antigas Publicado: 13/02/2009 | 10:02

Economia de R$ 4 bilhões

Sul e Sudeste. A estimativa do governo é de que a economia nesses quatro meses tenha sido de R$ 4 bilhões


 


 
Ministro Lobão: economia daria para construir uma hidrelétrica
 
 
O horário de verão, que teve início em 18 de outubro e termina a meia-noite de amanhã nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, resultou numa economia de cerca de R$ 4 bilhões, afirmou ontem o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo ele, esse valor corresponde aos investimentos que seriam necessários para a construção de uma usina hidrelétrica de médio porte. O procedimento de adiantar o relógio em uma hora nessas regiões provocou redução de demanda por energia elétrica no período de maior consumo entre 4% e 5%, ou 2 mil megawatts (MW), o que representa cerca de 50% da capacidade energética adicionada anualmente ao sistema de geração de energia elétrica brasileiro. A economia de 1,5 mil MW no Centro-Oeste e Sudeste equivale a 65% do consumo do Rio de Janeiro. Na Região Sul, a redução da demanda de 500 MW corresponde a 85% do consumo de Curitiba. No ano passado, o horário de verão foi responsável por uma economia de pouco mais de R$ 3 bilhões. “A economia foi menor, mas o consumo também era menor”, disse Lobão.

À meia-noite de amanhã, os relógios de 123 milhões de moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul devem ser atrasados em uma hora. Segundo o ministério, com o horário de verão é possível operar o sistema elétrico brasileiro com maior segurança e confiabilidade nas horas mais críticas, a chamada ponta do consumo.

A adoção do horário especial permite a redução da necessidade de investimentos nos sistemas de geração e de transmissão de energia. Segundo o ministério, a economia obtida evita reajustes nas tarifa e colabora com a preservação dos recursos naturais.Os resultados finais devem ser divulgados na 1ª quinzena de março.
 

Sul e Sudeste. A estimativa do governo é de que a economia nesses quatro meses tenha sido de R$ 4 bilhões


 


 
Ministro Lobão: economia daria para construir uma hidrelétrica
 
 
O horário de verão, que teve início em 18 de outubro e termina a meia-noite de amanhã nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, resultou numa economia de cerca de R$ 4 bilhões, afirmou ontem o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo ele, esse valor corresponde aos investimentos que seriam necessários para a construção de uma usina hidrelétrica de médio porte. O procedimento de adiantar o relógio em uma hora nessas regiões provocou redução de demanda por energia elétrica no período de maior consumo entre 4% e 5%, ou 2 mil megawatts (MW), o que representa cerca de 50% da capacidade energética adicionada anualmente ao sistema de geração de energia elétrica brasileiro. A economia de 1,5 mil MW no Centro-Oeste e Sudeste equivale a 65% do consumo do Rio de Janeiro. Na Região Sul, a redução da demanda de 500 MW corresponde a 85% do consumo de Curitiba. No ano passado, o horário de verão foi responsável por uma economia de pouco mais de R$ 3 bilhões. “A economia foi menor, mas o consumo também era menor”, disse Lobão.

À meia-noite de amanhã, os relógios de 123 milhões de moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul devem ser atrasados em uma hora. Segundo o ministério, com o horário de verão é possível operar o sistema elétrico brasileiro com maior segurança e confiabilidade nas horas mais críticas, a chamada ponta do consumo.

A adoção do horário especial permite a redução da necessidade de investimentos nos sistemas de geração e de transmissão de energia. Segundo o ministério, a economia obtida evita reajustes nas tarifa e colabora com a preservação dos recursos naturais.Os resultados finais devem ser divulgados na 1ª quinzena de março.