antigas Publicado: 14/12/2007 | 11:25

Audiência no Supremo

Correio Braziliense

No segundo dia como presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN) foi recebido em audiência pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie. Garibaldi garantiu, no entanto, que não mencionou a investigação em curso naquela corte sobre suposto desvio de recursos do Programa do Leite durante o seu governo no Rio Grande do Norte, em 1999. “Foi uma visita de cortesia pelo fato de ter assumido a Presidência do Senado e pelo fato de termos de manter com o Judiciário toda uma convivência, um relacionamento que, creio, será dos mais proveitosos para os dois poderes”, justificou o senador.

Garibaldi confirmou ter sido flagrado em escuta telefônica, feita pela Polícia Civil com autorização judicial, em março de 2004, em que conversa com o então secretário de Ação Social Tertuliano Pinheiro sobre a investigação do Ministério Público que tratava do assunto. “Trata-se de uma escuta telefônica feita com pessoas no governo que me sucedeu. Digo (na conversa) que se eles precisassem de um advogado eu poderia conseguir esse advogado. Mas nem foi necessário”, afirmou. “É uma coisa meramente acidental”, acrescenta. O presidente do Senado diz que está absolutamente tranqüilo. “Com relação a mim, há uma investigação preliminar, que não se constitui uma denúncia formal do procurador-geral”, afirma.

Correio Braziliense

No segundo dia como presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN) foi recebido em audiência pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie. Garibaldi garantiu, no entanto, que não mencionou a investigação em curso naquela corte sobre suposto desvio de recursos do Programa do Leite durante o seu governo no Rio Grande do Norte, em 1999. “Foi uma visita de cortesia pelo fato de ter assumido a Presidência do Senado e pelo fato de termos de manter com o Judiciário toda uma convivência, um relacionamento que, creio, será dos mais proveitosos para os dois poderes”, justificou o senador.

Garibaldi confirmou ter sido flagrado em escuta telefônica, feita pela Polícia Civil com autorização judicial, em março de 2004, em que conversa com o então secretário de Ação Social Tertuliano Pinheiro sobre a investigação do Ministério Público que tratava do assunto. “Trata-se de uma escuta telefônica feita com pessoas no governo que me sucedeu. Digo (na conversa) que se eles precisassem de um advogado eu poderia conseguir esse advogado. Mas nem foi necessário”, afirmou. “É uma coisa meramente acidental”, acrescenta. O presidente do Senado diz que está absolutamente tranqüilo. “Com relação a mim, há uma investigação preliminar, que não se constitui uma denúncia formal do procurador-geral”, afirma.