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Publicado: 15/01/2008 | 09:55
Judiciário discute sua contribuição ao corte
Luiz Orlando Carneiro
Gazeta Mercantil
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, convidou os presidentes dos outros tribunais superiores para uma reunião hoje à tarde, em seu gabinete, a fim de discutir - ainda em caráter informal - a contribuição que o Judiciário poderia dar à União em matéria de cortes no Orçamento deste ano, ainda pendente de aprovação pelo Congresso. No dia 17 do mês passado, Ellen Gracie recebeu o presidente da Comissão Mista do Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), e o relator, deputado José Pimentel (PT-CE), e mostrou-se disposta - segundo relato dos parlamentares - a "colaborar" com o Congresso, no "esforço conjunto" dos três Poderes para ajudar a compensar a perda da receita de R$ 40 bilhões, provocada pela revogação da CPMF.
Os presidentes do Superior Tribunal de Justiça, Raphael de Barros Monteiro Filho, e do Tribunal Superior do Trabalho, Rider Nogueira de Brito, confirmaram a participação na reunião. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Marco Aurélio, também integrante do STF, está de férias no Rio de Janeiro, e não deve vir a Brasília para o encontro. Segundo um de seus assessores, a reunião não tem "pauta definida". Marco Aurélio já afirmou que o Executivo "não pode ficar em cima do Judiciário", e tem reagido a sugestões de paralisar as obras do novo prédio do TSE, orçadas em R$ 300 milhões, mas - ainda de acordo com o ministro - previstas anteriormente no Plano Plurianual.
Ellen Gracie prometeu ao presidente e ao relator da Comissão Mista do Orçamento que os tribunais superiores fariam estudos técnicos, independentes, a fim de verificar a possibilidade de eventuais cortes em matéria de investimentos. Na reunião marcada para hoje, os presidentes dos tribunais superiores vão discutir se enviam à comissão do Congresso uma proposta conjunta ou setorial, na primeira quinzena de fevereiro. O Judiciário representa cerca de 5% do Orçamento da União.
Gazeta Mercantil
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, convidou os presidentes dos outros tribunais superiores para uma reunião hoje à tarde, em seu gabinete, a fim de discutir - ainda em caráter informal - a contribuição que o Judiciário poderia dar à União em matéria de cortes no Orçamento deste ano, ainda pendente de aprovação pelo Congresso. No dia 17 do mês passado, Ellen Gracie recebeu o presidente da Comissão Mista do Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), e o relator, deputado José Pimentel (PT-CE), e mostrou-se disposta - segundo relato dos parlamentares - a "colaborar" com o Congresso, no "esforço conjunto" dos três Poderes para ajudar a compensar a perda da receita de R$ 40 bilhões, provocada pela revogação da CPMF.
Os presidentes do Superior Tribunal de Justiça, Raphael de Barros Monteiro Filho, e do Tribunal Superior do Trabalho, Rider Nogueira de Brito, confirmaram a participação na reunião. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Marco Aurélio, também integrante do STF, está de férias no Rio de Janeiro, e não deve vir a Brasília para o encontro. Segundo um de seus assessores, a reunião não tem "pauta definida". Marco Aurélio já afirmou que o Executivo "não pode ficar em cima do Judiciário", e tem reagido a sugestões de paralisar as obras do novo prédio do TSE, orçadas em R$ 300 milhões, mas - ainda de acordo com o ministro - previstas anteriormente no Plano Plurianual.
Ellen Gracie prometeu ao presidente e ao relator da Comissão Mista do Orçamento que os tribunais superiores fariam estudos técnicos, independentes, a fim de verificar a possibilidade de eventuais cortes em matéria de investimentos. Na reunião marcada para hoje, os presidentes dos tribunais superiores vão discutir se enviam à comissão do Congresso uma proposta conjunta ou setorial, na primeira quinzena de fevereiro. O Judiciário representa cerca de 5% do Orçamento da União.
Luiz Orlando Carneiro
Gazeta Mercantil
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, convidou os presidentes dos outros tribunais superiores para uma reunião hoje à tarde, em seu gabinete, a fim de discutir - ainda em caráter informal - a contribuição que o Judiciário poderia dar à União em matéria de cortes no Orçamento deste ano, ainda pendente de aprovação pelo Congresso. No dia 17 do mês passado, Ellen Gracie recebeu o presidente da Comissão Mista do Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), e o relator, deputado José Pimentel (PT-CE), e mostrou-se disposta - segundo relato dos parlamentares - a "colaborar" com o Congresso, no "esforço conjunto" dos três Poderes para ajudar a compensar a perda da receita de R$ 40 bilhões, provocada pela revogação da CPMF.
Os presidentes do Superior Tribunal de Justiça, Raphael de Barros Monteiro Filho, e do Tribunal Superior do Trabalho, Rider Nogueira de Brito, confirmaram a participação na reunião. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Marco Aurélio, também integrante do STF, está de férias no Rio de Janeiro, e não deve vir a Brasília para o encontro. Segundo um de seus assessores, a reunião não tem "pauta definida". Marco Aurélio já afirmou que o Executivo "não pode ficar em cima do Judiciário", e tem reagido a sugestões de paralisar as obras do novo prédio do TSE, orçadas em R$ 300 milhões, mas - ainda de acordo com o ministro - previstas anteriormente no Plano Plurianual.
Ellen Gracie prometeu ao presidente e ao relator da Comissão Mista do Orçamento que os tribunais superiores fariam estudos técnicos, independentes, a fim de verificar a possibilidade de eventuais cortes em matéria de investimentos. Na reunião marcada para hoje, os presidentes dos tribunais superiores vão discutir se enviam à comissão do Congresso uma proposta conjunta ou setorial, na primeira quinzena de fevereiro. O Judiciário representa cerca de 5% do Orçamento da União.
Gazeta Mercantil
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Ellen Gracie, convidou os presidentes dos outros tribunais superiores para uma reunião hoje à tarde, em seu gabinete, a fim de discutir - ainda em caráter informal - a contribuição que o Judiciário poderia dar à União em matéria de cortes no Orçamento deste ano, ainda pendente de aprovação pelo Congresso. No dia 17 do mês passado, Ellen Gracie recebeu o presidente da Comissão Mista do Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), e o relator, deputado José Pimentel (PT-CE), e mostrou-se disposta - segundo relato dos parlamentares - a "colaborar" com o Congresso, no "esforço conjunto" dos três Poderes para ajudar a compensar a perda da receita de R$ 40 bilhões, provocada pela revogação da CPMF.
Os presidentes do Superior Tribunal de Justiça, Raphael de Barros Monteiro Filho, e do Tribunal Superior do Trabalho, Rider Nogueira de Brito, confirmaram a participação na reunião. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Marco Aurélio, também integrante do STF, está de férias no Rio de Janeiro, e não deve vir a Brasília para o encontro. Segundo um de seus assessores, a reunião não tem "pauta definida". Marco Aurélio já afirmou que o Executivo "não pode ficar em cima do Judiciário", e tem reagido a sugestões de paralisar as obras do novo prédio do TSE, orçadas em R$ 300 milhões, mas - ainda de acordo com o ministro - previstas anteriormente no Plano Plurianual.
Ellen Gracie prometeu ao presidente e ao relator da Comissão Mista do Orçamento que os tribunais superiores fariam estudos técnicos, independentes, a fim de verificar a possibilidade de eventuais cortes em matéria de investimentos. Na reunião marcada para hoje, os presidentes dos tribunais superiores vão discutir se enviam à comissão do Congresso uma proposta conjunta ou setorial, na primeira quinzena de fevereiro. O Judiciário representa cerca de 5% do Orçamento da União.