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Publicado: 6/04/2009 | 09:26
Governo se compromete a lançar projeto específico para a área rural
O Governo Federal lançará no fim de abril o Programa Nacional de Habitação Rural para atender demanda do movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (MSTTR).
A necessidade de uma política habitacional específica para o setor foi apresentada pelo MSTTR depois do lançamento do Programa Nacional de Habitação - Minha Casa, Minha Vida, no dia 25 de março. O recurso previsto para este programa é da ordem de R$ 34 bilhões dos quais R$ 500 milhões para habitações rurais. De acordo com o secretário de política agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhares na Agricultura (Contag), Antoninho Rovaris, o programa lançado em março contemplou apenas um grupo de trabalhadores rurais - os que têm renda bruta de até R$ 7 mil. "Já tínhamos uma proposta fechada com o governo de que seriam contemplados também os grupos que recebem até R$ 22 mil", afirma. Em reunião entre a secretária nacional de habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, e representantes dos trabalhadores rurais, ficou acordado que o programa a ser lançado terá liberação de recurso de acordo com as regras do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf. Este programa separar os trabalhadores rurais de acordo com as suas faixas de renda. Entre as vantagens conquistadas pelo MSTTR está a ampliação da faixa de renda do grupo um, que passa a ser de trabalhadores rurais que têm renda bruta de até R$ 10 mil. Além disto, para este grupo o subsídio passa ser integral e serão destinados cerca de R$ 330 milhões, o que corresponde a 30 mil unidades habitacionais. Já para o grupo dois, de trabalhadores com rendas entre R$ 10 e R$ 22 mil, o subsídio será de R$ 7 mil e podem ser financiados até R$ 29 mil com taxas de juros de 5% ao ano mais Taxa Referencial (TR) Para este grupo estão previstos R$ 100 milhões o que corresponde a 100 mil unidades. Já para o grupo três, de trabalhadores que têm renda bruta superior a R$ 22 mil, o programa prevê R$ 70 milhões que serão financiados com taxas de juros entre 5 e 6%, sem subsídios. (Fonte: Contag)
O Governo Federal lançará no fim de abril o Programa Nacional de Habitação Rural para atender demanda do movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (MSTTR).
A necessidade de uma política habitacional específica para o setor foi apresentada pelo MSTTR depois do lançamento do Programa Nacional de Habitação - Minha Casa, Minha Vida, no dia 25 de março. O recurso previsto para este programa é da ordem de R$ 34 bilhões dos quais R$ 500 milhões para habitações rurais. De acordo com o secretário de política agrícola da Confederação Nacional dos Trabalhares na Agricultura (Contag), Antoninho Rovaris, o programa lançado em março contemplou apenas um grupo de trabalhadores rurais - os que têm renda bruta de até R$ 7 mil. "Já tínhamos uma proposta fechada com o governo de que seriam contemplados também os grupos que recebem até R$ 22 mil", afirma. Em reunião entre a secretária nacional de habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, e representantes dos trabalhadores rurais, ficou acordado que o programa a ser lançado terá liberação de recurso de acordo com as regras do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf. Este programa separar os trabalhadores rurais de acordo com as suas faixas de renda. Entre as vantagens conquistadas pelo MSTTR está a ampliação da faixa de renda do grupo um, que passa a ser de trabalhadores rurais que têm renda bruta de até R$ 10 mil. Além disto, para este grupo o subsídio passa ser integral e serão destinados cerca de R$ 330 milhões, o que corresponde a 30 mil unidades habitacionais. Já para o grupo dois, de trabalhadores com rendas entre R$ 10 e R$ 22 mil, o subsídio será de R$ 7 mil e podem ser financiados até R$ 29 mil com taxas de juros de 5% ao ano mais Taxa Referencial (TR) Para este grupo estão previstos R$ 100 milhões o que corresponde a 100 mil unidades. Já para o grupo três, de trabalhadores que têm renda bruta superior a R$ 22 mil, o programa prevê R$ 70 milhões que serão financiados com taxas de juros entre 5 e 6%, sem subsídios. (Fonte: Contag)