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Publicado: 14/12/2007 | 08:10
Avaliação do presidente em alta
Jornal do Brasil
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, divulgada ontem, aponta crescimento de 48% para 51% na avaliação positiva do governo federal na faixa da população que classifica esse desempenho como "ótimo" ou "bom". O índice, medido entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro, é o mais alto do ano. Entretanto, na mesma pesquisa, em dezembro do ano passado, era de 57%.
A avaliação negativa, que qualifica o governo como "ruim" ou "péssimo", ficou em 17%, enquanto há um ano era de 13%. Em relação a setembro último, este indicador caiu um ponto percentual. A avaliação como "regular" subiu para 31% quando comparada a dezembro de 2006, medida em 28%. A nota média para o Governo Lula manteve o patamar de 2007, de 6,6 em dezembro, segundo o levantamento. Há um ano a nota média era 7.
Segundo Marco Antonio Guarita, diretor de Relações Institucionais da CNI, o que melhor explica a avaliação do governo é a economia, em especial a questão do emprego, no melhor patamar de 2007, perdendo apenas para o pico de 57% obtidos em dezembro de 2006.
Houve uma reversão importante nas expectativas sobre o desemprego, que desde julho do ano passado estava em elevação - destacou Guarita. O percentual dos que acreditavam no aumento futuro do desemprego caiu de 52% em setembro deste ano para 46%.
A desaprovação da população sobre outras áreas do governo federal atinge o maior percentual na política de impostos, com 69% de avaliação negativa, em segurança pública 66%, controle da inflação 49%, taxa de juros 59% e desemprego 51%. Na questão da segurança pública, ocorreu um aumento bastante nítido. Atualmente 66% dos brasileiros desaprovam enquanto 32% aprovam. Há três meses os percentuais eram 61% e 36%, respectivamente. Hoje, 32% dos entrevistados afirmam que a segurança é o tema que mais merece atenção da sociedade. Há um ano, segurança aparecia em segundo lugar, com 23%. O primeiro era o combate à corrupção.
A aprovação do presidente Lula cresceu dois pontos percentuais em dezembro, chegando ao patamar de 65%. Em setembro era de 63%. A desaprovação ao presidente recuou três pontos percentuais de 33% em setembro para 30% neste mês. Segundo a pesquisa, o índice mostra que há uma estabilidade das percepções em relação ao presidente Lula neste ano.
Entre os segmentos pesquisados, a desaprovação supera a aprovação apenas na faixa que recebe mais de 10 salários mínimos por mês. O crescimento do saldo de aprovação é expressivo entre os jovens na faixa com nível superior, entre os que recebem entre 5 e 10 salários mínimos e nos municípios que possuem entre 20 mil e 100 mil habitantes. A pesquisa também mostra que 60% da população confia no presidente Lula, contra 35% que não confia. O contingente dos que dizem não confiar teve baixa de dois pontos percentuais em relação a setembro.
Jornal do Brasil
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, divulgada ontem, aponta crescimento de 48% para 51% na avaliação positiva do governo federal na faixa da população que classifica esse desempenho como "ótimo" ou "bom". O índice, medido entre os dias 30 de novembro e 5 de dezembro, é o mais alto do ano. Entretanto, na mesma pesquisa, em dezembro do ano passado, era de 57%.
A avaliação negativa, que qualifica o governo como "ruim" ou "péssimo", ficou em 17%, enquanto há um ano era de 13%. Em relação a setembro último, este indicador caiu um ponto percentual. A avaliação como "regular" subiu para 31% quando comparada a dezembro de 2006, medida em 28%. A nota média para o Governo Lula manteve o patamar de 2007, de 6,6 em dezembro, segundo o levantamento. Há um ano a nota média era 7.
Segundo Marco Antonio Guarita, diretor de Relações Institucionais da CNI, o que melhor explica a avaliação do governo é a economia, em especial a questão do emprego, no melhor patamar de 2007, perdendo apenas para o pico de 57% obtidos em dezembro de 2006.
Houve uma reversão importante nas expectativas sobre o desemprego, que desde julho do ano passado estava em elevação - destacou Guarita. O percentual dos que acreditavam no aumento futuro do desemprego caiu de 52% em setembro deste ano para 46%.
A desaprovação da população sobre outras áreas do governo federal atinge o maior percentual na política de impostos, com 69% de avaliação negativa, em segurança pública 66%, controle da inflação 49%, taxa de juros 59% e desemprego 51%. Na questão da segurança pública, ocorreu um aumento bastante nítido. Atualmente 66% dos brasileiros desaprovam enquanto 32% aprovam. Há três meses os percentuais eram 61% e 36%, respectivamente. Hoje, 32% dos entrevistados afirmam que a segurança é o tema que mais merece atenção da sociedade. Há um ano, segurança aparecia em segundo lugar, com 23%. O primeiro era o combate à corrupção.
A aprovação do presidente Lula cresceu dois pontos percentuais em dezembro, chegando ao patamar de 65%. Em setembro era de 63%. A desaprovação ao presidente recuou três pontos percentuais de 33% em setembro para 30% neste mês. Segundo a pesquisa, o índice mostra que há uma estabilidade das percepções em relação ao presidente Lula neste ano.
Entre os segmentos pesquisados, a desaprovação supera a aprovação apenas na faixa que recebe mais de 10 salários mínimos por mês. O crescimento do saldo de aprovação é expressivo entre os jovens na faixa com nível superior, entre os que recebem entre 5 e 10 salários mínimos e nos municípios que possuem entre 20 mil e 100 mil habitantes. A pesquisa também mostra que 60% da população confia no presidente Lula, contra 35% que não confia. O contingente dos que dizem não confiar teve baixa de dois pontos percentuais em relação a setembro.
