paga os mais altos salários."
PLANEJAMENTO
Noventa vereadoras de diferentes partidos do Estado de São Paulo estarão reunidas hoje na Fiesp, onde debaterão a política de 2008 para o Estado. O evento é uma parceria da Associação das Vereadoras do Estado com a instituição. Na pauta estão temas como legislação eleitoral, marketing político e estratégia eleitoral.
Apesar de os números do desemprego divulgados ontem pelo IBGE serem bastante otimistas, o mesmo não se pode dizer em relação aos salários.
O crescimento do rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu 1,2% em outubro em relação ao mesmo mês de 2006, depois de altas bem mais significativas no início do ano.
Nos meses de março até abril, o rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu a um ritmo médio de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, depois baixou para 2,5% em setembro e, agora, caiu ainda mais para 1,5%.
"Essa tendência é preocupante", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, professor da Unicamp e ex-secretário de Política Econômica da Fazenda.
Pelos números divulgados ontem pelo IBGE, a conclusão é que a economia está empregando mais no país, o que é extremamente animador, mas, ao mesmo tempo, com salários menores.
Uma das principais razões para essa queda no rendimento foi certamente o repique inflacionário de julho e agosto, provocado pela alta dos preços dos alimentos. A inflação consumiu uma parte dos ganhos reais das pessoas ocupadas.
Júlio Sérgio Gomes de Almeida acha que essa queda no rendimento não é fruto apenas da alta da inflação. A seu ver, a economia está contratando mais, porém com salários muito baixos, em setores como construção civil e serviços domésticos.
O economista desconfia de que a mão-de-obra contratada seja, em sua grande parte, não-qualificada, o que justifica os salários menores.
Para reforçar seu argumento, o consultor do Iedi diz que o crescimento do emprego na indústria está subindo pouco, apenas 0,9% em outubro. Já o número de pessoas ocupadas cresceu 2,9%.
"O número do crescimento do emprego na indústria é de chorar", diz o economista. "O problema é que a indústria paga os mais altos salários."
PLANEJAMENTO
Noventa vereadoras de diferentes partidos do Estado de São Paulo estarão reunidas hoje na Fiesp, onde debaterão a política de 2008 para o Estado. O evento é uma parceria da Associação das Vereadoras do Estado com a instituição. Na pauta estão temas como legislação eleitoral, marketing político e estratégia eleitoral.
Folha de S. Paulo
Apesar de os números do desemprego divulgados ontem pelo IBGE serem bastante otimistas, o mesmo não se pode dizer em relação aos salários.
O crescimento do rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu 1,2% em outubro em relação ao mesmo mês de 2006, depois de altas bem mais significativas no início do ano.
Nos meses de março até abril, o rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu a um ritmo médio de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, depois baixou para 2,5% em setembro e, agora, caiu ainda mais para 1,5%.
"Essa tendência é preocupante", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, professor da Unicamp e ex-secretário de Política Econômica da Fazenda.
Pelos números divulgados ontem pelo IBGE, a conclusão é que a economia está empregando mais no país, o que é extremamente animador, mas, ao mesmo tempo, com salários menores.
Uma das principais razões para essa queda no rendimento foi certamente o repique inflacionário de julho e agosto, provocado pela alta dos preços dos alimentos. A inflação consumiu uma parte dos ganhos reais das pessoas ocupadas.
Júlio Sérgio Gomes de Almeida acha que essa queda no rendimento não é fruto apenas da alta da inflação. A seu ver, a economia está contratando mais, porém com salários muito baixos, em setores como construção civil e serviços domésticos.
O economista desconfia de que a mão-de-obra contratada seja, em sua grande parte, não-qualificada, o que justifica os salários menores.
Para reforçar seu argumento, o consultor do Iedi diz que o crescimento do emprego na indústria está subindo pouco, apenas 0,9% em outubro. Já o número de pessoas ocupadas cresceu 2,9%.
"O número do crescimento do emprego na indústria é de chorar", diz o economista. "O problema é que a indústria paga os mais altos salários."
PLANEJAMENTO
Noventa vereadoras de diferentes partidos do Estado de São Paulo estarão reunidas hoje na Fiesp, onde debaterão a política de 2008 para o Estado. O evento é uma parceria da Associação das Vereadoras do Estado com a instituição. Na pauta estão temas como legislação eleitoral, marketing político e estratégia eleitoral.
Apesar de os números do desemprego divulgados ontem pelo IBGE serem bastante otimistas, o mesmo não se pode dizer em relação aos salários.
O crescimento do rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu 1,2% em outubro em relação ao mesmo mês de 2006, depois de altas bem mais significativas no início do ano.
Nos meses de março até abril, o rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu a um ritmo médio de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, depois baixou para 2,5% em setembro e, agora, caiu ainda mais para 1,5%.
"Essa tendência é preocupante", diz o economista Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, professor da Unicamp e ex-secretário de Política Econômica da Fazenda.
Pelos números divulgados ontem pelo IBGE, a conclusão é que a economia está empregando mais no país, o que é extremamente animador, mas, ao mesmo tempo, com salários menores.
Uma das principais razões para essa queda no rendimento foi certamente o repique inflacionário de julho e agosto, provocado pela alta dos preços dos alimentos. A inflação consumiu uma parte dos ganhos reais das pessoas ocupadas.
Júlio Sérgio Gomes de Almeida acha que essa queda no rendimento não é fruto apenas da alta da inflação. A seu ver, a economia está contratando mais, porém com salários muito baixos, em setores como construção civil e serviços domésticos.
O economista desconfia de que a mão-de-obra contratada seja, em sua grande parte, não-qualificada, o que justifica os salários menores.
Para reforçar seu argumento, o consultor do Iedi diz que o crescimento do emprego na indústria está subindo pouco, apenas 0,9% em outubro. Já o número de pessoas ocupadas cresceu 2,9%.
"O número do crescimento do emprego na indústria é de chorar", diz o economista. "O problema é que a indústria paga os mais altos salários."
PLANEJAMENTO
Noventa vereadoras de diferentes partidos do Estado de São Paulo estarão reunidas hoje na Fiesp, onde debaterão a política de 2008 para o Estado. O evento é uma parceria da Associação das Vereadoras do Estado com a instituição. Na pauta estão temas como legislação eleitoral, marketing político e estratégia eleitoral.