antigas Publicado: 18/03/2009 | 10:07

Sarney determina afastamento de todos os diretores do Senado

 O presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP) determinou, nesta terça-feira (17), que todos os 131 diretores da Casa e seus adjuntos coloquem seus cargos à disposição.

A informação é da assessoria do Senado, que não divulgou detalhes da determinação. Foi informado que Sarney terá uma reunião na quarta-feira quando deverá anunciar medidas moralizadoras.

Desde o retorno dos trabalhos legislativos, em fevereiro, o Senado votou apenas uma medida provisória. A pauta tem sido atropelada por denúncias de irregularidades praticadas pela administração da Casa.

Neste fim de semana, a mídia informou que diretores do Senado empregavam parentes em empresas prestadoras de serviço (terceirizadas), para burlar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe a prática de nepotismo na administração pública.

No início do mês, o diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, pediu afastamento do cargo após vir à tona que ele registrou em nome de seu irmão, o deputado João Maia (PR/RN), uma casa de R$ 5 milhões em Brasília. Ele trabalhava há 33 anos no Senado e estava há 14 na diretoria-geral.

Foi divulgado ainda que o Senado pagou horas extras a mais de 3 mil funcionários da Casa, em pleno recesso parlamentar de janeiro, com gastos estimados em R$ 6,2 milhões.

Também nos últimos dias, o diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi, pediu dispensa do cargo depois de acusação de que um apartamento funcional era utilizado indevidamente por um de seus filhos. (Fonte: Reuters)

 O presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP) determinou, nesta terça-feira (17), que todos os 131 diretores da Casa e seus adjuntos coloquem seus cargos à disposição.

A informação é da assessoria do Senado, que não divulgou detalhes da determinação. Foi informado que Sarney terá uma reunião na quarta-feira quando deverá anunciar medidas moralizadoras.

Desde o retorno dos trabalhos legislativos, em fevereiro, o Senado votou apenas uma medida provisória. A pauta tem sido atropelada por denúncias de irregularidades praticadas pela administração da Casa.

Neste fim de semana, a mídia informou que diretores do Senado empregavam parentes em empresas prestadoras de serviço (terceirizadas), para burlar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe a prática de nepotismo na administração pública.

No início do mês, o diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, pediu afastamento do cargo após vir à tona que ele registrou em nome de seu irmão, o deputado João Maia (PR/RN), uma casa de R$ 5 milhões em Brasília. Ele trabalhava há 33 anos no Senado e estava há 14 na diretoria-geral.

Foi divulgado ainda que o Senado pagou horas extras a mais de 3 mil funcionários da Casa, em pleno recesso parlamentar de janeiro, com gastos estimados em R$ 6,2 milhões.

Também nos últimos dias, o diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi, pediu dispensa do cargo depois de acusação de que um apartamento funcional era utilizado indevidamente por um de seus filhos. (Fonte: Reuters)