antigas Publicado: 15/04/2009 | 09:38

Para Lula, pânico foi responsável por 50% da crise financeira mundial

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em Telêmaco Borba, a 250 quilômetros de Curitiba, que chega a pensar que o "pânico" que teria tomado conta das pessoas no ano passado é responsável por "50% da crise", sobretudo em razão de ter parado o consumo população.


Segundo ele, a confiança em que as pessoas continuariam a consumir fez com que ele dissesse, no momento em que surgiu a crise, que ela não seria no Brasil o mesmo que nos Estados Unidos, na Europa e o que está sendo no Japão.

Lula tem razão, no caso brasileiro, em que a mídia exagerou em expor a crise; em não apontar perspectiva, pois partidarizada como está, viu na crise uma possibilidade de desestabilizar o Governo. Desse modo, claramente privilegiou e tem privilegiado as manchetes negativas.

"O Brasil tinha reservas e um mercado interno ávido por consumir o que produzimos", acentuou.

Ele afirmou ter conversado com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na viagem a Washington, sobre essa questão. "Eu disse a ele que, se não houver um movimento mundial para convencer o consumidor a acreditar no seu próprio poder de consumo e compra, a economia do mundo para", relatou Lula.

O presidente da República acentuou, ainda, que não vê explicação para a "brecada" da economia em dezembro do ano passado. "Tivemos problemas sérios em dezembro, que não tinham razão de ser, como não tem explicação o petróleo chegar a US$ 150 o barril, e nem a soja explodir o preço em maio do ano passado", disse.

"É um fenômeno ainda à procura de explicação e, de modo simplista, diriam que as empresas estavam muito estocadas e pararam para desovar os estoques". Ele disse que o Brasil tomou as medidas que ele entendia que precisavam ser tomadas.

Mas, segundo Lula, ninguém podia imaginar que o banco norte-americano Lehmann Brothers iria quebrar e que o Citibank ficaria na pobreza que ficou. (Com Agência Estado)

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em Telêmaco Borba, a 250 quilômetros de Curitiba, que chega a pensar que o "pânico" que teria tomado conta das pessoas no ano passado é responsável por "50% da crise", sobretudo em razão de ter parado o consumo população.


Segundo ele, a confiança em que as pessoas continuariam a consumir fez com que ele dissesse, no momento em que surgiu a crise, que ela não seria no Brasil o mesmo que nos Estados Unidos, na Europa e o que está sendo no Japão.

Lula tem razão, no caso brasileiro, em que a mídia exagerou em expor a crise; em não apontar perspectiva, pois partidarizada como está, viu na crise uma possibilidade de desestabilizar o Governo. Desse modo, claramente privilegiou e tem privilegiado as manchetes negativas.

"O Brasil tinha reservas e um mercado interno ávido por consumir o que produzimos", acentuou.

Ele afirmou ter conversado com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na viagem a Washington, sobre essa questão. "Eu disse a ele que, se não houver um movimento mundial para convencer o consumidor a acreditar no seu próprio poder de consumo e compra, a economia do mundo para", relatou Lula.

O presidente da República acentuou, ainda, que não vê explicação para a "brecada" da economia em dezembro do ano passado. "Tivemos problemas sérios em dezembro, que não tinham razão de ser, como não tem explicação o petróleo chegar a US$ 150 o barril, e nem a soja explodir o preço em maio do ano passado", disse.

"É um fenômeno ainda à procura de explicação e, de modo simplista, diriam que as empresas estavam muito estocadas e pararam para desovar os estoques". Ele disse que o Brasil tomou as medidas que ele entendia que precisavam ser tomadas.

Mas, segundo Lula, ninguém podia imaginar que o banco norte-americano Lehmann Brothers iria quebrar e que o Citibank ficaria na pobreza que ficou. (Com Agência Estado)