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Publicado: 9/03/2009 | 10:29
Caixa empresta R$ 600 mi à Braskem; pretende investir R$ 900 mi
| Dom, 08 de Março de 2009 18:19 |
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A crise de crédito está levando as grandes empresas a seguir o exemplo da Petrobras e também recorrer à Caixa Econômica Federal para pedir empréstimos para capital de giro. A Braskem obteve um financiamento de R$ 600 milhões da Caixa para fazer frente a algumas obrigações de curto prazo e ao seu plano de investimento. Outras grandes empresas também estão batendo na porta da Caixa para tentar obter recursos de curto prazo. O empréstimo a grandes empresas é uma novidade na rotina de operações da Caixa, cujo orçamento é destinado principalmente ao financiamento ao setor imobiliário, a investimentos em infraestrutura e a pequenas e médias empresas. Essa nova atuação da Caixa foi inaugurada no final do ano passado, quando a instituição concedeu mais de R$ 2 bilhões à Petrobras. O argumento das grandes empresas é a escassez de financiamento externo provocada pela crise. Antes, elas buscavam recursos externos, que cobram juros muito mais baixos, mas o crédito secou. O total de recursos previstos para capital de giro, no entanto, se restringe a R$ 4 bilhões. A Caixa prevê novos empréstimos às grandes, mas a preferência continuam sendo as pequenas e médias empresas. As grandes empresas não estão apenas recorrendo a modalidades tradicionais de empréstimos na Caixa. O pedido de operações estruturadas, como emissão de debêntures, também tem aumentado significativamente. A crise de crédito não dá trégua. (Fonte: Folha de S.Paulo)
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A crise de crédito está levando as grandes empresas a seguir o exemplo da Petrobras e também recorrer à Caixa Econômica Federal para pedir empréstimos para capital de giro. A Braskem obteve um financiamento de R$ 600 milhões da Caixa para fazer frente a algumas obrigações de curto prazo e ao seu plano de investimento. Outras grandes empresas também estão batendo na porta da Caixa para tentar obter recursos de curto prazo. O empréstimo a grandes empresas é uma novidade na rotina de operações da Caixa, cujo orçamento é destinado principalmente ao financiamento ao setor imobiliário, a investimentos em infraestrutura e a pequenas e médias empresas. Essa nova atuação da Caixa foi inaugurada no final do ano passado, quando a instituição concedeu mais de R$ 2 bilhões à Petrobras. O argumento das grandes empresas é a escassez de financiamento externo provocada pela crise. Antes, elas buscavam recursos externos, que cobram juros muito mais baixos, mas o crédito secou. O total de recursos previstos para capital de giro, no entanto, se restringe a R$ 4 bilhões. A Caixa prevê novos empréstimos às grandes, mas a preferência continuam sendo as pequenas e médias empresas. As grandes empresas não estão apenas recorrendo a modalidades tradicionais de empréstimos na Caixa. O pedido de operações estruturadas, como emissão de debêntures, também tem aumentado significativamente. A crise de crédito não dá trégua. (Fonte: Folha de S.Paulo)
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