antigas Publicado: 20/11/2007 | 08:54

Professores param na Unicesp

Edna Simão
Correio Braziliense

Docentes da faculdade só voltam ao trabalho se receberem parte do salário de setembro e todo o vencimento de outubro. Estudantes recorrem ao MEC para não perderem dinheiro, nem o semestre letivo



A novela em torno do pagamento dos salários atrasados da Faculdades Integradas Unicesp continua. Os professores estão parados há duas semanas e só voltam quando a situação for normalizada. Enquanto isso, os alunos são os mais penalizados. Para tentar encontrar uma solução, estudantes e professores irão hoje, às 9 horas, ao Ministério da Educação para informar as dificuldades pelas quais estão passando. Ontem à noite, o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares em Ensino no Distrito Federal (Sinproep) realizou uma nova assembléia para discutir as ações que serão tomadas pelos docentes e estudantes.

A Unicesp atrasa salários de seus funcionários desde abril deste ano. Desta vez, os trabalhadores reivindicam o pagamento de 50% do rendimento de setembro e o valor integral de outubro. Ainda querem assegurar o recebimento do 13º salário e de direitos trabalhistas como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Desesperados, muitos dos alunos estão tentando transferência para outra universidade privada.

Segundo o presidente do Sinproep, Rodrigo Pereira de Paula, a situação dos funcionários está muito complicada. Alguns não têm dinheiro para pagar aluguel ou, até mesmo, para fazer as compras do mês. “Não nos foi apresentada nenhuma nova proposta de pagamento. A instituição corre o risco de fechar e os mais prejudicados serão os 4 mil estudantes da faculdade”, disse Pereira de Paula. Procurada, a direção da Unicesp não se manifestou sobre o assunto.


Edna Simão
Correio Braziliense

Docentes da faculdade só voltam ao trabalho se receberem parte do salário de setembro e todo o vencimento de outubro. Estudantes recorrem ao MEC para não perderem dinheiro, nem o semestre letivo



A novela em torno do pagamento dos salários atrasados da Faculdades Integradas Unicesp continua. Os professores estão parados há duas semanas e só voltam quando a situação for normalizada. Enquanto isso, os alunos são os mais penalizados. Para tentar encontrar uma solução, estudantes e professores irão hoje, às 9 horas, ao Ministério da Educação para informar as dificuldades pelas quais estão passando. Ontem à noite, o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares em Ensino no Distrito Federal (Sinproep) realizou uma nova assembléia para discutir as ações que serão tomadas pelos docentes e estudantes.

A Unicesp atrasa salários de seus funcionários desde abril deste ano. Desta vez, os trabalhadores reivindicam o pagamento de 50% do rendimento de setembro e o valor integral de outubro. Ainda querem assegurar o recebimento do 13º salário e de direitos trabalhistas como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Desesperados, muitos dos alunos estão tentando transferência para outra universidade privada.

Segundo o presidente do Sinproep, Rodrigo Pereira de Paula, a situação dos funcionários está muito complicada. Alguns não têm dinheiro para pagar aluguel ou, até mesmo, para fazer as compras do mês. “Não nos foi apresentada nenhuma nova proposta de pagamento. A instituição corre o risco de fechar e os mais prejudicados serão os 4 mil estudantes da faculdade”, disse Pereira de Paula. Procurada, a direção da Unicesp não se manifestou sobre o assunto.