antigas Publicado: 15/10/2007 | 13:40

Ponto do Servidor - Dia decisivo para professores

Maria Eugênia
Jornal de Brasília 

Segunda-feira decisiva para os professores da rede pública de ensino. O governador José Roberto Arruda bate o martelo hoje, Dia do Professor, no projeto que será enviado à Câmara Legislativa com a reestruturação do plano de carreira da categoria. A grande expectativa é quanto ao reajuste da tabela salarial. Antes de seguir para análise do Legislativo local, Arruda garante que a proposta será apresentada ao Sindicato dos Professores do DF (Sinpro). O que pode ocorrer ainda hoje. Como a coluna já informou anteriormente, a reestruturação da carreira leva em consideração o tempo de serviço do professor, formação profissional e titulação, além do desempenho em avaliação individual. A categoria, que tem assembléia marcada para quarta-feira, aguarda a apresentação do plano. Os professores querem isonomia salarial com os médicos. Isso dá um reajuste até 100%. Além disso, amanhã, o plano de carreira dos professores será discutido na Câmara Legislativa, em audiência pública, a partir das 9h. O pedido para a realização da audiência partiu do deputado Chico Leite (PT) e está sendo esperada presença maciça da categoria.

Mulheres de militares pressionam

Pressionado pelas mulheres de militares da União Nacional de Esposas de Militares das Forças Armadas (Unemfa), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, prometeu para os quartéis uma “política remuneratória progressiva para que não haja esse tipo de discussão todos os anos”. A idéia é fixar regras básicas de reajustes que passem a ter efeito automático a cada 12 meses. Para este ano, o índice em discussão é de 14%. Jobim sinalizou empenho em resolver definitivamente a polêmica, conduzindo pessoalmente as negociações. Mesmo não tendo ainda a proposta, o ministro garantiu que vai estudar uma solução satisfatória e transparente. Para Jobim, o critério usado anteriormente só apresentava comparativos, e essa não é a melhor opção. Ele pedirá levantamento dos proventos (soldos, adicionais, habitação, permanência, gratificação e representação) para definir a proposta da Defesa, negociá-la com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e enviá-la ao Executivo nos próximos 30 dias. O ministro afirmou que enviar ao Executivo pedido de 14% não significa nada, porque o aumento é linear, e isso “não resolve”. A Unemfa reivindica reposição de 100% sobre o soldo por perdas salariais.

Maria Eugênia
Jornal de Brasília 

Segunda-feira decisiva para os professores da rede pública de ensino. O governador José Roberto Arruda bate o martelo hoje, Dia do Professor, no projeto que será enviado à Câmara Legislativa com a reestruturação do plano de carreira da categoria. A grande expectativa é quanto ao reajuste da tabela salarial. Antes de seguir para análise do Legislativo local, Arruda garante que a proposta será apresentada ao Sindicato dos Professores do DF (Sinpro). O que pode ocorrer ainda hoje. Como a coluna já informou anteriormente, a reestruturação da carreira leva em consideração o tempo de serviço do professor, formação profissional e titulação, além do desempenho em avaliação individual. A categoria, que tem assembléia marcada para quarta-feira, aguarda a apresentação do plano. Os professores querem isonomia salarial com os médicos. Isso dá um reajuste até 100%. Além disso, amanhã, o plano de carreira dos professores será discutido na Câmara Legislativa, em audiência pública, a partir das 9h. O pedido para a realização da audiência partiu do deputado Chico Leite (PT) e está sendo esperada presença maciça da categoria.

Mulheres de militares pressionam

Pressionado pelas mulheres de militares da União Nacional de Esposas de Militares das Forças Armadas (Unemfa), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, prometeu para os quartéis uma “política remuneratória progressiva para que não haja esse tipo de discussão todos os anos”. A idéia é fixar regras básicas de reajustes que passem a ter efeito automático a cada 12 meses. Para este ano, o índice em discussão é de 14%. Jobim sinalizou empenho em resolver definitivamente a polêmica, conduzindo pessoalmente as negociações. Mesmo não tendo ainda a proposta, o ministro garantiu que vai estudar uma solução satisfatória e transparente. Para Jobim, o critério usado anteriormente só apresentava comparativos, e essa não é a melhor opção. Ele pedirá levantamento dos proventos (soldos, adicionais, habitação, permanência, gratificação e representação) para definir a proposta da Defesa, negociá-la com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e enviá-la ao Executivo nos próximos 30 dias. O ministro afirmou que enviar ao Executivo pedido de 14% não significa nada, porque o aumento é linear, e isso “não resolve”. A Unemfa reivindica reposição de 100% sobre o soldo por perdas salariais.