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Publicado: 19/05/2009 | 11:00
Assembléia aceita 8% e suspende greve na RPBC. Vitória da categoria
Na última quinta-feira (15), os cinco mil operários das 16 empreiteiras que prestam serviços à Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC Petrobras) suspenderam a greve iniciada na segunda-feira (11).
Na portaria principal da estatal, os trabalhadores aceitaram contraproposta oferecida pelas empresas, no início da noite do dia 13, na Gerência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em Santos.
A proposta patronal reajusta os salários em 8%, aplica o mesmo percentual na ‘plr' (participação nos lucros e resultados) até o limite de R$ 1.620, paga os dias parados e não atrasa o adiantamento ou vale salarial por causa da paralisação.
As empreiteiras também se comprometeram a formar comissão tripartite (empresas, sindicato e trabalhadores) para debater e concluir, em 60 dias, a reformulação da grade salarial, reivindicada pala categoria na campanha da data-base de maio.
A assembléia ao ar livre foi tranqüila e contou com a presença dos presidentes dos sindicatos dos químicos (Herbert Passos), operários portuários (Robson Apolinário) e do diretor do Sindipetro (petroleiros) Ademir Gomes Parrela.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial, Geraldino Cruz Nascimento, classificou a greve de vitoriosa: "Saímos do zero, fomos para 4,7%, chegamos a 5,9% e acabamos conquistando 8%".
O presidente do Sintracomos destacou a interferência do presidente Lula no caso, ao visitar a refinaria, na terça-feira (12), quando orientou a direção da RPBC a pressionar as empreiteiras por uma contraproposta melhor.
"O presidente Lula nos deu uma força muito grande", disse Geraldino, "e a vitória dependeu muito disso. Mas também dependeu da força e unidade da categoria no sindicato. Todos estão de parabéns, inclusive os sindicalistas que nos apoiaram".
Ao final da assembléia, os operários retomaram os postos de trabalho, a maioria nas obras da usina termelétrica da RPBC, que Lula visitou. Segundo Geraldino, a categoria "continua mobilizada para novas lutas".
Fonte: DIAP
Na última quinta-feira (15), os cinco mil operários das 16 empreiteiras que prestam serviços à Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC Petrobras) suspenderam a greve iniciada na segunda-feira (11).
Na portaria principal da estatal, os trabalhadores aceitaram contraproposta oferecida pelas empresas, no início da noite do dia 13, na Gerência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em Santos.
A proposta patronal reajusta os salários em 8%, aplica o mesmo percentual na ‘plr' (participação nos lucros e resultados) até o limite de R$ 1.620, paga os dias parados e não atrasa o adiantamento ou vale salarial por causa da paralisação.
As empreiteiras também se comprometeram a formar comissão tripartite (empresas, sindicato e trabalhadores) para debater e concluir, em 60 dias, a reformulação da grade salarial, reivindicada pala categoria na campanha da data-base de maio.
A assembléia ao ar livre foi tranqüila e contou com a presença dos presidentes dos sindicatos dos químicos (Herbert Passos), operários portuários (Robson Apolinário) e do diretor do Sindipetro (petroleiros) Ademir Gomes Parrela.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial, Geraldino Cruz Nascimento, classificou a greve de vitoriosa: "Saímos do zero, fomos para 4,7%, chegamos a 5,9% e acabamos conquistando 8%".
O presidente do Sintracomos destacou a interferência do presidente Lula no caso, ao visitar a refinaria, na terça-feira (12), quando orientou a direção da RPBC a pressionar as empreiteiras por uma contraproposta melhor.
"O presidente Lula nos deu uma força muito grande", disse Geraldino, "e a vitória dependeu muito disso. Mas também dependeu da força e unidade da categoria no sindicato. Todos estão de parabéns, inclusive os sindicalistas que nos apoiaram".
Ao final da assembléia, os operários retomaram os postos de trabalho, a maioria nas obras da usina termelétrica da RPBC, que Lula visitou. Segundo Geraldino, a categoria "continua mobilizada para novas lutas".
Fonte: DIAP