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Publicado: 6/08/2008 | 12:19
Eleição poderá adiar processo de Paulinho
Gazeta Mercantil
O deputado Paulo Piau (PMDB-MG), relator do processo contra o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, admitiu ontem que o período eleitoral pode atrasar a análise da matéria. Piau, que tem até o dia 15 de setembro para apresentar seu parecer, ainda busca informações que comprovem o envolvimento do deputado paulista no caso de desvios de recursos do BNDES.
Segundo o relator, há suspeitas sobre a atuação das organizações não-governamentais (ONGs) Meu Guri, Luta e Solidariedade, e Data Brasil, todas ligadas à Força Sindical, presidida por Paulo Pereira da Silva. "Há também suspeita de que as três ONGs tenham sido utilizadas nesse processo de corrupção, mas é claro que cabe agora essa verificação", afirmou Paulo Piau.
O advogado de Paulo Pereira, Antônio Rosela, enfatizou que não há irregularidades nas transações do BNDES com as lojas Marisa e com a prefeitura de Praia Grande (SP). Antônio Rosela lembrou que o deputado já apresentou sua defesa no Conselho de Ética. "No dia 29 de julho, o BNDES oficialmente encerrou a auditoria externa e publicou uma nota. E essa auditoria concluiu que não houve qualquer tipo de irregularidade, quer formal, quer de fato, qualquer tipo de interferência com relação aos financiamentos feitos para as lojas Marisa e para a Praia Grande", disse o advogado.
Gazeta Mercantil
O deputado Paulo Piau (PMDB-MG), relator do processo contra o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, admitiu ontem que o período eleitoral pode atrasar a análise da matéria. Piau, que tem até o dia 15 de setembro para apresentar seu parecer, ainda busca informações que comprovem o envolvimento do deputado paulista no caso de desvios de recursos do BNDES.
Segundo o relator, há suspeitas sobre a atuação das organizações não-governamentais (ONGs) Meu Guri, Luta e Solidariedade, e Data Brasil, todas ligadas à Força Sindical, presidida por Paulo Pereira da Silva. "Há também suspeita de que as três ONGs tenham sido utilizadas nesse processo de corrupção, mas é claro que cabe agora essa verificação", afirmou Paulo Piau.
O advogado de Paulo Pereira, Antônio Rosela, enfatizou que não há irregularidades nas transações do BNDES com as lojas Marisa e com a prefeitura de Praia Grande (SP). Antônio Rosela lembrou que o deputado já apresentou sua defesa no Conselho de Ética. "No dia 29 de julho, o BNDES oficialmente encerrou a auditoria externa e publicou uma nota. E essa auditoria concluiu que não houve qualquer tipo de irregularidade, quer formal, quer de fato, qualquer tipo de interferência com relação aos financiamentos feitos para as lojas Marisa e para a Praia Grande", disse o advogado.