antigas Publicado: 21/11/2008 | 11:30

Policiais civis protestam em frente à Assembléia Legislativa

Redação Bem Paraná  
 
Policiais Civis do Paraná realizam hoje, em Curitiba, mais um ato público. Desta vez, a manifestação é para expressar o descontentamento da categoria em relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e à aposentadoria. Há mais de três anos, o governo do Estado prega o discurso de que o PCCS está para ser concluído, mas até agora nada foi feito. Membros da polícia civil de Curitiba e também de Londrina estão concentrados, desde às 13 horas, em frente à Assembléia Legislativa.

Na tarde de ontem, outros policiais de Curitiba e Região Metropolitana se concentraram no refeitório da Polícia Civil, localizado no centro da Capital, e realizaram um abraço simbólico. O ato aconteceu em solidariedade aos policiais civis de
São Paulo, que cruzaram os braços no dia 16 de setembro em luta por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Nem todos voltaram à ativa.  

Segundo Wilson Villa, investigador e presidente da União da Polícia Civil do Paraná, a insatisfação da categoria no Paraná é especialmente por conta do plano de cargos e salários — em estudo desde 2005 e sem conclusão alguma —, e da aposentadoria especial. Atualmente, o Tribunal de Contas exige a idade de 60 anos e não mais de 53 anos para um policial civil se aposentar.

A idéia da mobilização é chamar a atenção dos deputados, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Secretaria de Estado da
Administração para que seja levada à Assembléia uma lei complementar que regulamente a aposentadoria especial da categoria, com exigência de 30 anos de contribuição e sem limite de idade.

Nos últimos meses, já aconteceram duas manifestações em Londrina para demonstrar o descontentamento da categoria com a convocação de mais de 500 policiais que já haviam se aposentado. A convocação dos aposentados foi determinação do TCE, e não agradou a categoria. A mobilização de hoje faz ainda oposição à atual gestão do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol).
 

Redação Bem Paraná  
 
Policiais Civis do Paraná realizam hoje, em Curitiba, mais um ato público. Desta vez, a manifestação é para expressar o descontentamento da categoria em relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e à aposentadoria. Há mais de três anos, o governo do Estado prega o discurso de que o PCCS está para ser concluído, mas até agora nada foi feito. Membros da polícia civil de Curitiba e também de Londrina estão concentrados, desde às 13 horas, em frente à Assembléia Legislativa.

Na tarde de ontem, outros policiais de Curitiba e Região Metropolitana se concentraram no refeitório da Polícia Civil, localizado no centro da Capital, e realizaram um abraço simbólico. O ato aconteceu em solidariedade aos policiais civis de
São Paulo, que cruzaram os braços no dia 16 de setembro em luta por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Nem todos voltaram à ativa.  

Segundo Wilson Villa, investigador e presidente da União da Polícia Civil do Paraná, a insatisfação da categoria no Paraná é especialmente por conta do plano de cargos e salários — em estudo desde 2005 e sem conclusão alguma —, e da aposentadoria especial. Atualmente, o Tribunal de Contas exige a idade de 60 anos e não mais de 53 anos para um policial civil se aposentar.

A idéia da mobilização é chamar a atenção dos deputados, do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Secretaria de Estado da
Administração para que seja levada à Assembléia uma lei complementar que regulamente a aposentadoria especial da categoria, com exigência de 30 anos de contribuição e sem limite de idade.

Nos últimos meses, já aconteceram duas manifestações em Londrina para demonstrar o descontentamento da categoria com a convocação de mais de 500 policiais que já haviam se aposentado. A convocação dos aposentados foi determinação do TCE, e não agradou a categoria. A mobilização de hoje faz ainda oposição à atual gestão do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol).