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Publicado: 16/04/2009 | 10:19
Lupi não poupa crítica à “flexibilização” de contrato de trabalho
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, não poupou críticas às propostas de "flexibilização" da legislação trabalhista.
"Não conheço nenhum cidadão que queira abrir mão de suas conquistas. Penso que o diálogo deve ser mais inteligente e mais eficiente que passa por manter o emprego do trabalhador e crescer a economia", comentou. Para Lupi, essa terminologia "flexibilização" é muito usada para retirar direitos dos trabalhadores. "Eu não discuto retirada de direito. Tem que se colocar no tabuleiro e discutir a atualização de algumas legislações que hoje estão fora da realidade atual. Mas retirar direitos, não", falou taxativo. Quanto à crise financeira internacional, Lupi frisou que o Brasil será o primeiro país a sair e já está revertendo o quadro de desemprego. Os números de março, segundo ele, já mostram resultados positivos, gerando emprego e crescimento da economia. "Pela primeira vez, desde novembro, nós temos as três principais unidades da Federação, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com resultados positivos ao mesmo tempo". E arrematou: "Então, isso já é uma retomada daquilo que é chamado berço da indústria no Brasil, que são esses três estados, que representam 65% do emprego nacional".
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, não poupou críticas às propostas de "flexibilização" da legislação trabalhista.
"Não conheço nenhum cidadão que queira abrir mão de suas conquistas. Penso que o diálogo deve ser mais inteligente e mais eficiente que passa por manter o emprego do trabalhador e crescer a economia", comentou. Para Lupi, essa terminologia "flexibilização" é muito usada para retirar direitos dos trabalhadores. "Eu não discuto retirada de direito. Tem que se colocar no tabuleiro e discutir a atualização de algumas legislações que hoje estão fora da realidade atual. Mas retirar direitos, não", falou taxativo. Quanto à crise financeira internacional, Lupi frisou que o Brasil será o primeiro país a sair e já está revertendo o quadro de desemprego. Os números de março, segundo ele, já mostram resultados positivos, gerando emprego e crescimento da economia. "Pela primeira vez, desde novembro, nós temos as três principais unidades da Federação, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com resultados positivos ao mesmo tempo". E arrematou: "Então, isso já é uma retomada daquilo que é chamado berço da indústria no Brasil, que são esses três estados, que representam 65% do emprego nacional".