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Publicado: 16/10/2007 | 11:13
Empregos seguram a popularidade
Jornal do Brasil
O governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantiveram o patamar de popularidade em alta nos últimos meses, conforme revelou a pesquisa CNT/Sensus. Principalmente pela expectativa do cidadão brasileiro na geração de empregos nos últimos seis meses - o índice subiu de 29,6% em junho para 36,9% este mês.
Pelas expectativas, o que segura Lula na popularidade são as questões do emprego, dos programas sociais e a economia macrorregional - analisou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
Apesar de a aprovação a Lula ter caído 2,8 pontos percentuais - de 64% em junho para 61,2% em outubro - o índice é considerado estável, dentro da margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos. Na outra ponta, o índice dos que desaprovam subiu, de 29,8% para 32,5%.
A avaliação positiva do governo também apresentou leve queda, dentro da margem de erro. Era 47,5% há quatro meses, e ficou em 46,5% em outubro nos cenários "ótimo/bom". O índice dos que consideram o governo regular registrou 35,9%. Em junho, era 36,5%.
O presidente da CNT afirmou que o governo tem apresentado uma tendência de queda na avaliação positiva. Segundo a pesquisa, desde abril o índice tem caído era 49,5% e está hoje em 46,5%. O que não significa que Lula será mal avaliado nos próximos meses. Tudo depende muito, também, do cenário econômico.
Não podemos concluir que é uma queda, porque está dentro da margem de erro - comentou Clésio. - O país está crescendo arrastado pela economia mundial, e isso ajuda Lula.
David Fleischer, cientista político e professor da Universidade de Brasília, ratifica essa avaliação de Andrade.
A inflação está controlada, e o custo de vida contribui para os índices do governo e de Lula. Outra coisa que sempre contribuiu bem para isso são os créditos consignados. Lula alcança com isso um pouco das classes B, C e D.
Jornal do Brasil
O governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantiveram o patamar de popularidade em alta nos últimos meses, conforme revelou a pesquisa CNT/Sensus. Principalmente pela expectativa do cidadão brasileiro na geração de empregos nos últimos seis meses - o índice subiu de 29,6% em junho para 36,9% este mês.
Pelas expectativas, o que segura Lula na popularidade são as questões do emprego, dos programas sociais e a economia macrorregional - analisou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
Apesar de a aprovação a Lula ter caído 2,8 pontos percentuais - de 64% em junho para 61,2% em outubro - o índice é considerado estável, dentro da margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos. Na outra ponta, o índice dos que desaprovam subiu, de 29,8% para 32,5%.
A avaliação positiva do governo também apresentou leve queda, dentro da margem de erro. Era 47,5% há quatro meses, e ficou em 46,5% em outubro nos cenários "ótimo/bom". O índice dos que consideram o governo regular registrou 35,9%. Em junho, era 36,5%.
O presidente da CNT afirmou que o governo tem apresentado uma tendência de queda na avaliação positiva. Segundo a pesquisa, desde abril o índice tem caído era 49,5% e está hoje em 46,5%. O que não significa que Lula será mal avaliado nos próximos meses. Tudo depende muito, também, do cenário econômico.
Não podemos concluir que é uma queda, porque está dentro da margem de erro - comentou Clésio. - O país está crescendo arrastado pela economia mundial, e isso ajuda Lula.
David Fleischer, cientista político e professor da Universidade de Brasília, ratifica essa avaliação de Andrade.
A inflação está controlada, e o custo de vida contribui para os índices do governo e de Lula. Outra coisa que sempre contribuiu bem para isso são os créditos consignados. Lula alcança com isso um pouco das classes B, C e D.
