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Publicado: 23/08/2007 | 11:59
Servidores da Cultura recusam proposta e retomam greve
Folha de S. Paulo
Os cerca de 2.000 servidores da Cultura retomaram ontem a greve que, iniciada em 15 de maio, estava suspensa desde 27 de julho. Em assembléias realizadas na semana passada, eles recusaram proposta feita pelo Ministério do Planejamento, classificada como "embuste" por Zulmira Pope, do comando nacional de greve.
"O aumento seria em parcelas, a primeira em março de 2008 e a última em setembro de 2010, sem nada neste ano. Incidiria mais sobre as gratificações do que sobre o salário básico. E os servidores aposentados ainda receberiam um aumento menor do que os ativos, o que é inaceitável", disse ela.
A greve foi interrompida, segundo alegam os servidores, por pressão do Planejamento, que queria um voto de confiança até oferecer uma proposta.
Em 2005, uma greve de cem dias foi encerrada depois que funcionários e a cúpula do Ministério da Cultura chegaram a um acordo sobre plano de carreira. Gratificações seriam incorporadas ao salário-base, que ficaria entre R$ 1.489,33 e R$ 5.594,73. A não-execução do plano motivou a greve atual.
O Planejamento informou que não comentaria o assunto. O MinC mantém a posição de que cabe ao Planejamento negociar com os servidores.
Os cerca de 2.000 servidores da Cultura retomaram ontem a greve que, iniciada em 15 de maio, estava suspensa desde 27 de julho. Em assembléias realizadas na semana passada, eles recusaram proposta feita pelo Ministério do Planejamento, classificada como "embuste" por Zulmira Pope, do comando nacional de greve.
"O aumento seria em parcelas, a primeira em março de 2008 e a última em setembro de 2010, sem nada neste ano. Incidiria mais sobre as gratificações do que sobre o salário básico. E os servidores aposentados ainda receberiam um aumento menor do que os ativos, o que é inaceitável", disse ela.
A greve foi interrompida, segundo alegam os servidores, por pressão do Planejamento, que queria um voto de confiança até oferecer uma proposta.
Em 2005, uma greve de cem dias foi encerrada depois que funcionários e a cúpula do Ministério da Cultura chegaram a um acordo sobre plano de carreira. Gratificações seriam incorporadas ao salário-base, que ficaria entre R$ 1.489,33 e R$ 5.594,73. A não-execução do plano motivou a greve atual.
O Planejamento informou que não comentaria o assunto. O MinC mantém a posição de que cabe ao Planejamento negociar com os servidores.
Folha de S. Paulo
Os cerca de 2.000 servidores da Cultura retomaram ontem a greve que, iniciada em 15 de maio, estava suspensa desde 27 de julho. Em assembléias realizadas na semana passada, eles recusaram proposta feita pelo Ministério do Planejamento, classificada como "embuste" por Zulmira Pope, do comando nacional de greve.
"O aumento seria em parcelas, a primeira em março de 2008 e a última em setembro de 2010, sem nada neste ano. Incidiria mais sobre as gratificações do que sobre o salário básico. E os servidores aposentados ainda receberiam um aumento menor do que os ativos, o que é inaceitável", disse ela.
A greve foi interrompida, segundo alegam os servidores, por pressão do Planejamento, que queria um voto de confiança até oferecer uma proposta.
Em 2005, uma greve de cem dias foi encerrada depois que funcionários e a cúpula do Ministério da Cultura chegaram a um acordo sobre plano de carreira. Gratificações seriam incorporadas ao salário-base, que ficaria entre R$ 1.489,33 e R$ 5.594,73. A não-execução do plano motivou a greve atual.
O Planejamento informou que não comentaria o assunto. O MinC mantém a posição de que cabe ao Planejamento negociar com os servidores.
Os cerca de 2.000 servidores da Cultura retomaram ontem a greve que, iniciada em 15 de maio, estava suspensa desde 27 de julho. Em assembléias realizadas na semana passada, eles recusaram proposta feita pelo Ministério do Planejamento, classificada como "embuste" por Zulmira Pope, do comando nacional de greve.
"O aumento seria em parcelas, a primeira em março de 2008 e a última em setembro de 2010, sem nada neste ano. Incidiria mais sobre as gratificações do que sobre o salário básico. E os servidores aposentados ainda receberiam um aumento menor do que os ativos, o que é inaceitável", disse ela.
A greve foi interrompida, segundo alegam os servidores, por pressão do Planejamento, que queria um voto de confiança até oferecer uma proposta.
Em 2005, uma greve de cem dias foi encerrada depois que funcionários e a cúpula do Ministério da Cultura chegaram a um acordo sobre plano de carreira. Gratificações seriam incorporadas ao salário-base, que ficaria entre R$ 1.489,33 e R$ 5.594,73. A não-execução do plano motivou a greve atual.
O Planejamento informou que não comentaria o assunto. O MinC mantém a posição de que cabe ao Planejamento negociar com os servidores.