Como será 2008?
Jornal do Brasil
"2008 começa com uma grande notícia para as agências: depois de mais de 10 anos, finalmente vamos estar livres da CPMF - um dos piores impostos para nossa área, já que incidia sobre um faturamento que não virava receita para nossas empresas. O fim da CPMF nos ajuda a reconquistar alguma margem financeira. 2008 será também um ano de Olimpíadas ( a maior de todos os tempos ), de novo piloto brasileiro na fórmula 1, de Eliminatórias da Copa do Mundo , de eleições municipais, de grande chance de novo crescimento econômico - ou seja , tem tudo para abrir grandes oportunidades para nossa área. Para se juntar a tudo isto, 2008 será um ano importante na discussão do nosso negócio: ainda no primeiro semestre a ABAP vai realizar, depois de mais de 30 anos, o 4º Congresso Brasileiro de Publicidade. Neste encontro certamente sairão as linhas gerais que vão nortear nosso negócio para os próximos anos. Em resumo: 2008 vai ser um ano bem agitado."
Gustavo Oliveira,
diretor de operações da Giovanni+DraftFCB e diretor da ABAP-Rio
"Em 2008 o Rio terá a oportunidade de criar um clima virtuoso. As realizações vão ocorrer, gerando resultados positivos. Novas oportunidades de negócios e crescimento econômico.
Aroldo Araújo,
presidente da Aroldo Araújo Propaganda
"Em 2008, a nossa bola não é de cristal, é de couro, e vai continuar rolando num campo econômico que, se por um lado preocupa, por outro trará grandes oportunidades para quem souber aproveitar. E o fato marcante será certamente o IV Congresso de Publicidade, 30 anos depois do primeiro. Que certamente norteará nosso caminho pelos anos que virão, consolidando o nosso orgulho em criar e produzir uma das três melhores e mais bem auto-regulamentadas propagandas do mundo. Meus votos são para que 2008 enterre de uma vez o EGO e seja o ano do NÓS."
Mauro Matos,
sócio e diretor de criação da Contemporânea
"Acredito no aquecimento do mercado e fortalecimento das agências cariocas. Um 2008 de conquistas."
Ricardo Torres,
sócio e diretor de atendimento da Havana
Nunca um segmento precisou tanto se reinventar em tão pouco tempo. Com a decisão de realizar o IV Congresso de Propaganda, as perspectivas para 2008 poderão oscilar entre extraordinárias, neutras ou medíocres. Está, de fato, nas nossas mãos refundar e - passo seguinte - balizar o futuro da propaganda brasileira."
Armando Strozenberg,
vice-presidente nacional da ABAP e sócio do Mauro Matos na Contemporânea
"São muito boas as perspectivas para o ano. Com tudo o que já temos dentro de casa e tudo o que está para entrar para o ano que vem, crescimento deve ser novamente a palavra chave de 2008. E lógico, Fluzão Campeão do Mundo!" Paulo Castro,
diretor de criação da Staff
2007 foi um ano de muito trabalho. Vai ficar marcado como um ano de muita aposta, muita dedicação. O ano em que semeamos, de verdade. 2008 vai ser a hora da colheita, que aliás, já começou."
Paula Lagrotta,
diretora de planejamento da Quê
"Independentemente do que vai acontecer na economia, eu tenho esperança que alguma luz no fim do túnel apareça em relação às graves questões sociais que envolvem o Brasil e especialmente o Rio. Não acho que nad a vai se resolver nesta direção em 2008. Torço só para a luz no final do túnel surgir. Hoje não vejo nem luz."
Gláucio Binder,
presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Rio de Janeiro
"A expectativa é que 2008 seja um grande ano para o Rio. O Governo Federal está prometendo investir, o Governo Estadual está prometendo investir: o Rio precisa acelerar o crescimento para recuperar o espaço perdido. 2008 também é o ano em que precisamos ratificar a posição do Estado como pólo cultural, como gerador de conteúdo. Quanto ao mercado, acredito que 2008 será o ano em que as agências vão investir no Rio. Agências cariocas e de outros estados. Até dezembro, acho que teremos duas ou três novas agências disputando as contas existentes e contribuindo para educar novos clientes."
Flávio Medeiros,
Jornal do Brasil
"2008 começa com uma grande notícia para as agências: depois de mais de 10 anos, finalmente vamos estar livres da CPMF - um dos piores impostos para nossa área, já que incidia sobre um faturamento que não virava receita para nossas empresas. O fim da CPMF nos ajuda a reconquistar alguma margem financeira. 2008 será também um ano de Olimpíadas ( a maior de todos os tempos ), de novo piloto brasileiro na fórmula 1, de Eliminatórias da Copa do Mundo , de eleições municipais, de grande chance de novo crescimento econômico - ou seja , tem tudo para abrir grandes oportunidades para nossa área. Para se juntar a tudo isto, 2008 será um ano importante na discussão do nosso negócio: ainda no primeiro semestre a ABAP vai realizar, depois de mais de 30 anos, o 4º Congresso Brasileiro de Publicidade. Neste encontro certamente sairão as linhas gerais que vão nortear nosso negócio para os próximos anos. Em resumo: 2008 vai ser um ano bem agitado."
Gustavo Oliveira,
diretor de operações da Giovanni+DraftFCB e diretor da ABAP-Rio
"Em 2008 o Rio terá a oportunidade de criar um clima virtuoso. As realizações vão ocorrer, gerando resultados positivos. Novas oportunidades de negócios e crescimento econômico.
Aroldo Araújo,
presidente da Aroldo Araújo Propaganda
"Em 2008, a nossa bola não é de cristal, é de couro, e vai continuar rolando num campo econômico que, se por um lado preocupa, por outro trará grandes oportunidades para quem souber aproveitar. E o fato marcante será certamente o IV Congresso de Publicidade, 30 anos depois do primeiro. Que certamente norteará nosso caminho pelos anos que virão, consolidando o nosso orgulho em criar e produzir uma das três melhores e mais bem auto-regulamentadas propagandas do mundo. Meus votos são para que 2008 enterre de uma vez o EGO e seja o ano do NÓS."
Mauro Matos,
sócio e diretor de criação da Contemporânea
"Acredito no aquecimento do mercado e fortalecimento das agências cariocas. Um 2008 de conquistas."
Ricardo Torres,
sócio e diretor de atendimento da Havana
Nunca um segmento precisou tanto se reinventar em tão pouco tempo. Com a decisão de realizar o IV Congresso de Propaganda, as perspectivas para 2008 poderão oscilar entre extraordinárias, neutras ou medíocres. Está, de fato, nas nossas mãos refundar e - passo seguinte - balizar o futuro da propaganda brasileira."
Armando Strozenberg,
vice-presidente nacional da ABAP e sócio do Mauro Matos na Contemporânea
"São muito boas as perspectivas para o ano. Com tudo o que já temos dentro de casa e tudo o que está para entrar para o ano que vem, crescimento deve ser novamente a palavra chave de 2008. E lógico, Fluzão Campeão do Mundo!" Paulo Castro,
diretor de criação da Staff
2007 foi um ano de muito trabalho. Vai ficar marcado como um ano de muita aposta, muita dedicação. O ano em que semeamos, de verdade. 2008 vai ser a hora da colheita, que aliás, já começou."
Paula Lagrotta,
diretora de planejamento da Quê
"Independentemente do que vai acontecer na economia, eu tenho esperança que alguma luz no fim do túnel apareça em relação às graves questões sociais que envolvem o Brasil e especialmente o Rio. Não acho que nad a vai se resolver nesta direção em 2008. Torço só para a luz no final do túnel surgir. Hoje não vejo nem luz."
Gláucio Binder,
presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado do Rio de Janeiro
"A expectativa é que 2008 seja um grande ano para o Rio. O Governo Federal está prometendo investir, o Governo Estadual está prometendo investir: o Rio precisa acelerar o crescimento para recuperar o espaço perdido. 2008 também é o ano em que precisamos ratificar a posição do Estado como pólo cultural, como gerador de conteúdo. Quanto ao mercado, acredito que 2008 será o ano em que as agências vão investir no Rio. Agências cariocas e de outros estados. Até dezembro, acho que teremos duas ou três novas agências disputando as contas existentes e contribuindo para educar novos clientes."
Flávio Medeiros,