antigas Publicado: 18/10/2007 | 09:41

Com a mesma administração

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Com a mesma administraçãoA Câmara deve fechar nesta semana contrato em torno de R$ 200 milhões para manter até 2011 na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil a sua folha de pessoal, que reúne cerca de 14.600 funcionários e movimenta em torno de R$ 160 milhões ao mês. Com o dinheiro que receberá dos bancos, a Casa vai dar início à construção de mais dois prédios anexos, um para abrigar mais gabinetes de deputados e outro para sediar a sua biblioteca. O arquiteto Oscar Niemeyer, que completa 100 anos em 15 de dezembro, já foi contratado para apresentar o projeto dos dois novos prédios. A venda da folha de pessoal para a Caixa e para o BB vem sendo negociada há alguns meses pelo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Hoje, os bancos administram a folha sem custo. Como forma de pressão, Chinaglia ameaçou fazer um leilão público da folha entre todos os bancos. O leilão da folha vem sendo usado nos últimos anos como fonte de recursos de administrações públicas. Os servidores do Poder Legislativo reclamam que ficaram fora das negociações e que como o salário é pago a eles, a escolha deveria ser da categoria.

Tratamento isonômico
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) se reuniu com o Comando da Marinha para pedir que o tratamento isonômico seja garantido aos servidores civis dos órgãos militares que ficaram de fora da Carreira de Tecnologia Militar (CTM), reestruturada em 2006. Os representantes da Marinha informaram que os comandos e o Ministério da Defesa apóiam a idéia e já retomaram a discussão para criar um plano especial de cargos que corrija as desigualdades sofridas pelos que ficaram de fora da CTM. Essa proposta deve ser finalizada nos próximos dias e enviada ao Ministério do Planejamento.

Maria Eugênia
Jornal de Brasília

Com a mesma administraçãoA Câmara deve fechar nesta semana contrato em torno de R$ 200 milhões para manter até 2011 na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil a sua folha de pessoal, que reúne cerca de 14.600 funcionários e movimenta em torno de R$ 160 milhões ao mês. Com o dinheiro que receberá dos bancos, a Casa vai dar início à construção de mais dois prédios anexos, um para abrigar mais gabinetes de deputados e outro para sediar a sua biblioteca. O arquiteto Oscar Niemeyer, que completa 100 anos em 15 de dezembro, já foi contratado para apresentar o projeto dos dois novos prédios. A venda da folha de pessoal para a Caixa e para o BB vem sendo negociada há alguns meses pelo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Hoje, os bancos administram a folha sem custo. Como forma de pressão, Chinaglia ameaçou fazer um leilão público da folha entre todos os bancos. O leilão da folha vem sendo usado nos últimos anos como fonte de recursos de administrações públicas. Os servidores do Poder Legislativo reclamam que ficaram fora das negociações e que como o salário é pago a eles, a escolha deveria ser da categoria.

Tratamento isonômico
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) se reuniu com o Comando da Marinha para pedir que o tratamento isonômico seja garantido aos servidores civis dos órgãos militares que ficaram de fora da Carreira de Tecnologia Militar (CTM), reestruturada em 2006. Os representantes da Marinha informaram que os comandos e o Ministério da Defesa apóiam a idéia e já retomaram a discussão para criar um plano especial de cargos que corrija as desigualdades sofridas pelos que ficaram de fora da CTM. Essa proposta deve ser finalizada nos próximos dias e enviada ao Ministério do Planejamento.