antigas Publicado: 28/11/2008 | 11:47

Fraudou o ponto e foi punida

Jornal de Brasília

A Procuradoria Regional Federal da 5ª Região, em atuação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF), conseguiu na Justiça condenar uma servidora da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a ressarcir cerca de R$ 12 mil aos cofres públicos. A servidora utilizou documentos falsos para comprovar sua freqüência no trabalho e receber a remuneração mensal de forma normal. Lotada na sede da autarquia, em Recife (PE), a funcionária pública foi cedida, em 2003, ao município pernambucano de Água Preta, ao qual caberia o registro e o envio de sua freqüência. Estranhamente, os ofícios da servidora eram entregues por seu marido diretamente na Funasa, enquanto os dos demais servidores cedidos eram enviados por correio. Os ofícios também chegavam com numeração repetida e assinados por um funcionário da Secretaria Municipal de Saúde, que havia sido exonerado do cargo. O laudo pericial atestou que as assinaturas eram de pessoas diferentes.

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A Procuradoria Regional Federal da 5ª Região, em atuação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF), conseguiu na Justiça condenar uma servidora da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a ressarcir cerca de R$ 12 mil aos cofres públicos. A servidora utilizou documentos falsos para comprovar sua freqüência no trabalho e receber a remuneração mensal de forma normal. Lotada na sede da autarquia, em Recife (PE), a funcionária pública foi cedida, em 2003, ao município pernambucano de Água Preta, ao qual caberia o registro e o envio de sua freqüência. Estranhamente, os ofícios da servidora eram entregues por seu marido diretamente na Funasa, enquanto os dos demais servidores cedidos eram enviados por correio. Os ofícios também chegavam com numeração repetida e assinados por um funcionário da Secretaria Municipal de Saúde, que havia sido exonerado do cargo. O laudo pericial atestou que as assinaturas eram de pessoas diferentes.