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Publicado: 1/07/2009 | 14:07
Reajuste de servidores das carreiras exclusivas de Estado atinge 30%
O reajuste dos servidores públicos federais do Executivo a ser concedido a partir, desta quarta-feira (1º), chega a 30%, conforme a carreira.
No total, receberão salário maior no início de agosto em torno de 620 mil funcionários. Para a maior parte deles, o percentual vai variar entre 5% e 15%. Com a melhora do quadro econômico mundial no início do ano, o governo já tinha decidido manter o cronograma de reajustes dos servidores federais. Carreiras de Estado Os aumentos foram concedidos por meio das medidas provisórias 431, 440 e 441, já convertidas em lei, de forma escalonada em 2008, 2009 e 2010, para a maior parte das carreiras, beneficiando 1,3 milhão de servidores civis e militares, ativos e inativos. Para algumas delas, o novo reajuste estava previsto para fevereiro, março e junho e já foi incorporado, como é o caso de professores de universidades e escolas federais e servidores do Ministério da Fazenda enquadrados no Plano Especial de Cargos. Servidores de áreas administrativas, como os do Plano Geral de Cargos (PGPE) e do Plano Especial da Polícia Federal, também receberão mais a partir deste mês. Salário dobra em agências Os campeões de ganho salarial são os funcionários das agências reguladoras, como Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações), Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Há um ano, eles já tiveram um aumento entre 85% e 104%. Agora, estão tendo mais 11%. Um técnico administrativo de uma agência entra ganhando R$ 10.100 e o de nível médio, R$ 4.970. Custo chega a R$ 14,5 bi em um ano O gasto adicional será de R$ 46,3 bilhões. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, neste ano, as despesas com pessoal estão 22,6% mais altas em relação ao mesmo período de 2008, o que representa gasto adicional de R$ 2,2 bilhões por mês. A arrecadação de impostos vem caindo, o que tornará o custo da folha de pagamento do funcionalismo mais pesado para a população. O Palácio do Planalto e o Ministério do Planejamento já tinham decidido honrar reajustes desde janeiro. Várias categorias já vinham recebendo aumentos, conforme prevê a lei. (Fonte: O Dia Online)
Os aposentados e pensionistas também serão beneficiados com os mesmos percentuais dos ativos, conforme a classe em que se aposentaram.
Na quinta-feira passada, o Palácio do Planalto vazou para a imprensa que a decisão de pagar foi do presidente Lula.
Com essa nova rodada de reajustes, a remuneração mais alta será dos auditores fiscais da Receita e do Trabalho e advogados da União. Eles iniciam a carreira ganhando R$ 13.067 e R$ 14.549 agora.
Os servidores da carreira do IBGE, Fiocruz e Inmetro estão entre os contemplados com o maior aumento a partir deste mês. Mas eles não são os que mais receberam reajuste desde 2008.
Os cofres públicos gastarão cerca de R$ 14,5 bilhões a mais este ano para bancar a nova rodada de reajuste salarial do funcionalismo, iniciada em 2008.
Em 2010 e 2011, estão previstos mais aumentos, conforme as três medidas provisórias editadas no ano passado e já convertidas em leis.
O reajuste dos servidores públicos federais do Executivo a ser concedido a partir, desta quarta-feira (1º), chega a 30%, conforme a carreira.
No total, receberão salário maior no início de agosto em torno de 620 mil funcionários. Para a maior parte deles, o percentual vai variar entre 5% e 15%. Com a melhora do quadro econômico mundial no início do ano, o governo já tinha decidido manter o cronograma de reajustes dos servidores federais. Carreiras de Estado Os aumentos foram concedidos por meio das medidas provisórias 431, 440 e 441, já convertidas em lei, de forma escalonada em 2008, 2009 e 2010, para a maior parte das carreiras, beneficiando 1,3 milhão de servidores civis e militares, ativos e inativos. Para algumas delas, o novo reajuste estava previsto para fevereiro, março e junho e já foi incorporado, como é o caso de professores de universidades e escolas federais e servidores do Ministério da Fazenda enquadrados no Plano Especial de Cargos. Servidores de áreas administrativas, como os do Plano Geral de Cargos (PGPE) e do Plano Especial da Polícia Federal, também receberão mais a partir deste mês. Salário dobra em agências Os campeões de ganho salarial são os funcionários das agências reguladoras, como Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações), Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Há um ano, eles já tiveram um aumento entre 85% e 104%. Agora, estão tendo mais 11%. Um técnico administrativo de uma agência entra ganhando R$ 10.100 e o de nível médio, R$ 4.970. Custo chega a R$ 14,5 bi em um ano O gasto adicional será de R$ 46,3 bilhões. Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, neste ano, as despesas com pessoal estão 22,6% mais altas em relação ao mesmo período de 2008, o que representa gasto adicional de R$ 2,2 bilhões por mês. A arrecadação de impostos vem caindo, o que tornará o custo da folha de pagamento do funcionalismo mais pesado para a população. O Palácio do Planalto e o Ministério do Planejamento já tinham decidido honrar reajustes desde janeiro. Várias categorias já vinham recebendo aumentos, conforme prevê a lei. (Fonte: O Dia Online)
Os aposentados e pensionistas também serão beneficiados com os mesmos percentuais dos ativos, conforme a classe em que se aposentaram.
Na quinta-feira passada, o Palácio do Planalto vazou para a imprensa que a decisão de pagar foi do presidente Lula.
Com essa nova rodada de reajustes, a remuneração mais alta será dos auditores fiscais da Receita e do Trabalho e advogados da União. Eles iniciam a carreira ganhando R$ 13.067 e R$ 14.549 agora.
Os servidores da carreira do IBGE, Fiocruz e Inmetro estão entre os contemplados com o maior aumento a partir deste mês. Mas eles não são os que mais receberam reajuste desde 2008.
Os cofres públicos gastarão cerca de R$ 14,5 bilhões a mais este ano para bancar a nova rodada de reajuste salarial do funcionalismo, iniciada em 2008.
Em 2010 e 2011, estão previstos mais aumentos, conforme as três medidas provisórias editadas no ano passado e já convertidas em leis.