antigas Publicado: 17/03/2008 | 09:09

Fiscais de braços cruzados

Maria Eugênia

Jornal de Brasília

Mesmo depois da reunião com representantes do governo, na quarta-feira, os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil decidiram manter o estado de greve decidido pela categoria. A  paralisação está programada para começar na próxima amanhã. O reajuste para a categoria não está previsto na medida provisória anunciada pelo Ministério do Planejamento. Em assembléia, 97,79% dos 3.500 participantes optaram pela suspensão do trabalho, sendo que o voto de 82,94% foi favorável à greve por tempo indeterminado. De acordo com o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Gelson Myskovsky, o principal reflexo será sentido nos portos e aeroportos, onde só serão liberadas as cargas perecíveis, explosivas e inflamáveis, além de medicamentos. Segundo Myskovsky, o governo recuou da proposta que tinha apresentado, que previa um alinhamento das carreiras típicas de Estado, como Polícia Federal, Receita Federal, Auditoria da Receita,  Advocacia da União e Procuradoria da Fazenda Nacional. Além de reduzir a proposta de reajuste (de 42% para 17%), o governo desalinhou novamente as carreiras.

Maria Eugênia

Jornal de Brasília

Mesmo depois da reunião com representantes do governo, na quarta-feira, os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil decidiram manter o estado de greve decidido pela categoria. A  paralisação está programada para começar na próxima amanhã. O reajuste para a categoria não está previsto na medida provisória anunciada pelo Ministério do Planejamento. Em assembléia, 97,79% dos 3.500 participantes optaram pela suspensão do trabalho, sendo que o voto de 82,94% foi favorável à greve por tempo indeterminado. De acordo com o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Gelson Myskovsky, o principal reflexo será sentido nos portos e aeroportos, onde só serão liberadas as cargas perecíveis, explosivas e inflamáveis, além de medicamentos. Segundo Myskovsky, o governo recuou da proposta que tinha apresentado, que previa um alinhamento das carreiras típicas de Estado, como Polícia Federal, Receita Federal, Auditoria da Receita,  Advocacia da União e Procuradoria da Fazenda Nacional. Além de reduzir a proposta de reajuste (de 42% para 17%), o governo desalinhou novamente as carreiras.