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Publicado: 14/09/2007 | 11:06
Comissão aprova equiparação
Maria Eugênia
Jornal de Brasília
Jornal de Brasília
A comissão especial sobre carreiras policiais, criada para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 549/06, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), aprovou proposta que equipara o salário inicial dos delegados de polícia aos dos integrantes do Ministério Público com atribuição de participar da investigação criminal. A PEC segue agora para o Plenário, onde precisa ser votada em dois turnos. O relator, deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), foi favorável à proposta, e seu voto foi acompanhado pela maioria dos integrantes da comissão. Segundo ele, atualmente, em virtude do desprestígio e dos baixos salários, os delegados de polícia estão desmotivados e precisam exercer atividades paralelas para sobreviver, circunstâncias que prejudicam muito a atividade policial. A comissão rejeitou duas emendas apresentadas pelo deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), com o objetivo de estender a equiparação salarial com o Ministério Público aos oficiais das policiais militares dos Estados e do Distrito Federal. O relator considerou que o trabalho da PM é diferente do dos delegados de polícia.
Docentes não conseguem reajuste
O Dia Nacional de Paralisação dos professores das universidades federais não conseguiu atingir seu objetivo, que era pressionar o Governo Federal a apresentar uma contraproposta salarial imediata. Na reunião de ontem entre o comando de negociação e representantes dos ministérios do Planejamento e da Educação o que ficou acertado foi a elaboração de um calendário de reuniões até 23 de outubro para discussão do assunto. O nó da questão, segundo o secretário de Recursos Humanos do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, é que o Estado não dispõe de recursos orçamentários para conceder reajuste salarial este ano. De acordo com Duvanier, só há dinheiro para a implementação de uma reclassificação entre 2008 e 2010. Segundo ele, a implementação completa da tabela salarial proposta pelos docentes teria um impacto de R$ 14 bilhões no orçamento da União. A categoria alega que não tem reajuste salarial desde 2005 e pedem recomposição de 1995. Segundo os professores, desde essa época os salários vêm perdendo para a inflação.
O Dia Nacional de Paralisação dos professores das universidades federais não conseguiu atingir seu objetivo, que era pressionar o Governo Federal a apresentar uma contraproposta salarial imediata. Na reunião de ontem entre o comando de negociação e representantes dos ministérios do Planejamento e da Educação o que ficou acertado foi a elaboração de um calendário de reuniões até 23 de outubro para discussão do assunto. O nó da questão, segundo o secretário de Recursos Humanos do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, é que o Estado não dispõe de recursos orçamentários para conceder reajuste salarial este ano. De acordo com Duvanier, só há dinheiro para a implementação de uma reclassificação entre 2008 e 2010. Segundo ele, a implementação completa da tabela salarial proposta pelos docentes teria um impacto de R$ 14 bilhões no orçamento da União. A categoria alega que não tem reajuste salarial desde 2005 e pedem recomposição de 1995. Segundo os professores, desde essa época os salários vêm perdendo para a inflação.
Maria Eugênia
Jornal de Brasília
Jornal de Brasília
A comissão especial sobre carreiras policiais, criada para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 549/06, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), aprovou proposta que equipara o salário inicial dos delegados de polícia aos dos integrantes do Ministério Público com atribuição de participar da investigação criminal. A PEC segue agora para o Plenário, onde precisa ser votada em dois turnos. O relator, deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), foi favorável à proposta, e seu voto foi acompanhado pela maioria dos integrantes da comissão. Segundo ele, atualmente, em virtude do desprestígio e dos baixos salários, os delegados de polícia estão desmotivados e precisam exercer atividades paralelas para sobreviver, circunstâncias que prejudicam muito a atividade policial. A comissão rejeitou duas emendas apresentadas pelo deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS), com o objetivo de estender a equiparação salarial com o Ministério Público aos oficiais das policiais militares dos Estados e do Distrito Federal. O relator considerou que o trabalho da PM é diferente do dos delegados de polícia.
Docentes não conseguem reajuste
O Dia Nacional de Paralisação dos professores das universidades federais não conseguiu atingir seu objetivo, que era pressionar o Governo Federal a apresentar uma contraproposta salarial imediata. Na reunião de ontem entre o comando de negociação e representantes dos ministérios do Planejamento e da Educação o que ficou acertado foi a elaboração de um calendário de reuniões até 23 de outubro para discussão do assunto. O nó da questão, segundo o secretário de Recursos Humanos do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, é que o Estado não dispõe de recursos orçamentários para conceder reajuste salarial este ano. De acordo com Duvanier, só há dinheiro para a implementação de uma reclassificação entre 2008 e 2010. Segundo ele, a implementação completa da tabela salarial proposta pelos docentes teria um impacto de R$ 14 bilhões no orçamento da União. A categoria alega que não tem reajuste salarial desde 2005 e pedem recomposição de 1995. Segundo os professores, desde essa época os salários vêm perdendo para a inflação.
O Dia Nacional de Paralisação dos professores das universidades federais não conseguiu atingir seu objetivo, que era pressionar o Governo Federal a apresentar uma contraproposta salarial imediata. Na reunião de ontem entre o comando de negociação e representantes dos ministérios do Planejamento e da Educação o que ficou acertado foi a elaboração de um calendário de reuniões até 23 de outubro para discussão do assunto. O nó da questão, segundo o secretário de Recursos Humanos do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, é que o Estado não dispõe de recursos orçamentários para conceder reajuste salarial este ano. De acordo com Duvanier, só há dinheiro para a implementação de uma reclassificação entre 2008 e 2010. Segundo ele, a implementação completa da tabela salarial proposta pelos docentes teria um impacto de R$ 14 bilhões no orçamento da União. A categoria alega que não tem reajuste salarial desde 2005 e pedem recomposição de 1995. Segundo os professores, desde essa época os salários vêm perdendo para a inflação.