antigas Publicado: 26/08/2009 | 09:43

Reunião entre Governo e aposentados continuará nesta terça-feira (25)

A reunião entre Governo, entidades que representam aposentados e as centrais sindicais irá continuar nesta terça-feira, a partir das 18 horas.

Na segunda-feira (24), durante cinco horas, as partes envolvidas na discussão avançaram pouco em direção a um acordo que resultará na concessão de um reajuste real aos aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo.

O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, disse que as centrais e as entidades de aposentados pediram que o reajuste real seja dado às aposentadorias e pensões em 2010 e 2011.

"A inclusão de 2011, feita hoje por nós, significaria uma boa sinalização de que uma política permanente de recuperação desses benefícios será implementada", afirmou o sindicalista.

De acordo com o deputado Pepe Vargas (PT/RS), além desse pedido, as centrais sindicais também reivindicaram a criação de uma comissão permanente para implantar essa política de recuperação dos benefícios previdenciários com valor acima de um salário mínimo.

O deputado afirmou ainda que "já estamos mais próximos de um acordo do que estávamos na semana passada".

O parlamentar é o relator, na Câmara, do projeto de lei que extingue o fator previdenciário. Este é um dos projetos que o governo deseja engavetar na Câmara em troca da concessão do reajuste real às aposentadorias.

Os sindicalistas também pediram ao governo o tempo em que o trabalhador estiver desempregado, recebendo seguro-desemprego, também seja contado para a sua futura aposentadoria.

O governo propôs hoje que as aposentadorias do INSS acima de um salário mínimo sejam reajustadas, no ano que vem, pela variação do Indice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 50% do Produto Interno Bruto (PIB) apurado há dois anos.

É a primeira vez que o governo faz uma proposta concreta, "com grandes chances de ser aceita", segundo Warley Martins, presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).

Martins participou hoje de mais uma rodada de negociação na sede provisória do governo federal, onde por mais cinco horas a questão do reajuste real para os aposentados em 2010 foi discutida.

O presidente da Cobap informou que pediu tempo para consulta às bases, de forma que nova reunião foi marcada para amanhã, ao fim da tarde.

Segundo Martins, até agora o governo federal não tinha apresentado nenhuma proposta de reajuste.

Do lado dos aposentados, a ideia era seguir a proposta do senador Paulo Paim (PT/RS), de pedir a mesma correção do salário mínimo para as aposentadorias com valor superior.

A proposta do governo é parecida com a regra de reajuste do mínimo: correção pela inflação medida pelo INPC, mais a variação real integral do PIB de dois anos antes.

A proposta de hoje foi apresentada pelo ministro Luiz Dulci, secretário-geral da Presidência da República, segundo Martins.

Se aceitarem a proposta, o aposentados se comprometerão a desistir de lutar por três projetos que tramitam no Congresso, entre eles o que acaba com o fator previdenciário.

Vargas, que é relator do projeto que acaba com o fator, disse que as entidades dos aposentados querem que o governo garanta que o reajuste real seja aplicado também em 2011 para as aposentadorias superiores a um salário mínimo, além da criação de uma comissão permanente para garantir a recomposição de perdas dos benefícios. (Fonte: Blog O outro lado da notícia, com agências e Valor Online)

A reunião entre Governo, entidades que representam aposentados e as centrais sindicais irá continuar nesta terça-feira, a partir das 18 horas.

Na segunda-feira (24), durante cinco horas, as partes envolvidas na discussão avançaram pouco em direção a um acordo que resultará na concessão de um reajuste real aos aposentados e pensionistas que ganham mais de um salário mínimo.

O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, disse que as centrais e as entidades de aposentados pediram que o reajuste real seja dado às aposentadorias e pensões em 2010 e 2011.

"A inclusão de 2011, feita hoje por nós, significaria uma boa sinalização de que uma política permanente de recuperação desses benefícios será implementada", afirmou o sindicalista.

De acordo com o deputado Pepe Vargas (PT/RS), além desse pedido, as centrais sindicais também reivindicaram a criação de uma comissão permanente para implantar essa política de recuperação dos benefícios previdenciários com valor acima de um salário mínimo.

O deputado afirmou ainda que "já estamos mais próximos de um acordo do que estávamos na semana passada".

O parlamentar é o relator, na Câmara, do projeto de lei que extingue o fator previdenciário. Este é um dos projetos que o governo deseja engavetar na Câmara em troca da concessão do reajuste real às aposentadorias.

Os sindicalistas também pediram ao governo o tempo em que o trabalhador estiver desempregado, recebendo seguro-desemprego, também seja contado para a sua futura aposentadoria.

O governo propôs hoje que as aposentadorias do INSS acima de um salário mínimo sejam reajustadas, no ano que vem, pela variação do Indice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 50% do Produto Interno Bruto (PIB) apurado há dois anos.

É a primeira vez que o governo faz uma proposta concreta, "com grandes chances de ser aceita", segundo Warley Martins, presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).

Martins participou hoje de mais uma rodada de negociação na sede provisória do governo federal, onde por mais cinco horas a questão do reajuste real para os aposentados em 2010 foi discutida.

O presidente da Cobap informou que pediu tempo para consulta às bases, de forma que nova reunião foi marcada para amanhã, ao fim da tarde.

Segundo Martins, até agora o governo federal não tinha apresentado nenhuma proposta de reajuste.

Do lado dos aposentados, a ideia era seguir a proposta do senador Paulo Paim (PT/RS), de pedir a mesma correção do salário mínimo para as aposentadorias com valor superior.

A proposta do governo é parecida com a regra de reajuste do mínimo: correção pela inflação medida pelo INPC, mais a variação real integral do PIB de dois anos antes.

A proposta de hoje foi apresentada pelo ministro Luiz Dulci, secretário-geral da Presidência da República, segundo Martins.

Se aceitarem a proposta, o aposentados se comprometerão a desistir de lutar por três projetos que tramitam no Congresso, entre eles o que acaba com o fator previdenciário.

Vargas, que é relator do projeto que acaba com o fator, disse que as entidades dos aposentados querem que o governo garanta que o reajuste real seja aplicado também em 2011 para as aposentadorias superiores a um salário mínimo, além da criação de uma comissão permanente para garantir a recomposição de perdas dos benefícios. (Fonte: Blog O outro lado da notícia, com agências e Valor Online)