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Publicado: 3/04/2009 | 10:28
Proteção para as pequenas e médias empresas em tempos de crise
- Em agosto de 2007, quando começamos a ouvir falar da crise do subprime, poucos imaginavam quais seriam os efeitos que o novo cenário desencadearia no mundo. Hoje, a crise alcançou tal magnitude e já abrange a economia do dia a dia, de todos, mudando completamente a estrutura que concebemos.
Nada voltará a ser como antes, e são nestes momentos que nos tornamos realmente conscientes das transformações que estão por vir e da nova ordem que se estabelecerá no futuro. Podemos ver que várias companhias passam por sérias dificuldades, manifestadas por falta de liquidez, resultados muito abaixo das expectativas e prejuízos. Algumas não conseguem mais pagar em dia os fornecedores que, igualmente, não recebem e também não honram com seus compromissos, estabelecendo-se assim um efeito dominó que pode tombar empresas de um ou mais setores da economia. Há países que estão mais afetados que outros, entre eles os EUA, os europeus e os da Ásia. E muitas dessas nações pedem ajuda aos organismos financeiros internacionais, para fazer frente aos graves problemas de liquidez em suas economias. Os chamados Bric também estão sendo contagiados pelo boom da crise. A queda de preços das matérias-primas, restrições ao crédito e a valorização do dólar, a desaceleração do investimento estrangeiro, afetam essas economias. No entanto, a América Latina, que historicamente é gravemente afetada por qualquer turbulência econômica internacional, dessa vez passa por esse período como uma das economias pouco atingidas pela má influência da crise. E é, efetivamente, em ocasiões turbulentas como essas que também surgem grandes oportunidades. A América do Sul, especialmente o Brasil, tem diante de si chance de continuar crescendo neste ano. O amplo desenvolvimento econômico da região nos últimos cinco anos, motivado principalmente por sólidas políticas macroeconômicas, aliado ao alto preço das matérias-primas, tem impulsionado um intenso crescimento, que sem dúvida lhe servirá como "amortecedor" aos efeitos da crise. Mas diante de uma situação de crise, como pequenas e médias empresas podem se proteger do risco de inadimplência, nas transações de vendas a crédito que realizam com clientes situados no Brasil e em outros países? São vários os instrumentos que uma empresa dispõe para se proteger do risco de não pagamento: carta de crédito, venda à vista, e assegurar suas vendas por meio do seguro de crédito. Num contexto de crise, o acesso às primeiras opções fica muito restrito, pois são poucas as empresas que dispõem de recursos suficientes para comprar à vista e o custo de uma carta de crédito é muito elevado, praticamente inacessível para as que querem utilizá-lo. O seguro de crédito se torna uma proteção para as organizações, por meio de seus três pilares fundamentais: prevenção e monitoramento de riscos, indenização e gestão de cobrança. Com o monitoramento de riscos, as empresas minimizam as chances de calote. A adoção de medidas preventivas, como a correta gestão de contas a receber, a agilidade na cobrança são algumas das respostas rápidas que podem ser dadas quando surgirem problemas. No caso de inadimplência em vendas a crédito, o seguro permite à empresa uma indenização de até 90% do valor do limite de risco outorgado pela seguradora. Isto significa que o fluxo de caixa não será afetado diante de falta de pagamento. Quando a inadimplência ocorre com um cliente devedor no exterior, é importante agir de maneira rápida e eficaz, com gestões precisas para recuperar a dívida. A seguradora permite que a empresa economize custos significativos com a contratação de advogados, já que a seguradora de crédito realiza todas as gestões encaminhadas para recuperar a dívida pendente, em qualquer parte do mundo. Vender com segurança e com conhecimento das empresas para as quais se vende a crédito, indenização em caso de calote do cliente, que permita manter o fluxo de caixa da empresa segurada e a gestão de cobrança da dívida. Estes são os benefícios que o seguro de crédito oferece as empresas que o contratam. Seguro de crédito em épocas de crise se torna verdadeiramente imprescindível.
- Em agosto de 2007, quando começamos a ouvir falar da crise do subprime, poucos imaginavam quais seriam os efeitos que o novo cenário desencadearia no mundo. Hoje, a crise alcançou tal magnitude e já abrange a economia do dia a dia, de todos, mudando completamente a estrutura que concebemos.
Nada voltará a ser como antes, e são nestes momentos que nos tornamos realmente conscientes das transformações que estão por vir e da nova ordem que se estabelecerá no futuro. Podemos ver que várias companhias passam por sérias dificuldades, manifestadas por falta de liquidez, resultados muito abaixo das expectativas e prejuízos. Algumas não conseguem mais pagar em dia os fornecedores que, igualmente, não recebem e também não honram com seus compromissos, estabelecendo-se assim um efeito dominó que pode tombar empresas de um ou mais setores da economia. Há países que estão mais afetados que outros, entre eles os EUA, os europeus e os da Ásia. E muitas dessas nações pedem ajuda aos organismos financeiros internacionais, para fazer frente aos graves problemas de liquidez em suas economias. Os chamados Bric também estão sendo contagiados pelo boom da crise. A queda de preços das matérias-primas, restrições ao crédito e a valorização do dólar, a desaceleração do investimento estrangeiro, afetam essas economias. No entanto, a América Latina, que historicamente é gravemente afetada por qualquer turbulência econômica internacional, dessa vez passa por esse período como uma das economias pouco atingidas pela má influência da crise. E é, efetivamente, em ocasiões turbulentas como essas que também surgem grandes oportunidades. A América do Sul, especialmente o Brasil, tem diante de si chance de continuar crescendo neste ano. O amplo desenvolvimento econômico da região nos últimos cinco anos, motivado principalmente por sólidas políticas macroeconômicas, aliado ao alto preço das matérias-primas, tem impulsionado um intenso crescimento, que sem dúvida lhe servirá como "amortecedor" aos efeitos da crise. Mas diante de uma situação de crise, como pequenas e médias empresas podem se proteger do risco de inadimplência, nas transações de vendas a crédito que realizam com clientes situados no Brasil e em outros países? São vários os instrumentos que uma empresa dispõe para se proteger do risco de não pagamento: carta de crédito, venda à vista, e assegurar suas vendas por meio do seguro de crédito. Num contexto de crise, o acesso às primeiras opções fica muito restrito, pois são poucas as empresas que dispõem de recursos suficientes para comprar à vista e o custo de uma carta de crédito é muito elevado, praticamente inacessível para as que querem utilizá-lo. O seguro de crédito se torna uma proteção para as organizações, por meio de seus três pilares fundamentais: prevenção e monitoramento de riscos, indenização e gestão de cobrança. Com o monitoramento de riscos, as empresas minimizam as chances de calote. A adoção de medidas preventivas, como a correta gestão de contas a receber, a agilidade na cobrança são algumas das respostas rápidas que podem ser dadas quando surgirem problemas. No caso de inadimplência em vendas a crédito, o seguro permite à empresa uma indenização de até 90% do valor do limite de risco outorgado pela seguradora. Isto significa que o fluxo de caixa não será afetado diante de falta de pagamento. Quando a inadimplência ocorre com um cliente devedor no exterior, é importante agir de maneira rápida e eficaz, com gestões precisas para recuperar a dívida. A seguradora permite que a empresa economize custos significativos com a contratação de advogados, já que a seguradora de crédito realiza todas as gestões encaminhadas para recuperar a dívida pendente, em qualquer parte do mundo. Vender com segurança e com conhecimento das empresas para as quais se vende a crédito, indenização em caso de calote do cliente, que permita manter o fluxo de caixa da empresa segurada e a gestão de cobrança da dívida. Estes são os benefícios que o seguro de crédito oferece as empresas que o contratam. Seguro de crédito em épocas de crise se torna verdadeiramente imprescindível.