antigas Publicado: 13/04/2009 | 09:41

Nove mil metalúrgicos já fecharam acordos de PLR em São Paulo

 Em meio às chuvas e trovoadas provocadas pela crise, cerca de nove mil metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes fecharam,entre janeiro e março, 60 acordos de PLR referentes a 2009, com valores médios de R$ 800 para cada um.

Entre os destaques, estão os acordos dos 700 trabalhadores da fabricante de freezers Metalfrio. O bônus, pode chegar a R$ 1.540, condicionado a metas. A primeira parcela, de R$ 1.000, sai em junho.

A segunda depende de metas, e sairá em janeiro. Na Schioppa, que produz rodízios, 200 metalúrgicos conquistaram R$ 950, com pagamento em julho e janeiro. Na Sprimag Brasil, que presta serviços de pintura em peças, 130 vão embolsar R$ 980, pagos em julho e fevereiro.

Todos os acordos fechados são de empresas de pequeno e médio porte. Nas grandes, a negociação vai começar em maio. Para o presidente do sindicato, Miguel Torres, mesmo com negociações difíceis, essa é a prova de que a crise não é generalizada.

"A luta para manter os empregos não impede de buscar benefícios. Ainda há vários processos de negociação, com perspectiva de bons acordos", sinaliza. (Fonte: Diário de S.Paulo, no blog O outro lado da notícia)

 Em meio às chuvas e trovoadas provocadas pela crise, cerca de nove mil metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes fecharam,entre janeiro e março, 60 acordos de PLR referentes a 2009, com valores médios de R$ 800 para cada um.

Entre os destaques, estão os acordos dos 700 trabalhadores da fabricante de freezers Metalfrio. O bônus, pode chegar a R$ 1.540, condicionado a metas. A primeira parcela, de R$ 1.000, sai em junho.

A segunda depende de metas, e sairá em janeiro. Na Schioppa, que produz rodízios, 200 metalúrgicos conquistaram R$ 950, com pagamento em julho e janeiro. Na Sprimag Brasil, que presta serviços de pintura em peças, 130 vão embolsar R$ 980, pagos em julho e fevereiro.

Todos os acordos fechados são de empresas de pequeno e médio porte. Nas grandes, a negociação vai começar em maio. Para o presidente do sindicato, Miguel Torres, mesmo com negociações difíceis, essa é a prova de que a crise não é generalizada.

"A luta para manter os empregos não impede de buscar benefícios. Ainda há vários processos de negociação, com perspectiva de bons acordos", sinaliza. (Fonte: Diário de S.Paulo, no blog O outro lado da notícia)