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Publicado: 1/11/2007 | 12:12
Greve pode complicar Guarulhos
Jornal do Brasil
Os funcionários da Infraero no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), anunciaram ontem que vão entrar em greve na próxima terça-feira caso a estatal não atenda a suas reivindicações. Ontem, os trabalhadores iniciaram operação-padrão e deixaram de cumprir horas extras.O presidente da Infraero, Sérgio Guadenzi, limitou-se a pedir aos passageiros que evitem os horários de pico no terminal.
De acordo com Francisco Lemos, diretor do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, cerca de 500 funcionários aderiram à operação-padrão. Segundo o sindicalista, as horas extras são comuns em Cumbica porque o terminal opera no limite de sua capacidade.
Lemos alega que a Infraero teria descumprido um acordo assinado em julho, às vésperas dos Jogos Pan-Americanos, que previa reajuste de 6,5% nos salários para o começo deste mês. Anteontem, a empresa comunicou ao sindicato que não daria o reajuste.
As filas na área de embarque causadas pela operação de ontem em Cumbica podem se estender para os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas. Os funcionários da Infraero nessas unidades estão em assembléia para decidir a adesão à greve. Segundo o sindicato, outros aeroportos do país também terão assembléias até o fim da semana.
O procurador Fábio Fernandes, do Ministério Público do Trabalho, informou que, mesmo em greve, os funcionários da Infraero são obrigados a manter um percentual mínimo em atividade.
Não há uma definição clara desse percentual, mas os efeitos de uma paralisação, ainda que parcial, certamente seriam terríveis - disse.
Fernandes alertou para o risco de controladores de tráfego aéreo civis de Cumbica - que também são funcionários da Infraero - aderirem à operação-padrão, o que tornaria ainda mais grave a situação no aeroporto.
Jornal do Brasil
Os funcionários da Infraero no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), anunciaram ontem que vão entrar em greve na próxima terça-feira caso a estatal não atenda a suas reivindicações. Ontem, os trabalhadores iniciaram operação-padrão e deixaram de cumprir horas extras.O presidente da Infraero, Sérgio Guadenzi, limitou-se a pedir aos passageiros que evitem os horários de pico no terminal.
De acordo com Francisco Lemos, diretor do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, cerca de 500 funcionários aderiram à operação-padrão. Segundo o sindicalista, as horas extras são comuns em Cumbica porque o terminal opera no limite de sua capacidade.
Lemos alega que a Infraero teria descumprido um acordo assinado em julho, às vésperas dos Jogos Pan-Americanos, que previa reajuste de 6,5% nos salários para o começo deste mês. Anteontem, a empresa comunicou ao sindicato que não daria o reajuste.
As filas na área de embarque causadas pela operação de ontem em Cumbica podem se estender para os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas. Os funcionários da Infraero nessas unidades estão em assembléia para decidir a adesão à greve. Segundo o sindicato, outros aeroportos do país também terão assembléias até o fim da semana.
O procurador Fábio Fernandes, do Ministério Público do Trabalho, informou que, mesmo em greve, os funcionários da Infraero são obrigados a manter um percentual mínimo em atividade.
Não há uma definição clara desse percentual, mas os efeitos de uma paralisação, ainda que parcial, certamente seriam terríveis - disse.
Fernandes alertou para o risco de controladores de tráfego aéreo civis de Cumbica - que também são funcionários da Infraero - aderirem à operação-padrão, o que tornaria ainda mais grave a situação no aeroporto.
