antigas Publicado: 25/10/2007 | 16:03

FRENTE PROMOVE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE PREVIDÊNCIA DO SERVIDOR

A Frente Parlamentar em Defesa do Servidor Público promoveu hoje(25), audiência pública com o tema "Previdência Complementar: O Debate do presente garantindo o futuro."

O presidente da frente, deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), afirmou que pode apresentar emendas para alterar o Projeto de Lei 1992/07, que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), ou mesmo defender sua rejeição, se ele se mostrar prejudicial aos servidores.

Rollemberg destacou que a proposta pode ter tanto impactos positivos quanto negativos. Em sua opinião, instituir um fundo de previdência complementar é positivo porque implica a criação de uma poupança que poderá prover recursos para investimentos e ajudar o desenvolvimento do País. Por outro lado, como os planos não terão o valor de benefícios futuros definido, o deputado acredita que isso gera uma insegurança muito grande para os servidores.

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) criticou o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) pela vigência da contribuição previdenciária dos inativos, criada pela Emenda Constitucional 41, que aprofundou a reforma da Previdência. Em sua opinião, o Poder Judiciário deveria ter derrubado o tributo. A previdência complementar também está prevista na Emenda 41.



Fonte: Agência Câmara

A Frente Parlamentar em Defesa do Servidor Público promoveu hoje(25), audiência pública com o tema "Previdência Complementar: O Debate do presente garantindo o futuro."

O presidente da frente, deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), afirmou que pode apresentar emendas para alterar o Projeto de Lei 1992/07, que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), ou mesmo defender sua rejeição, se ele se mostrar prejudicial aos servidores.

Rollemberg destacou que a proposta pode ter tanto impactos positivos quanto negativos. Em sua opinião, instituir um fundo de previdência complementar é positivo porque implica a criação de uma poupança que poderá prover recursos para investimentos e ajudar o desenvolvimento do País. Por outro lado, como os planos não terão o valor de benefícios futuros definido, o deputado acredita que isso gera uma insegurança muito grande para os servidores.

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) criticou o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) pela vigência da contribuição previdenciária dos inativos, criada pela Emenda Constitucional 41, que aprofundou a reforma da Previdência. Em sua opinião, o Poder Judiciário deveria ter derrubado o tributo. A previdência complementar também está prevista na Emenda 41.



Fonte: Agência Câmara