antigas Publicado: 28/11/2007 | 11:40

Análise de títulos termina sexta

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Dos 1.655 servidores que fizeram as provas e concorrem ao comando das escolas da rede pública do DF, no processo de gestão democrática, 1.278 foram aprovados. Até sexta-feira, porém, o número será alterado, em virtude da análise dos títulos apresentados pelas equipes que passaram na prova escrita. A prova escrita tem peso 100 e a de títulos, 50.  As equipes (formadas por um candidato a diretor e um a vice) precisarão obter uma média superior a 70 pontos para se habilitarem a prosseguir no processo. Somente as aprovadas participarão da eleição direta, marcada para o dia 16 de dezembro. No dia 30, a Secretaria de Educação divulgará em seu site a lista completa das equipes que efetivamente concorrerão a eleição. Ao final do processo, as escolas que tiverem apenas uma chapa serão indicadas pelo Conselho Escolar, referendadas pela Secretaria de Educação e nomeadas pelo governador José Roberto Arruda. As escolas que não apresentaram candidatos ou que tiveram seus candidatos reprovados nas provas terão sua direção escolhida pelo secretário e nomeadas pelo governador.
TRT convoca aprovados
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região/DF publicou a nomeação de cinco candidatos aprovados no concurso de 2004, devido à demanda por funcionários no quadro de pessoal. Os novos servidores ocuparão cargos de técnico judiciário, na área administrativa. Na mesma portaria também houve o cancelamento da nomeação de um candidato que não compareceu no prazo útil para tomar posse. O concurso público foi organizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB) em 2004. O salário inicial é de R$ 1.777,04 e a carga de trabalho é de, no mínimo, 30 horas e, no máximo, 40. Os novos servidores devem prestar suporte técnico e administrativo, realizar trabalhos de redação e digitação e prestar informações ao público.

Seguro de vida passa por Ceof
A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof) da Câmara Legislativa aprovou projeto de lei do Executivo (PL 569/2007) que institui seguro de vida e de acidentes pessoais para os policiais civis e militares do Distrito Federal. A medida segue o exemplo do que ocorre em outras unidades da Federação, como é o caso do Ceará. O projeto prevê a adoção do benefício às categorias sem custos para os segurados. Os valores das apólices variam entre R$ 20 mil e R$ 50 mil. Além disso, o texto deixa em aberto a possibilidade de a proposta ser estendida a outras categorias do serviço público. Agora, a proposta precisa passar pela Comissão de Segurança e de Constituição e Justiça. O texto do projeto é curto. Possui apenas seis artigos. Nele, o governo especifica três possibilidades  para receber o benefício: morte acidental, invalidez permanente total e parcial. A família de quem morrer por causa do trabalho receberá R$ 50 mil. Os de invalidez total têm valor de R$ 36 mil e os de parcial, de R$ 20 mil.

Progressão
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais garantiu a presença, na prévia dos contracheques, dos créditos referentes à progressão funcional. O Ministério do Planejamento publicou, sexta-feira, um ofício que autoriza o pagamento de processos de exercício anterior no valor até R$ 10 mil. O diretor jurídico da federação, Marco Aurélio Santana, lembra que o pagamento depende ainda da disponibilidade de orçamento e que só com fechamento da folha é que se terá certeza do pagamento. A progressão beneficia a turma de 1994, que ainda não tinha recebido o benefício.

Defesa
O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo (Sindilegis), Magno Mello, esteve em audiência com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para discutir sobre duas propostas de emenda à Constituição Federal, as PECs 555/2006 e a 261/2000. Magno explicou ao ministro que uma das prioridades da entidade tem sido a defesa da PEC 555/2006, que dispõe sobre a extinção da contribuição de 11% de servidores que já eram aposentados quando houve a reforma da Previdência. Segundo ele, a PEC não alteraria a situação dos servidores ativos ou que se aposentaram posteriormente à Emenda 41. Magno também falou sobre a falta de direitos trabalhistas dos servidores comissionados do Congresso Nacional.

Prazo não foi cumprido
Os cinco mil servidores demitidos durante o governo Collor, entre 1990 e 1992, anistiados pela Lei 8.878/94, vão ter que esperar mais tempo para conhecer o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), que promete pôr fim à discussão sobre a legalidade da readmissão dos demitidos. Embora tenha prometido divulgar, durante audiência na Câmara dos Deputados, o advogado-geral da União, José Antônio Toffoli, ainda não liberou o documento, que, segundo ele, já foi
concluído e está em fase de revisão. O parecer vai orientar e padronizar o exame de todos os processos que tratam da reintegração dos servidores demitidos durante o governo Collor e que foram anistiados. Parece, entretanto, que as divergências jurídicas que pairavam sobre vários órgãos do governo, agora estão sobre a AGU. Ao todo 15,6 mil processos foram apreciados pela comissão, dentro das regras definidas pela Lei  8.878/94. Desses, cerca de cinco mil foram homologados (aprovados). Mas até hoje eles não retornaram ao serviço público, seja por falta
de vagas ou orçamento, conforme alega o Ministério do Planejamento.

Secretaria garante diferença
O secretário de Educação, José Valente, entrou em contato  com a Comissão de Negociação do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) para comunicar que a diferença da gratificação natalina (13º salário) de 2007 será paga em folha suplementar até o dia 20 de dezembro. Têm direito à essa diferença todos os professores que receberam a gratificação por ocasião do aniversário, antes do pagamento do reajuste de maio deste ano. Isso porque todos os servidores do GDF recebem o 13º salário, integralmente, no mês em que fazem aniversário. Quando a categoria da qual fazem parte têm reajuste salarial, os servidores que fazem aniversário antes do aumento acabam ficando com uma diferença a receber. O pagamento vem sendo determinado pela Justiça do DF em vários processos movidos por servidores que se sentiram prejudicados.

Salários parcelados no Rio Grande
E a situação não está nada boa para os servidores do Estado do Rio Grande do Sul. Pelo nono mês consecutivo, os funcionários do Executivo receberão os salários parcelados. Serão atingidos os funcionários com ganhos superiores a R$ 1.950. Segundo a Secretaria da Fazenda, 15,5% das matrículas – pouco mais de 42 mil servidores – serão pagas dessa forma. Os salários de novembro começaram a ser depositados hoje. A complementação salarial dos servidores incluídos no parcelamento será paga em 10 de dezembro. Em novembro, o estado terminou de pagar ao Banrisul o empréstimo do 13º salário do ano passado, o que garantirá um alívio para as contas nos próximos meses. O déficit das contas do estado, que foi de R$ 272 milhões em outubro, recuou para R$ 108 milhões este mês. Além do parcelamento de parte da folha, a Fazenda utilizou R$ 14 milhões do Fundo de Equilíbrio Previdenciário – constituído a partir
da venda de ações do Banrisul. 

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Dos 1.655 servidores que fizeram as provas e concorrem ao comando das escolas da rede pública do DF, no processo de gestão democrática, 1.278 foram aprovados. Até sexta-feira, porém, o número será alterado, em virtude da análise dos títulos apresentados pelas equipes que passaram na prova escrita. A prova escrita tem peso 100 e a de títulos, 50.  As equipes (formadas por um candidato a diretor e um a vice) precisarão obter uma média superior a 70 pontos para se habilitarem a prosseguir no processo. Somente as aprovadas participarão da eleição direta, marcada para o dia 16 de dezembro. No dia 30, a Secretaria de Educação divulgará em seu site a lista completa das equipes que efetivamente concorrerão a eleição. Ao final do processo, as escolas que tiverem apenas uma chapa serão indicadas pelo Conselho Escolar, referendadas pela Secretaria de Educação e nomeadas pelo governador José Roberto Arruda. As escolas que não apresentaram candidatos ou que tiveram seus candidatos reprovados nas provas terão sua direção escolhida pelo secretário e nomeadas pelo governador.
TRT convoca aprovados
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região/DF publicou a nomeação de cinco candidatos aprovados no concurso de 2004, devido à demanda por funcionários no quadro de pessoal. Os novos servidores ocuparão cargos de técnico judiciário, na área administrativa. Na mesma portaria também houve o cancelamento da nomeação de um candidato que não compareceu no prazo útil para tomar posse. O concurso público foi organizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB) em 2004. O salário inicial é de R$ 1.777,04 e a carga de trabalho é de, no mínimo, 30 horas e, no máximo, 40. Os novos servidores devem prestar suporte técnico e administrativo, realizar trabalhos de redação e digitação e prestar informações ao público.

Seguro de vida passa por Ceof
A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof) da Câmara Legislativa aprovou projeto de lei do Executivo (PL 569/2007) que institui seguro de vida e de acidentes pessoais para os policiais civis e militares do Distrito Federal. A medida segue o exemplo do que ocorre em outras unidades da Federação, como é o caso do Ceará. O projeto prevê a adoção do benefício às categorias sem custos para os segurados. Os valores das apólices variam entre R$ 20 mil e R$ 50 mil. Além disso, o texto deixa em aberto a possibilidade de a proposta ser estendida a outras categorias do serviço público. Agora, a proposta precisa passar pela Comissão de Segurança e de Constituição e Justiça. O texto do projeto é curto. Possui apenas seis artigos. Nele, o governo especifica três possibilidades  para receber o benefício: morte acidental, invalidez permanente total e parcial. A família de quem morrer por causa do trabalho receberá R$ 50 mil. Os de invalidez total têm valor de R$ 36 mil e os de parcial, de R$ 20 mil.

Progressão
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais garantiu a presença, na prévia dos contracheques, dos créditos referentes à progressão funcional. O Ministério do Planejamento publicou, sexta-feira, um ofício que autoriza o pagamento de processos de exercício anterior no valor até R$ 10 mil. O diretor jurídico da federação, Marco Aurélio Santana, lembra que o pagamento depende ainda da disponibilidade de orçamento e que só com fechamento da folha é que se terá certeza do pagamento. A progressão beneficia a turma de 1994, que ainda não tinha recebido o benefício.

Defesa
O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo (Sindilegis), Magno Mello, esteve em audiência com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para discutir sobre duas propostas de emenda à Constituição Federal, as PECs 555/2006 e a 261/2000. Magno explicou ao ministro que uma das prioridades da entidade tem sido a defesa da PEC 555/2006, que dispõe sobre a extinção da contribuição de 11% de servidores que já eram aposentados quando houve a reforma da Previdência. Segundo ele, a PEC não alteraria a situação dos servidores ativos ou que se aposentaram posteriormente à Emenda 41. Magno também falou sobre a falta de direitos trabalhistas dos servidores comissionados do Congresso Nacional.

Prazo não foi cumprido
Os cinco mil servidores demitidos durante o governo Collor, entre 1990 e 1992, anistiados pela Lei 8.878/94, vão ter que esperar mais tempo para conhecer o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), que promete pôr fim à discussão sobre a legalidade da readmissão dos demitidos. Embora tenha prometido divulgar, durante audiência na Câmara dos Deputados, o advogado-geral da União, José Antônio Toffoli, ainda não liberou o documento, que, segundo ele, já foi
concluído e está em fase de revisão. O parecer vai orientar e padronizar o exame de todos os processos que tratam da reintegração dos servidores demitidos durante o governo Collor e que foram anistiados. Parece, entretanto, que as divergências jurídicas que pairavam sobre vários órgãos do governo, agora estão sobre a AGU. Ao todo 15,6 mil processos foram apreciados pela comissão, dentro das regras definidas pela Lei  8.878/94. Desses, cerca de cinco mil foram homologados (aprovados). Mas até hoje eles não retornaram ao serviço público, seja por falta
de vagas ou orçamento, conforme alega o Ministério do Planejamento.

Secretaria garante diferença
O secretário de Educação, José Valente, entrou em contato  com a Comissão de Negociação do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) para comunicar que a diferença da gratificação natalina (13º salário) de 2007 será paga em folha suplementar até o dia 20 de dezembro. Têm direito à essa diferença todos os professores que receberam a gratificação por ocasião do aniversário, antes do pagamento do reajuste de maio deste ano. Isso porque todos os servidores do GDF recebem o 13º salário, integralmente, no mês em que fazem aniversário. Quando a categoria da qual fazem parte têm reajuste salarial, os servidores que fazem aniversário antes do aumento acabam ficando com uma diferença a receber. O pagamento vem sendo determinado pela Justiça do DF em vários processos movidos por servidores que se sentiram prejudicados.

Salários parcelados no Rio Grande
E a situação não está nada boa para os servidores do Estado do Rio Grande do Sul. Pelo nono mês consecutivo, os funcionários do Executivo receberão os salários parcelados. Serão atingidos os funcionários com ganhos superiores a R$ 1.950. Segundo a Secretaria da Fazenda, 15,5% das matrículas – pouco mais de 42 mil servidores – serão pagas dessa forma. Os salários de novembro começaram a ser depositados hoje. A complementação salarial dos servidores incluídos no parcelamento será paga em 10 de dezembro. Em novembro, o estado terminou de pagar ao Banrisul o empréstimo do 13º salário do ano passado, o que garantirá um alívio para as contas nos próximos meses. O déficit das contas do estado, que foi de R$ 272 milhões em outubro, recuou para R$ 108 milhões este mês. Além do parcelamento de parte da folha, a Fazenda utilizou R$ 14 milhões do Fundo de Equilíbrio Previdenciário – constituído a partir
da venda de ações do Banrisul.