antigas Publicado: 20/05/2009 | 10:08

SJC-SP: trabalhadores da GM protestam contra morte na empresa

Trabalhadores da fábrica da GM em São José dos Campos realizaram duas paralisações, nos períodos da manhã tarde de segunda-feira (18) para protestar contra a morte de um trabalhador por acidente de trabalho.

Aparecido Constantino morreu na tarde deste sábado, 16, após ser atingido por mais de meia tonelada de chapas de aça, quando operava um equipamento no setor de estamparia e manuseio.

Segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos, o operário fazia hora extra e trabalhava sozinho na área e teria morrido a caminho do hospital.

Durante a manifestação, os metalúrgicos prestaram uma homenagem póstuma a Constantino e aproveitaram para protestar contra as condições de segurança da empresa.

Dirigentes sindicais e cipeiros acompanharam o caso desde sábado e, na opinião das lideranças sindicais, uma série de irregularidades contribuiu para o acidente.

"Exigimos uma apuração profunda do que ocorreu. Os metalúrgicos estão trabalhando com um número reduzido de funcionários, sob pressão da chefia e hora extra. Agora, um companheiro foi morto. Essa situação não pode ficar assim", afirmou um dos diretores da entidade, Vivaldo Moreira.

Ele alertou que, desde 2007, cipeiros denunciavam quanto a riscos de acidentes graves no setor, inclusive sobre problemas no equipamento manuseado por Constantino.

As denúncias foram registradas em ata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

O trabalhador morto no sábado trabalhava na GM há 13 anos e tinha 42 anos.

Ele era casado e pai de três filhos. Os funcionários que participaram da manifestação receberam tarjas pretas em sinal de luto. (Fonte: site Pindavale)

Trabalhadores da fábrica da GM em São José dos Campos realizaram duas paralisações, nos períodos da manhã tarde de segunda-feira (18) para protestar contra a morte de um trabalhador por acidente de trabalho.

Aparecido Constantino morreu na tarde deste sábado, 16, após ser atingido por mais de meia tonelada de chapas de aça, quando operava um equipamento no setor de estamparia e manuseio.

Segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos, o operário fazia hora extra e trabalhava sozinho na área e teria morrido a caminho do hospital.

Durante a manifestação, os metalúrgicos prestaram uma homenagem póstuma a Constantino e aproveitaram para protestar contra as condições de segurança da empresa.

Dirigentes sindicais e cipeiros acompanharam o caso desde sábado e, na opinião das lideranças sindicais, uma série de irregularidades contribuiu para o acidente.

"Exigimos uma apuração profunda do que ocorreu. Os metalúrgicos estão trabalhando com um número reduzido de funcionários, sob pressão da chefia e hora extra. Agora, um companheiro foi morto. Essa situação não pode ficar assim", afirmou um dos diretores da entidade, Vivaldo Moreira.

Ele alertou que, desde 2007, cipeiros denunciavam quanto a riscos de acidentes graves no setor, inclusive sobre problemas no equipamento manuseado por Constantino.

As denúncias foram registradas em ata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

O trabalhador morto no sábado trabalhava na GM há 13 anos e tinha 42 anos.

Ele era casado e pai de três filhos. Os funcionários que participaram da manifestação receberam tarjas pretas em sinal de luto. (Fonte: site Pindavale)