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Notícias no estado: PE

O Evento anual é sempre momento importante para a conscientização geral quanto ao papal do Fisco na garantia da receita pública que custeia os serviços essenciais à população.
Publicado: 14/10/2014 13:04 | Visualizações: 1358

PE: 'Dia do Fisco Municipal - 2014', marca importantes avanços para os Fiscos, em futuro próximo.

O Evento anual é sempre momento importante para a conscientização geral quanto ao papal do Fisco na garantia da receita pública que custeia os serviços essenciais à população.

Na ocasião, foram tratados assuntos referentes ao Estatuto do Servidor Público de Garanhuns, ficando marcada outra reunião para o dia 25 de agosto, para que a comissão dê início à análise da minuta do Projeto de Lei do Estatuto do Servidores Públicos Municipais de Garanhuns. 
Publicado: 12/08/2014 09:21 | Visualizações: 1496

PE: Garanhuns debate Estatuto do Servidor Público

Na ocasião, foram tratados assuntos referentes ao Estatuto do Servidor Público de Garanhuns, ficando marcada outra reunião para o dia 25 de agosto, para que a comissão dê início à análise da minuta do Projeto de Lei do Estatuto do Servidores Públicos Municipais de Garanhuns. 

A sede própria da Federação dos Sindicatos e Associações de Servidores Públicos em Pernambuco será inaugurada na próxima sexta-feira (25).
Publicado: 23/11/2011 17:44 | Visualizações: 1335

PE: INAUGURAÇÃO DA SEDE PRÓPRIA DA FESIASPE

A sede própria da Federação dos Sindicatos e Associações de Servidores Públicos em Pernambuco será inaugurada na próxima sexta-feira (25).

O Bradesco, através de licitação pública, garantiu o direito de manter a folha de pagamento dos funcionários públicos por cinco anos. Por isso, a partir de 17 de janeiro cerca de 215 mil funcionários começaram a abrir suas contas.

 

Publicado: 19/01/2011 18:02 | Visualizações: 1199

PE: FOLHA DE PAGAMENTO DE SERVIDORES VAI PARA O BRADESCO

O Bradesco, através de licitação pública, garantiu o direito de manter a folha de pagamento dos funcionários públicos por cinco anos. Por isso, a partir de 17 de janeiro cerca de 215 mil funcionários começaram a abrir suas contas.

 

O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.

Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.

Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.

Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.

Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.

O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.

"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.

O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.

"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.

No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.

Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.

Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.

"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.

O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.

Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)

Publicado: 23/07/2009 09:45 | Visualizações: 266

PE: sobrevivente de chacina conta como ocorreu crime em assentamento

O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.

Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.

Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.

Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.

Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.

O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.

"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.

O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.

"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.

No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.

Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.

Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.

"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.

O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.

Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)

O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.

Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.

Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.

Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.

Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.

O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.

"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.

O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.

"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.

No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.

Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.

Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.

"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.

O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.

Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)

Publicado: 22/07/2009 09:24 | Visualizações: 313

PE: sobrevivente de chacina conta como ocorreu crime em assentamento

O único sobrevivente da chacina em um assentamento em Brejo da Madre de Deus (PE), numa segunda-feira (6), falou pela primeira vez sobre o caso.

Ele é a principal testemunha do assassinato de cinco trabalhadores rurais, no começo do mês.

Para a polícia, o crime não tem ligação com a disputa de terra.

Na casa em construção, local dos assassinatos, a obra foi retomada e o clima no assentamento é aparentemente tranquilo.

Uma situação diferente do dia seis de julho, quando uma chacina deixou cinco trabalhadores rurais mortos e um ferido.

O único sobrevivente resolveu falar sobre o assunto, mas o medo impediu que ele mostrasse o rosto.

"Dois elementos em uma moto passaram, voltaram, pararam e perguntaram onde é a casa de seu Dezinho. Aí, informaram onde era. Aí, um dos criminosos já foi anunciando o assalto. Aí, naquilo ali só escutei os disparos de água de fogo", contou a vítima.

O agricultor, que está sem proteção policial e sob os cuidados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), disse não fazer ideia do que possa ter motivado a chacina.

"Alguma coisa tem que ter porque eles não vão chegar para logo assim matando logo quatro, cinco de uma vez", completou o sobrevivente.

No início das investigações a polícia trabalhava com três hipóteses: assalto, vingança e crime relacionado a conflito agrário.

Hoje, após 20 testemunhas terem prestado depoimento, as possibilidades de latrocínio e disputa de terra perderam força.

Foi o que disse o delegado responsável pelas investigações.

"Não havia indícios de conflito agrário. As coisas naquele assentamento estavam muito bem resolvidas.

O presidente, infelizmente, teve a vida ceifada por uma fatalidade talvez. Talvez o caso não fosse direcionado a ele.

Se foi, nós acreditamos, pelo menos até onde apuramos até agora, que não há envolvimento em questão agrária", disse Sérgio Moura, delegado de polícia. (Fonte: G1)