antigas
Publicado: 10/06/2009 | 10:28
Polícia Militar, estudantes e funcionários entram em confronto na USP
Cerca de 30 policiais militares da Tropa de Choque enfrentaram no começo da noite desta terça-feira (9) estudantes, professores e funcionários das três principais universidades públicas do estado - Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os manifestantes estavam fazendo um "trancaço", bloqueando o acesso à universidade pelo portão 1, quando a PM chegou. A Polícia usou nove bombas de efeito moral e balas de borracha e os manifestantes responderam com pedras na direção dos policiais. De acordo com a PM, o policiamento no local foi reforçado e ainda não existem confirmações de estudantes presos ou feridos. Após o conflito, os estudantes, funcionários e professores seguiram para o prédio da Faculdade de História e Geografia da USP, onde estão concentrados. O bloqueio da entrada principal da USP aconteceu por quase duas horas. Um carro de som bloqueou a rua até as 16h41, quando uma marcha de cerca de 2 mil pessoas retornou ao prédio da reitoria. Durante o ato na Rua Alvarenga, estudantes e funcionários gritaram palavras de ordem a 20 policiais militares. Greve Na segunda-feira (8), o Fórum das Seis (que representa alunos, funcionários e professores da USP, Unicamp e Unesp) passou o dia organizando a mobilização. Ao menos 250 pessoas da Universidade Estadual de Campinas e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba, vieram de ônibus para participar do ato na capital. Outras unidades também enviarão representantes. Funcionários da USP iniciaram a greve em 5 de maio. Professores e alunos ingressaram no movimento há uma semana, mas a adesão continua baixa. Serra "A reitora pediu segurança e o Governo não tem outra alternativa a não ser manter a PM lá", disse. Um grupo de sete estudantes da USP protestou em frente à unidade com faixas pedindo a saída de policiais da universidade. (Fontes: agências Estado e Último Segundo)
O objetivo da corporação, segundo foi informado, é garantir o acesso dos universitários que não aderiram à greve e querem assistir às aulas.
As principais reivindicações dos funcionários, professores e estudantes são a saída da PM da universidade e a reabertura de negociação salarial com a reitora Suely Vilela, interrompida no último dia 25.
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta terça-feira, após inaugurar um ambulatório de Saúde na Zona Sul da capital, que a presença da PM na universidade se deve a uma ordem judicial.
Cerca de 30 policiais militares da Tropa de Choque enfrentaram no começo da noite desta terça-feira (9) estudantes, professores e funcionários das três principais universidades públicas do estado - Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os manifestantes estavam fazendo um "trancaço", bloqueando o acesso à universidade pelo portão 1, quando a PM chegou. A Polícia usou nove bombas de efeito moral e balas de borracha e os manifestantes responderam com pedras na direção dos policiais. De acordo com a PM, o policiamento no local foi reforçado e ainda não existem confirmações de estudantes presos ou feridos. Após o conflito, os estudantes, funcionários e professores seguiram para o prédio da Faculdade de História e Geografia da USP, onde estão concentrados. O bloqueio da entrada principal da USP aconteceu por quase duas horas. Um carro de som bloqueou a rua até as 16h41, quando uma marcha de cerca de 2 mil pessoas retornou ao prédio da reitoria. Durante o ato na Rua Alvarenga, estudantes e funcionários gritaram palavras de ordem a 20 policiais militares. Greve Na segunda-feira (8), o Fórum das Seis (que representa alunos, funcionários e professores da USP, Unicamp e Unesp) passou o dia organizando a mobilização. Ao menos 250 pessoas da Universidade Estadual de Campinas e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba, vieram de ônibus para participar do ato na capital. Outras unidades também enviarão representantes. Funcionários da USP iniciaram a greve em 5 de maio. Professores e alunos ingressaram no movimento há uma semana, mas a adesão continua baixa. Serra "A reitora pediu segurança e o Governo não tem outra alternativa a não ser manter a PM lá", disse. Um grupo de sete estudantes da USP protestou em frente à unidade com faixas pedindo a saída de policiais da universidade. (Fontes: agências Estado e Último Segundo)
O objetivo da corporação, segundo foi informado, é garantir o acesso dos universitários que não aderiram à greve e querem assistir às aulas.
As principais reivindicações dos funcionários, professores e estudantes são a saída da PM da universidade e a reabertura de negociação salarial com a reitora Suely Vilela, interrompida no último dia 25.
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta terça-feira, após inaugurar um ambulatório de Saúde na Zona Sul da capital, que a presença da PM na universidade se deve a uma ordem judicial.