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Publicado: 28/09/2007 | 08:47
Presos 27 por fraude ao INSS
Jornal do Brasil
O advogado José Osni Nunes, 42 anos, e outras 26 pessoas foram presos ontem por uma força-tarefa formada pela Polícia Federal e pelo Ministério da Previdência. O grupo é acusado de participar de uma organização criminosa especializada em fraudes na concessão do auxílio-reclusão, um benefício pago aos dependentes de segurados da Previdência que forem presos por qualquer motivo.
O ponto de partida da chamada Operação Cárcere foi uma inusitada estatística sobre a concessão do auxílio-reclusão na pequena cidade de Catolé do Rocha. Lá, de apenas 27 mil habitantes, 108 famílias foram cadastradas para receber o benefício nos últimos três anos. O número supera o da capital, João Pessoa, onde 102 famílias receberam o auxílio no mesmo período. Não fosse a fraude, Catolé do Rocha seria a capital brasileira do crime.
Cerca de 190 policiais e nove servidores da Previdência Social foram mobilizados para cumprir 33 mandados de busca e apreensão e diversos mandados de prisão em Catolé do Rocha e cidades vizinhas.
Entre as pessoas com a prisão decretada, estaria um servidor do INSS, responsável pela habilitação e concessão dos benefícios. A quadrilha agiria na falsificação de certidões de nascimento para fraudar o auxílio-reclusão, para filhos de apenados. Estima-se que nos últimos três anos o prejuízo causado pelo esquema chegue a R$ 3 milhões.
Na operação, os policiais prenderam também uma pessoa por porte ilegal de arma. O gerente do INSS em Campina Grande e responsável pelos postos da Previdência naquela região, Francisco Roberto de Souza Marques, informou que vai abrir inquérito administrativo e demitir o servidor preso na operação.
Jornal do Brasil
O advogado José Osni Nunes, 42 anos, e outras 26 pessoas foram presos ontem por uma força-tarefa formada pela Polícia Federal e pelo Ministério da Previdência. O grupo é acusado de participar de uma organização criminosa especializada em fraudes na concessão do auxílio-reclusão, um benefício pago aos dependentes de segurados da Previdência que forem presos por qualquer motivo.
O ponto de partida da chamada Operação Cárcere foi uma inusitada estatística sobre a concessão do auxílio-reclusão na pequena cidade de Catolé do Rocha. Lá, de apenas 27 mil habitantes, 108 famílias foram cadastradas para receber o benefício nos últimos três anos. O número supera o da capital, João Pessoa, onde 102 famílias receberam o auxílio no mesmo período. Não fosse a fraude, Catolé do Rocha seria a capital brasileira do crime.
Cerca de 190 policiais e nove servidores da Previdência Social foram mobilizados para cumprir 33 mandados de busca e apreensão e diversos mandados de prisão em Catolé do Rocha e cidades vizinhas.
Entre as pessoas com a prisão decretada, estaria um servidor do INSS, responsável pela habilitação e concessão dos benefícios. A quadrilha agiria na falsificação de certidões de nascimento para fraudar o auxílio-reclusão, para filhos de apenados. Estima-se que nos últimos três anos o prejuízo causado pelo esquema chegue a R$ 3 milhões.
Na operação, os policiais prenderam também uma pessoa por porte ilegal de arma. O gerente do INSS em Campina Grande e responsável pelos postos da Previdência naquela região, Francisco Roberto de Souza Marques, informou que vai abrir inquérito administrativo e demitir o servidor preso na operação.