antigas Publicado: 23/03/2009 | 10:00

Plano de habitação

 Pedimos a formalização da mão-de-obra para que as empresas se comprometam que os trabalhadores não sejam aviltados. Terá que ter uma contrapartida social. Terá que assinar a carteira", disse o presidente da CGTB, Antonio Neto

 

O Governo Federal deve exigir das construtoras que os trabalhadores da construção civil responsáveis por erguer 1 milhão de casas populares do novo Plano Nacional de Habitação sejam necessariamente registrados em carteira e não possam ser subcontratados por empresas terceirizadas, segundo o relato de sindicalistas presentes na reunião com ministros em Brasília.

De acordo com os representantes das centrais sindicais, que se reuniram com os ministros Márcio Fortes (Cidades), Dilma Rousseff (Casa Civil) e Luiz Dulci (Secretaria-Geral), as prestações mínimas para famílias carentes - com salários de até três salários mínimos - não devem mais ter patamares tão irrisórios, como os R$ 20 iniciais cogitados pelo Governo.

 

"Falaram em parcelas mínimas de R$ 50 (para famílias com renda de até três salários mínimos). (A ministra Dilma disse que) Não há possibilidade de não se ter valor para as prestações", informou o presidente nacional da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Antonio Neto.

"Também radicalizamos na questão das contrapartidas sociais. Recursos públicos não podem gerar trabalho degradante", disse o representante da CUT (Central Única dos Trabalhadores) no encontro, Valdemar Pires de Oliveira.

"Pedimos a formalização da mão-de-obra para que as empresas se comprometam que os trabalhadores não sejam aviltados. Terá que ter uma contrapartida social. Terá que assinar a carteira", disse o presidente da CGTB. 

Os trabalhadores terão de ser seletizados para que não haja terceirizações. Se isso ocorrer, chegamos a sugerir que (a construção) seja declarada uma fraude. Hoje 50% da categoria (trabalhadores da construção civil) é informal. É um dos setores mais complicados", ressaltou a CGTB.

O Plano de Habitação deve ser lançado nesta quarta-feira (25), garantiu Lula.

Detalhes como o montante total a ser investido pela União, Estados e municípios estão sendo mantidos sob sigilo.

Os sindicalistas, que esperam ver gerados 700 mil empregos diretos e indiretos com o projeto, foram orientados pelos ministros a não repassar detalhes sobre valores.

Detalhes como a possibilidade de barateamento do percentual da obra que hoje equivale ao seguro de vida dos trabalhadores e a hipótese de se construir edifícios em prazo médio de 11 meses ainda estão sendo finalizados pelo Governo. (Fonte:blog O outro lado da notícia, com agências)

 Pedimos a formalização da mão-de-obra para que as empresas se comprometam que os trabalhadores não sejam aviltados. Terá que ter uma contrapartida social. Terá que assinar a carteira", disse o presidente da CGTB, Antonio Neto

 

O Governo Federal deve exigir das construtoras que os trabalhadores da construção civil responsáveis por erguer 1 milhão de casas populares do novo Plano Nacional de Habitação sejam necessariamente registrados em carteira e não possam ser subcontratados por empresas terceirizadas, segundo o relato de sindicalistas presentes na reunião com ministros em Brasília.

De acordo com os representantes das centrais sindicais, que se reuniram com os ministros Márcio Fortes (Cidades), Dilma Rousseff (Casa Civil) e Luiz Dulci (Secretaria-Geral), as prestações mínimas para famílias carentes - com salários de até três salários mínimos - não devem mais ter patamares tão irrisórios, como os R$ 20 iniciais cogitados pelo Governo.

 

"Falaram em parcelas mínimas de R$ 50 (para famílias com renda de até três salários mínimos). (A ministra Dilma disse que) Não há possibilidade de não se ter valor para as prestações", informou o presidente nacional da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Antonio Neto.

"Também radicalizamos na questão das contrapartidas sociais. Recursos públicos não podem gerar trabalho degradante", disse o representante da CUT (Central Única dos Trabalhadores) no encontro, Valdemar Pires de Oliveira.

"Pedimos a formalização da mão-de-obra para que as empresas se comprometam que os trabalhadores não sejam aviltados. Terá que ter uma contrapartida social. Terá que assinar a carteira", disse o presidente da CGTB. 

Os trabalhadores terão de ser seletizados para que não haja terceirizações. Se isso ocorrer, chegamos a sugerir que (a construção) seja declarada uma fraude. Hoje 50% da categoria (trabalhadores da construção civil) é informal. É um dos setores mais complicados", ressaltou a CGTB.

O Plano de Habitação deve ser lançado nesta quarta-feira (25), garantiu Lula.

Detalhes como o montante total a ser investido pela União, Estados e municípios estão sendo mantidos sob sigilo.

Os sindicalistas, que esperam ver gerados 700 mil empregos diretos e indiretos com o projeto, foram orientados pelos ministros a não repassar detalhes sobre valores.

Detalhes como a possibilidade de barateamento do percentual da obra que hoje equivale ao seguro de vida dos trabalhadores e a hipótese de se construir edifícios em prazo médio de 11 meses ainda estão sendo finalizados pelo Governo. (Fonte:blog O outro lado da notícia, com agências)