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Publicado: 12/03/2009 | 10:21
Pesquisa revela o que a “classe média” quer para o futuro
| Qui, 12 de Março de 2009 09:22 |
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Quando o assunto é projeto de vida, o que a "classe média" brasileira deseja é ter estabilidade econômica, segundo mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11). Entenda, no caso, por "classe média", os estratos sociais emergentes. Realizada pela McCann Erickson, em parceria com o Instituto Data Popular, a pesquisa revelou que 82% da "classe média" brasileira acredita que estabilidade financeira é prioritária e que nem sempre está associada ao trabalho formal. No topo da lista sobre projetos de vida, ainda estão trocar a mobília da casa, reservar quantias maiores para o lazer da família e custear a faculdade dos filhos. "A preocupação com a educação dos jovens é expressiva quando o quesito investimentos é observado e o que também cresceu é o desejo dos próprios pais em concluir seus estudos", afirmou o vice-presidente da McCann Erickson, Aloísio Pinto. Futuro Esses setores emergentes mostraram um perfil conservador em relação a alguns projetos. Como exemplo, 53% responderam que querem continuar a viver em seu bairro atual e 71%, na cidade onde residem atualmente. Estrato social Uma das conclusões é de que a "classe média" emergentes identifica diferenças claras de consumo entre seus estratos (pobres, "classe média" alta e ricos). Tem ainda a consciência de que pode comprar, mas quer mais e melhor. "O desejo prioritário da classe [estrato] C é hoje consumir sem preocupação e aprender a se comportar como classe média", afirmou Aloísio. Os dados mostraram que 47% dessa categoria social se define como ‘classe média baixa'. Eles têm a necessidade de priorizar gastos, carregam sempre uma pendência financeira, mas não sofrem com falta de alimentos. "É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, mas não demonstra preocupação em mudar de classe". (Com InfoMoney) |
| Qui, 12 de Março de 2009 09:22 |
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Quando o assunto é projeto de vida, o que a "classe média" brasileira deseja é ter estabilidade econômica, segundo mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11). Entenda, no caso, por "classe média", os estratos sociais emergentes. Realizada pela McCann Erickson, em parceria com o Instituto Data Popular, a pesquisa revelou que 82% da "classe média" brasileira acredita que estabilidade financeira é prioritária e que nem sempre está associada ao trabalho formal. No topo da lista sobre projetos de vida, ainda estão trocar a mobília da casa, reservar quantias maiores para o lazer da família e custear a faculdade dos filhos. "A preocupação com a educação dos jovens é expressiva quando o quesito investimentos é observado e o que também cresceu é o desejo dos próprios pais em concluir seus estudos", afirmou o vice-presidente da McCann Erickson, Aloísio Pinto. Futuro Esses setores emergentes mostraram um perfil conservador em relação a alguns projetos. Como exemplo, 53% responderam que querem continuar a viver em seu bairro atual e 71%, na cidade onde residem atualmente. Estrato social Uma das conclusões é de que a "classe média" emergentes identifica diferenças claras de consumo entre seus estratos (pobres, "classe média" alta e ricos). Tem ainda a consciência de que pode comprar, mas quer mais e melhor. "O desejo prioritário da classe [estrato] C é hoje consumir sem preocupação e aprender a se comportar como classe média", afirmou Aloísio. Os dados mostraram que 47% dessa categoria social se define como ‘classe média baixa'. Eles têm a necessidade de priorizar gastos, carregam sempre uma pendência financeira, mas não sofrem com falta de alimentos. "É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, mas não demonstra preocupação em mudar de classe". (Com InfoMoney) |