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Publicado: 23/08/2007 | 11:43
Deputados acusados evitam plenário
Sandro Lima
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Os parlamentares acusados de envolvimento no esquema do mensalão optaram pela discrição no primeiro dia de julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Os deputados José Genoino (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP), Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) foram à Câmara, entretanto, evitaram o plenário da Casa.
No início da tarde, Genoino foi rapidamente ao plenário, mas depois refugiou-se no gabinete. Lá, no plenário, João Paulo Cunha não colocou os pés. Ontem, os deputados aprovaram a medida provisória que concedeu reajuste de 30,06% a 139,76% para os cargos em comissão da administração federal.
Segundo assessores, Genoino e João Paulo acompanharam trechos da transmissão do julgamento pela televisão dos próprios gabinetes. Quando se ausentaram, foram informados do andamento do julgamento por assessores. Segundo o líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (PT-RJ), ambos estavam tranqüilos em relação ao julgamento. “Conversei com eles várias vezes durante o dia e não notei nenhum nervosismo. Eles estavam tranqüilos”, disse Luiz Sérgio. Genoino é acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa. João Paulo sofre acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O deputado Paulo Rocha (PT-PA), também acusado de envolvimento no esquema do mensalão, foi ao plenário e conversou por um bom tempo com colegas de partido. Porém, evitou a imprensa. Segundo a assessoria de Rocha, ele preferiu não acompanhar a transmissão do julgamento pela televisão, sendo informado ao longo do dia por advogados e assessores. “Ele encarou com um dia normal de trabalho, um dia como qualquer outro”, informou a assessoria. Paulo Rocha é acusado de lavagem de dinheiro.
Assim como Genoino, Valdemar Costa Neto marcou presença no plenário logo cedo, mas depois dedicou-se a compromissos no gabinete. Segundo a assessoria, ele teve uma agenda interna e pela tarde foi à sede do partido. “Ele trabalhou normalmente. Estava bem, normal. O julgamento é longo, então não dá para ficar ansioso”, disse um assessor do deputado.
Na véspera do julgamento, Valdemar Costa Neto circulou pelos corredores da Câmara e não demonstrou preocupação com o caso. “Estou tranqüilo. Agora vamos aguardar o resultado”, afirmou. O deputado é acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Sandro Lima
Correio Braziliense
Correio Braziliense
Os parlamentares acusados de envolvimento no esquema do mensalão optaram pela discrição no primeiro dia de julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Os deputados José Genoino (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP), Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) foram à Câmara, entretanto, evitaram o plenário da Casa.
No início da tarde, Genoino foi rapidamente ao plenário, mas depois refugiou-se no gabinete. Lá, no plenário, João Paulo Cunha não colocou os pés. Ontem, os deputados aprovaram a medida provisória que concedeu reajuste de 30,06% a 139,76% para os cargos em comissão da administração federal.
Segundo assessores, Genoino e João Paulo acompanharam trechos da transmissão do julgamento pela televisão dos próprios gabinetes. Quando se ausentaram, foram informados do andamento do julgamento por assessores. Segundo o líder do PT na Câmara, Luiz Sérgio (PT-RJ), ambos estavam tranqüilos em relação ao julgamento. “Conversei com eles várias vezes durante o dia e não notei nenhum nervosismo. Eles estavam tranqüilos”, disse Luiz Sérgio. Genoino é acusado de formação de quadrilha e corrupção ativa. João Paulo sofre acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O deputado Paulo Rocha (PT-PA), também acusado de envolvimento no esquema do mensalão, foi ao plenário e conversou por um bom tempo com colegas de partido. Porém, evitou a imprensa. Segundo a assessoria de Rocha, ele preferiu não acompanhar a transmissão do julgamento pela televisão, sendo informado ao longo do dia por advogados e assessores. “Ele encarou com um dia normal de trabalho, um dia como qualquer outro”, informou a assessoria. Paulo Rocha é acusado de lavagem de dinheiro.
Assim como Genoino, Valdemar Costa Neto marcou presença no plenário logo cedo, mas depois dedicou-se a compromissos no gabinete. Segundo a assessoria, ele teve uma agenda interna e pela tarde foi à sede do partido. “Ele trabalhou normalmente. Estava bem, normal. O julgamento é longo, então não dá para ficar ansioso”, disse um assessor do deputado.
Na véspera do julgamento, Valdemar Costa Neto circulou pelos corredores da Câmara e não demonstrou preocupação com o caso. “Estou tranqüilo. Agora vamos aguardar o resultado”, afirmou. O deputado é acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.