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Publicado: 26/10/2007 | 09:19
Relatório na CCJ vai demorar
Leandro Colon
Correio Braziliense
Correio Braziliense
O governo ganhou fôlego para aprovar a prorrogação da CPMF na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O presidente da comissão, Marco Maciel (DEM-PE), decidiu fazer na próxima semana audiências públicas para discutir o tema. E deixou para a outra a apresentação do parecer da relatora da proposta, Kátia Abreu (DEM-TO).
A relatora pretendia entregar na terça-feira seu parecer contrário ao imposto do cheque. O que obrigaria o governo a correr contra o tempo para ganhar votos na CCJ.
Hoje, dos 23 integrantes da comissão, o Palácio do Planalto conta com apenas oito certos a favor da prorrogação do imposto. Com o adiamento da entrega do relatório, terá pelo menos duas semanas para buscar votos dentro da comissão. Kátia Abreu disse que não mudará seu voto, mas incluirá no seu relatório o conteúdo das audiências públicas da semana que vem.
Entre os convidados da CCJ estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan e Antonio Palocci, o atual ministro, Guido Mantega, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o da Saúde, José Gomes Temporão, e o do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
Pelo cronograma estipulado por Marco Maciel, a CCJ deve votar o parecer de Kátia Abreu até o dia 9 de novembro. No plenário, o Palácio do Planalto precisa, pelo menos, dos votos de 49 dos 81 senadores.
Hoje, avalia que, dos 53 da base aliada, pode chegar, num cenário otimista, a 49, excluindo quatro contrários: Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Mão Santa (PMDB-PI), Pedro Simon (PMDB-RS) e Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). Os dois últimos, no entanto, são considerados pelo governo como possíveis votos a favor por conta da pressão dos governadores de seus estados favoráveis à CPMF.
Leandro Colon
Correio Braziliense
Correio Braziliense
O governo ganhou fôlego para aprovar a prorrogação da CPMF na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O presidente da comissão, Marco Maciel (DEM-PE), decidiu fazer na próxima semana audiências públicas para discutir o tema. E deixou para a outra a apresentação do parecer da relatora da proposta, Kátia Abreu (DEM-TO).
A relatora pretendia entregar na terça-feira seu parecer contrário ao imposto do cheque. O que obrigaria o governo a correr contra o tempo para ganhar votos na CCJ.
Hoje, dos 23 integrantes da comissão, o Palácio do Planalto conta com apenas oito certos a favor da prorrogação do imposto. Com o adiamento da entrega do relatório, terá pelo menos duas semanas para buscar votos dentro da comissão. Kátia Abreu disse que não mudará seu voto, mas incluirá no seu relatório o conteúdo das audiências públicas da semana que vem.
Entre os convidados da CCJ estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan e Antonio Palocci, o atual ministro, Guido Mantega, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o da Saúde, José Gomes Temporão, e o do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.
Pelo cronograma estipulado por Marco Maciel, a CCJ deve votar o parecer de Kátia Abreu até o dia 9 de novembro. No plenário, o Palácio do Planalto precisa, pelo menos, dos votos de 49 dos 81 senadores.
Hoje, avalia que, dos 53 da base aliada, pode chegar, num cenário otimista, a 49, excluindo quatro contrários: Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Mão Santa (PMDB-PI), Pedro Simon (PMDB-RS) e Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). Os dois últimos, no entanto, são considerados pelo governo como possíveis votos a favor por conta da pressão dos governadores de seus estados favoráveis à CPMF.