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Publicado: 17/12/2007 | 08:04
Garibaldi cogita fazer convocação no mês de janeiro
Folha de São Paulo
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), afirmou ontem que está estudando a possibilidade de se realizar uma convocação extraordinária do Congresso Nacional em janeiro para se aprovar o Orçamento de 2008.
"Não vamos ter condições de aprovar o orçamento até o fim deste ano. Vai ser necessário fazer uma adequação por conta da perda da CPMF", disse Garibaldi. "Estamos pensando em fazer a convocação no início de janeiro."
O ano legislativo termina em 25 de dezembro. Para o Congresso ser convocado de forma extraordinária, é necessária a aprovação de maioria simples (a metade mais um) do total dos integrantes da Câmara e do Senado.
Na Câmara, a base aliada prometia retomar as votações assim que a CPMF fosse votada no Senado, mas devido a derrota os governistas continuam a paralisação. A desculpa agora é a DRU (Desvinculação de Receitas da União), aprovada em primeiro turno no Senado na madrugada de quarta.
Como a matéria precisa passar por uma segunda votação, os deputados da base não votam nada para que as medidas provisórias não sejam enviadas ao Senado e atrapalhem a sua tramitação. A Câmara deve acabar o ano sem votar mais nenhuma matéria.
Folha de São Paulo
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), afirmou ontem que está estudando a possibilidade de se realizar uma convocação extraordinária do Congresso Nacional em janeiro para se aprovar o Orçamento de 2008.
"Não vamos ter condições de aprovar o orçamento até o fim deste ano. Vai ser necessário fazer uma adequação por conta da perda da CPMF", disse Garibaldi. "Estamos pensando em fazer a convocação no início de janeiro."
O ano legislativo termina em 25 de dezembro. Para o Congresso ser convocado de forma extraordinária, é necessária a aprovação de maioria simples (a metade mais um) do total dos integrantes da Câmara e do Senado.
Na Câmara, a base aliada prometia retomar as votações assim que a CPMF fosse votada no Senado, mas devido a derrota os governistas continuam a paralisação. A desculpa agora é a DRU (Desvinculação de Receitas da União), aprovada em primeiro turno no Senado na madrugada de quarta.
Como a matéria precisa passar por uma segunda votação, os deputados da base não votam nada para que as medidas provisórias não sejam enviadas ao Senado e atrapalhem a sua tramitação. A Câmara deve acabar o ano sem votar mais nenhuma matéria.