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Publicado: 5/02/2009 | 10:01
Perspectivas da agenda sindical na gestão Michel Temer
| Qua, 04 de Fevereiro de 2009 16:05 |
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Temer, quando deputado constituinte, votou contra a redução da jornada para 40 horas; e também votou contra a estabilidade no emprego, uma garantia jurídica real do trabalhador para permanência no trabalho André dos Santos
A eleição de Michel Temer (PMDB/SP) para presidir a Câmara dos Deputados nestes dois últimos anos desta legislatura deixa o movimento sindical e os trabalhadores em alerta. Matérias importantes e de interesse da classe trabalhadora em tramitação na Casa poderão não avançar, a fim de melhorar as relações de trabalho no País. Temer, quando deputado constituinte, votou contra a redução da jornada para 40 horas. Ainda no mandato do deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP), a Câmara instalou a comissão especial destinada a elaborar parecer sobre a mudança na Carta Magna para reduzir a jornada laboral. O relator no colegiado temporário é o deputado Vicentinho (PT/SP). A semelhança com o que determina a Convenção 158, que foi rejeitada na Comissão de Relações Exteriores da Câmara e aguarda indicação de relator na Comissão de Trabalho, deixa os trabalhadores em alerta em relação ao avanço da matéria no Legislativo. O projeto foi elaborado na gestão de FHC com o apoio de Temer, à época um aliado. No ano passado, a proposição foi aprovada na Comissão de Trabalho, com emendas, que pioraram sobremodo o texto. Agora, o proejto aguarda parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça. O movimento sindical vai pressionar o atual presidente da Câmara para que coloque em votação a mensagem de arquivamento do projeto e finalmente encerre esse capítulo com a retirada desse projeto. Fundações Públicas A proposição afeta diretamente os servidores públicos da saúde e, em seu novo formato aprovado na Comissão de Trabalho, também trará graves problemas para a contratação de servidores do sistema educacional. A matéria está pronta para ser votada no plenário da Câmara. As centrais sindicais, atentas a essa previsão nebulosa do futuro próximo, devem se movimentar para evitar retrocessos, e os sindicatos, federações e confederações deverão atuar mais efetivamente no Congresso para evitar que medidas lesivas às relações de trabalho sejam aprovadas, sobretudo neste momento de crise em que o patronato quer avançar sobre as conquistas dos trabalhadores. Fonte:DIAP |
| Qua, 04 de Fevereiro de 2009 16:05 |
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Temer, quando deputado constituinte, votou contra a redução da jornada para 40 horas; e também votou contra a estabilidade no emprego, uma garantia jurídica real do trabalhador para permanência no trabalho André dos Santos
A eleição de Michel Temer (PMDB/SP) para presidir a Câmara dos Deputados nestes dois últimos anos desta legislatura deixa o movimento sindical e os trabalhadores em alerta. Matérias importantes e de interesse da classe trabalhadora em tramitação na Casa poderão não avançar, a fim de melhorar as relações de trabalho no País. Temer, quando deputado constituinte, votou contra a redução da jornada para 40 horas. Ainda no mandato do deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP), a Câmara instalou a comissão especial destinada a elaborar parecer sobre a mudança na Carta Magna para reduzir a jornada laboral. O relator no colegiado temporário é o deputado Vicentinho (PT/SP). A semelhança com o que determina a Convenção 158, que foi rejeitada na Comissão de Relações Exteriores da Câmara e aguarda indicação de relator na Comissão de Trabalho, deixa os trabalhadores em alerta em relação ao avanço da matéria no Legislativo. O projeto foi elaborado na gestão de FHC com o apoio de Temer, à época um aliado. No ano passado, a proposição foi aprovada na Comissão de Trabalho, com emendas, que pioraram sobremodo o texto. Agora, o proejto aguarda parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça. O movimento sindical vai pressionar o atual presidente da Câmara para que coloque em votação a mensagem de arquivamento do projeto e finalmente encerre esse capítulo com a retirada desse projeto. Fundações Públicas A proposição afeta diretamente os servidores públicos da saúde e, em seu novo formato aprovado na Comissão de Trabalho, também trará graves problemas para a contratação de servidores do sistema educacional. A matéria está pronta para ser votada no plenário da Câmara. As centrais sindicais, atentas a essa previsão nebulosa do futuro próximo, devem se movimentar para evitar retrocessos, e os sindicatos, federações e confederações deverão atuar mais efetivamente no Congresso para evitar que medidas lesivas às relações de trabalho sejam aprovadas, sobretudo neste momento de crise em que o patronato quer avançar sobre as conquistas dos trabalhadores. Fonte:DIAP |

