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Publicado: 22/01/2008 | 09:52
Militar volta a ter esperança
Jornal de Brasília
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, confirmou, ontem, para o fim de fevereiro, a retomada de um tema polêmico, que desafia os últimos governos: as negociações para o reajuste dos salários dos militares. Segundo ele, a discussão com o Ministério do Planejamento será feita após a "recomposição do Orçamento".
"Este tema está mantido e estas conversas serão desenvolvidas com o Planejamento e a Presidência da República após recomposição do Orçamento, o que deverá ocorrer em fevereiro', disse Jobim, sem especificar um índice para o reajuste salarial. "Não se fala em número, mas em recomposição.'
Nelson Jobim negou que esteja disposto a deixar o Ministério da Defesa caso o reajuste para os militares não saiam. "Não estou aqui para criar problemas, mas para criar soluções", afirmou.
Protesto
Em protesto contra as ameaças do governo de rompimento dos acordos firmados ano passado, os servidores públicos federais farão uma manifestação hoje, na Esplanada dos Ministérios. De acordo com o secretário-geral do Sindsep-DF, Oton Neves, o Grito dos Servidores é a forma que o setor encontrou para cobrar o cumprimento dos reajustes.
"Esta não é uma briga apenas dos servidores, mas de toda o povo brasileiro que é quem utiliza o serviço público e quem sofre com o sucateamento do setor, que tem como resultado acidentes como o Metrô de São Paulo, há um ano, e a volta da febre amarela agora", afirma.
Jornal de Brasília
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, confirmou, ontem, para o fim de fevereiro, a retomada de um tema polêmico, que desafia os últimos governos: as negociações para o reajuste dos salários dos militares. Segundo ele, a discussão com o Ministério do Planejamento será feita após a "recomposição do Orçamento".
"Este tema está mantido e estas conversas serão desenvolvidas com o Planejamento e a Presidência da República após recomposição do Orçamento, o que deverá ocorrer em fevereiro', disse Jobim, sem especificar um índice para o reajuste salarial. "Não se fala em número, mas em recomposição.'
Nelson Jobim negou que esteja disposto a deixar o Ministério da Defesa caso o reajuste para os militares não saiam. "Não estou aqui para criar problemas, mas para criar soluções", afirmou.
Protesto
Em protesto contra as ameaças do governo de rompimento dos acordos firmados ano passado, os servidores públicos federais farão uma manifestação hoje, na Esplanada dos Ministérios. De acordo com o secretário-geral do Sindsep-DF, Oton Neves, o Grito dos Servidores é a forma que o setor encontrou para cobrar o cumprimento dos reajustes.
"Esta não é uma briga apenas dos servidores, mas de toda o povo brasileiro que é quem utiliza o serviço público e quem sofre com o sucateamento do setor, que tem como resultado acidentes como o Metrô de São Paulo, há um ano, e a volta da febre amarela agora", afirma.