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Publicado: 27/09/2007 | 11:19
Emendas da CPMF começam a ser votadas
Folha de S. Paulo
A Câmara retomou ontem a votação das emendas à proposta de prorrogação da CPMF até 2011, cujo texto básico foi aprovado na semana passada. No final da tarde, os governistas e o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), se apoiaram em um parecer jurídico para reduzir de 36 para 11 as emendas a serem votadas.
A oposição prometeu recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e, até o início da noite de ontem, usava mecanismos do regimento para atrasar votações. Até 1h30 da madrugada de hoje, 10 das 11 das emendas haviam sido votadas -e rejeitadas: a oposição tentava impedir novas prorrogações da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União) após 2011 e evitar incidência da segunda sobre a arrecadação da primeira e outras contribuições sociais.
O governo conta com clima mais tranqüilo entre seus deputados, após o imbróglio causado na semana passada por nomeações de petistas para a Petrobras. A medida revoltou partidos que têm pleitos e não foram atendidos, como PMDB, PP e PR.
Na Câmara, os peemedebistas estavam unidos com o governo depois que o Planalto chamou a cúpula do partido e prometeu uma diretoria da Petrobras. Peemedebistas desejam a diretoria internacional da estatal.
Anteontem, uma reunião dos líderes partidários com o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) ajudou a apaziguar os ânimos. "O governo foi ágil na explicação de que se tratou de um curto-circuito", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).
Os governistas afirmavam que tentariam votar todas as emendas ainda ontem ou na madrugada de hoje. Após a votação das emendas, o texto tem que ser aprovado em segundo turno e então seguir para o plenário.
A Câmara retomou ontem a votação das emendas à proposta de prorrogação da CPMF até 2011, cujo texto básico foi aprovado na semana passada. No final da tarde, os governistas e o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), se apoiaram em um parecer jurídico para reduzir de 36 para 11 as emendas a serem votadas.
A oposição prometeu recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e, até o início da noite de ontem, usava mecanismos do regimento para atrasar votações. Até 1h30 da madrugada de hoje, 10 das 11 das emendas haviam sido votadas -e rejeitadas: a oposição tentava impedir novas prorrogações da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União) após 2011 e evitar incidência da segunda sobre a arrecadação da primeira e outras contribuições sociais.
O governo conta com clima mais tranqüilo entre seus deputados, após o imbróglio causado na semana passada por nomeações de petistas para a Petrobras. A medida revoltou partidos que têm pleitos e não foram atendidos, como PMDB, PP e PR.
Na Câmara, os peemedebistas estavam unidos com o governo depois que o Planalto chamou a cúpula do partido e prometeu uma diretoria da Petrobras. Peemedebistas desejam a diretoria internacional da estatal.
Anteontem, uma reunião dos líderes partidários com o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) ajudou a apaziguar os ânimos. "O governo foi ágil na explicação de que se tratou de um curto-circuito", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).
Os governistas afirmavam que tentariam votar todas as emendas ainda ontem ou na madrugada de hoje. Após a votação das emendas, o texto tem que ser aprovado em segundo turno e então seguir para o plenário.
Folha de S. Paulo
A Câmara retomou ontem a votação das emendas à proposta de prorrogação da CPMF até 2011, cujo texto básico foi aprovado na semana passada. No final da tarde, os governistas e o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), se apoiaram em um parecer jurídico para reduzir de 36 para 11 as emendas a serem votadas.
A oposição prometeu recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e, até o início da noite de ontem, usava mecanismos do regimento para atrasar votações. Até 1h30 da madrugada de hoje, 10 das 11 das emendas haviam sido votadas -e rejeitadas: a oposição tentava impedir novas prorrogações da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União) após 2011 e evitar incidência da segunda sobre a arrecadação da primeira e outras contribuições sociais.
O governo conta com clima mais tranqüilo entre seus deputados, após o imbróglio causado na semana passada por nomeações de petistas para a Petrobras. A medida revoltou partidos que têm pleitos e não foram atendidos, como PMDB, PP e PR.
Na Câmara, os peemedebistas estavam unidos com o governo depois que o Planalto chamou a cúpula do partido e prometeu uma diretoria da Petrobras. Peemedebistas desejam a diretoria internacional da estatal.
Anteontem, uma reunião dos líderes partidários com o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) ajudou a apaziguar os ânimos. "O governo foi ágil na explicação de que se tratou de um curto-circuito", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).
Os governistas afirmavam que tentariam votar todas as emendas ainda ontem ou na madrugada de hoje. Após a votação das emendas, o texto tem que ser aprovado em segundo turno e então seguir para o plenário.
A Câmara retomou ontem a votação das emendas à proposta de prorrogação da CPMF até 2011, cujo texto básico foi aprovado na semana passada. No final da tarde, os governistas e o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), se apoiaram em um parecer jurídico para reduzir de 36 para 11 as emendas a serem votadas.
A oposição prometeu recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e, até o início da noite de ontem, usava mecanismos do regimento para atrasar votações. Até 1h30 da madrugada de hoje, 10 das 11 das emendas haviam sido votadas -e rejeitadas: a oposição tentava impedir novas prorrogações da CPMF e da DRU (Desvinculação de Receitas da União) após 2011 e evitar incidência da segunda sobre a arrecadação da primeira e outras contribuições sociais.
O governo conta com clima mais tranqüilo entre seus deputados, após o imbróglio causado na semana passada por nomeações de petistas para a Petrobras. A medida revoltou partidos que têm pleitos e não foram atendidos, como PMDB, PP e PR.
Na Câmara, os peemedebistas estavam unidos com o governo depois que o Planalto chamou a cúpula do partido e prometeu uma diretoria da Petrobras. Peemedebistas desejam a diretoria internacional da estatal.
Anteontem, uma reunião dos líderes partidários com o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) ajudou a apaziguar os ânimos. "O governo foi ágil na explicação de que se tratou de um curto-circuito", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).
Os governistas afirmavam que tentariam votar todas as emendas ainda ontem ou na madrugada de hoje. Após a votação das emendas, o texto tem que ser aprovado em segundo turno e então seguir para o plenário.