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Publicado: 12/09/2007 | 09:48
Ari Cunha - Congresso em queda
Correio Braziliense
Tanto pela insistência de Renan Calheiros em apregoar inocência, quanto pela voracidade da oposição, o Senado vive entre dois fogos. Renan alega que vem sendo vítima de notícias requentadas. A cada acusação vem a defesa de correção no seu trabalho. Do outro lado, a oposição sedenta de ver reconhecidos seus argumentos. Isso provoca situação inusitada. Ambos têm razão. E o assunto passa à área pública. Os argumentos se multiplicam e o povo quer que termine logo a história. A instituição está combalida no meio de tantas severas críticas de ambos os lados. Por outro prisma, o governo Lula da Silva presta todas as homenagens a Renan Calheiros, e o presidente sempre se deixa fotografar ao seu lado nas solenidades. Isso aumenta a implicância entre senadores. E o povo quer ver o fim da contenda. O Estado perde com discussões e posicionamentos de valia sentimental em assunto tão sério. A oposição quer voto aberto na sessão de hoje. A Constituição trata do voto secreto, não das discussões, debates e encaminhamentos no plenário. Na verdade há desentendimentos totais. Parte da culpa recai sobre o presidente Renan. Não quis deixar a Presidência da Casa. Por seu lado, se a deixasse, seria frito pela maledicência dos argumentos. Hoje se conhecerá o veredicto pelo voto.
A frase que foi pronunciada
“Momento gravíssimo e o Estado que torne sua presença cada vez mais forte ocupando os espaços na comunidade.”
Ministro Pedro Brito depois de sentir seu trem atacado com balas ao passar pela favela do Jacarezinho, no Rio, e sair ileso do tumulto
Eleição
Comece o dia indo à Casa do Ceará. Termina o correto mandato de José Jézer de Oliveira. A eleição é hoje. Valorizando a instituição que marca a presença cearense no Planalto, a chapa encabeçada por Fernando César de Mesquita tem Wilson Ibiapina como vice. Está preservado o movimento iniciado por Chrisanto Moreira da Rocha e Álvaro Lins.
Patacoada
Evo Morales, presidente da Bolívia, começou o governo invadindo a Petrobras com o poder e a força. Ocupou militarmente a Petrobras de forma ditatorial. Tempo passa. Fez contrato com o Brasil para fornecer 30 milhões de m³ de gás/dia. Não cumpriu o acordo firmado. Pior. Vinha recebendo o dinheiro e vendendo apenas 27,8 milhões de m³. Há impasse no cumprimento do acordo.
Estranho
Uniram-se CNBB, MST, Partido Humanista, Movimento Negro Educafio, Coordenação Nacional de Lutas, e Comunidades Eclesiais de Base sob comando de Ari Alberti. Formado o Grito dos Excluídos. No meio, a ala feminina com o slogan: “Nem papa nem juízes. As mulheres decidem a favor do aborto”.
Prêmio
Fausto Salim é sorriso de alegria. A Gráfica Charbel foi premiada no XI Concurso latino-americano de produtos gráficos com a distinção Teobaldo de Nigris, fundador da Abigraf. O fato mostra que Brasília oferece à indústria gráfica o que há de mais moderno em equipamento. Detalhe à parte, louve-se o trabalho dos profissionais do DF pelo bom gosto dos serviços prestados.
Exército
General Raimundo Nonato de Cerqueira Filho, que dirige o Comando Militar da Amazônia, fundamenta as ações das Forças Armadas na região pela defesa do território. Enaltece o apoio logístico ao governo. Trabalho paralelo é estímulo à profissão entre os jovens que prestam serviço militar. Concluem seu tempo de caserna e voltam à vida civil com profissão garantida e sustento para a família.
Mando
Luiz Fernando Corrêa é contra a Abin cruzar telefonemas em investigações. Paulo Lacerda, que deixou a PF, entende que a Abin tem entre suas funções a defesa do Estado e necessita de bloqueio telefônico. Mas o assunto não pertence a nenhum dos dois. Trata-se de decisão da Justiça, que é quem determina o uso da privacidade em benefício do Estado.
Tumulto
Lucas Furtado é o representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União. Ele filtra os contratos firmados entre o governo e particulares. Tem encontrado premiação a fornecedores incorretos e funcionários públicos favorecidos. Vale o trabalho do MP, insistentemente em favor do erário.
História de Brasília
Chamada geral: ajudem a encontrar o filhinho do nosso colega Fonseca, do DC- Brasília. Chama-se Marcus Vinícius, tem 13 anos, cabelos castanhos e uma pinta acima do lábio superior. Quando desapareceu, trajava calça de casimira azul, camisa branca com listras pretas e sapato marrom. Mora na quadra 409/10, bloco 15 ap. 301-D. Ajudem a localizar o garoto, que está com a mãe aflitíssima.
Correio Braziliense
Tanto pela insistência de Renan Calheiros em apregoar inocência, quanto pela voracidade da oposição, o Senado vive entre dois fogos. Renan alega que vem sendo vítima de notícias requentadas. A cada acusação vem a defesa de correção no seu trabalho. Do outro lado, a oposição sedenta de ver reconhecidos seus argumentos. Isso provoca situação inusitada. Ambos têm razão. E o assunto passa à área pública. Os argumentos se multiplicam e o povo quer que termine logo a história. A instituição está combalida no meio de tantas severas críticas de ambos os lados. Por outro prisma, o governo Lula da Silva presta todas as homenagens a Renan Calheiros, e o presidente sempre se deixa fotografar ao seu lado nas solenidades. Isso aumenta a implicância entre senadores. E o povo quer ver o fim da contenda. O Estado perde com discussões e posicionamentos de valia sentimental em assunto tão sério. A oposição quer voto aberto na sessão de hoje. A Constituição trata do voto secreto, não das discussões, debates e encaminhamentos no plenário. Na verdade há desentendimentos totais. Parte da culpa recai sobre o presidente Renan. Não quis deixar a Presidência da Casa. Por seu lado, se a deixasse, seria frito pela maledicência dos argumentos. Hoje se conhecerá o veredicto pelo voto.
A frase que foi pronunciada
“Momento gravíssimo e o Estado que torne sua presença cada vez mais forte ocupando os espaços na comunidade.”
Ministro Pedro Brito depois de sentir seu trem atacado com balas ao passar pela favela do Jacarezinho, no Rio, e sair ileso do tumulto
Eleição
Comece o dia indo à Casa do Ceará. Termina o correto mandato de José Jézer de Oliveira. A eleição é hoje. Valorizando a instituição que marca a presença cearense no Planalto, a chapa encabeçada por Fernando César de Mesquita tem Wilson Ibiapina como vice. Está preservado o movimento iniciado por Chrisanto Moreira da Rocha e Álvaro Lins.
Patacoada
Evo Morales, presidente da Bolívia, começou o governo invadindo a Petrobras com o poder e a força. Ocupou militarmente a Petrobras de forma ditatorial. Tempo passa. Fez contrato com o Brasil para fornecer 30 milhões de m³ de gás/dia. Não cumpriu o acordo firmado. Pior. Vinha recebendo o dinheiro e vendendo apenas 27,8 milhões de m³. Há impasse no cumprimento do acordo.
Estranho
Uniram-se CNBB, MST, Partido Humanista, Movimento Negro Educafio, Coordenação Nacional de Lutas, e Comunidades Eclesiais de Base sob comando de Ari Alberti. Formado o Grito dos Excluídos. No meio, a ala feminina com o slogan: “Nem papa nem juízes. As mulheres decidem a favor do aborto”.
Prêmio
Fausto Salim é sorriso de alegria. A Gráfica Charbel foi premiada no XI Concurso latino-americano de produtos gráficos com a distinção Teobaldo de Nigris, fundador da Abigraf. O fato mostra que Brasília oferece à indústria gráfica o que há de mais moderno em equipamento. Detalhe à parte, louve-se o trabalho dos profissionais do DF pelo bom gosto dos serviços prestados.
Exército
General Raimundo Nonato de Cerqueira Filho, que dirige o Comando Militar da Amazônia, fundamenta as ações das Forças Armadas na região pela defesa do território. Enaltece o apoio logístico ao governo. Trabalho paralelo é estímulo à profissão entre os jovens que prestam serviço militar. Concluem seu tempo de caserna e voltam à vida civil com profissão garantida e sustento para a família.
Mando
Luiz Fernando Corrêa é contra a Abin cruzar telefonemas em investigações. Paulo Lacerda, que deixou a PF, entende que a Abin tem entre suas funções a defesa do Estado e necessita de bloqueio telefônico. Mas o assunto não pertence a nenhum dos dois. Trata-se de decisão da Justiça, que é quem determina o uso da privacidade em benefício do Estado.
Tumulto
Lucas Furtado é o representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União. Ele filtra os contratos firmados entre o governo e particulares. Tem encontrado premiação a fornecedores incorretos e funcionários públicos favorecidos. Vale o trabalho do MP, insistentemente em favor do erário.
História de Brasília
Chamada geral: ajudem a encontrar o filhinho do nosso colega Fonseca, do DC- Brasília. Chama-se Marcus Vinícius, tem 13 anos, cabelos castanhos e uma pinta acima do lábio superior. Quando desapareceu, trajava calça de casimira azul, camisa branca com listras pretas e sapato marrom. Mora na quadra 409/10, bloco 15 ap. 301-D. Ajudem a localizar o garoto, que está com a mãe aflitíssima.